BRASIL
Corrente de comércio do país cresce 10,8% em abril, comparado ao mesmo período de 2025
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No mês de abril de 2026 as exportações somaram US$ 34,1 bilhões, batendo recorde histórico, e as importações, US$ 23,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 10,5 bilhões e corrente de comércio de US$ 57,8 bilhões.
No ano, as exportações totalizam US$ 116,6 bilhões e as importações, US$ 91,77 bilhões, com saldo positivo de US$ 24,8 bilhões e corrente de comércio de US$ 208,3 bilhões. Esses, e outros dados, foram divulgados nesta quinta-feira (7/5), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
>> Balança Comercial Mensal – Dados Consolidados – Abril/2026
Nas exportações, comparados o mês de abril / 2026 (US$ 34,15 bilhões) com abril / 2025 (US$ 29,89 bilhões), houve crescimento de 14,3%. Em relação às importações houve crescimento de 6,2% na comparação entre o mês de abril / 2026 (US$ 23,61 bilhões) com o mês de abril / 2025 (US$ 22,22 bilhões).
Assim, no mês de abril/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 57,76 bilhões e o saldo foi de US$ 10,54 bilhões. Comparando-se este período com o de abril/2025, houve crescimento de 10,8% na corrente de comércio.
Nas exportações, comparado o valor de janeiro/abril 2026 (US$ 116,55 bilhões) com o de janeiro / abril – 2025 (US$ 106,76 bilhões) houve crescimento de 9,2%. Em relação às importações, houve crescimento de 2,5% entre o valor do período de janeiro/abril – 2026 (US$ 91,77 bilhões) com janeiro/abril – 2025 (US$ 89,49 bilhões). Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 208,32 bilhões e apresentou crescimento de 6,1% na comparação entre estes períodos.
Exportações e importações por setor
No mês de abril/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,28 bilhão (16,1%) em Agropecuária; de US$ 1,26 bilhões (17,9%) em Indústria Extrativa e de US$ 1,71 bilhões (11,6%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,64 bilhão (6,6%) em Agropecuária; de US$ 5,32 bilhões (22,2%) em Indústria Extrativa e de US$ 2,76 bilhões (4,8%) em produtos da Indústria de Transformação.
No mês de abril/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 4,3 milhões (0,4%) em Indústria Extrativa, e de US$ 1,51 bilhão (7,4%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 0,15 bilhão (25,8%) em Agropecuária.
No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 2,94 bilhões (3,6%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,49 bilhões (21,4%) em Agropecuária, e de US$ 0,22 bilhões (5,3%) em Indústria Extrativa.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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Semana do Trabalhador e da Trabalhadora mostra a força da economia solidária
Do artesanato ao hortifrúti, quem passou pela Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, organizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na Esplanada dos Ministérios entre os dias 4 e 8 de maio, pôde conferir esses e muitos outros produtos expostos e comercializados na feira promovida pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes).
Ao todo, foram 30 estandes que reuniram mais de 50 empreendimentos de economia solidária do Distrito Federal e do Entorno. Entre eles, estava a banca do José Roberto Machado, que atua no ramo da agricultura familiar e é conhecido como Zé do Coco, apelido que ganhou por ter sido um dos fundadores da Cooperativa de Coco do DF. A iniciativa recicla e dá nova utilidade às cascas de coco, que são transformadas em vasos, tapetes, estofamentos para carros, adubos e diversos outros produtos.
Na Semana do Trabalhador e da Trabalhadora, a equipe de Zé, composta majoritariamente por assentados e agricultores familiares, expôs produtos produzidos de forma artesanal. “Aqui nós temos produtos caseiros, como flocão, café orgânico e broa de milho”, destacou. O feirante ressaltou a importância da economia solidária e da agricultura familiar para a preservação ambiental e para a produção de alimentos saudáveis.
Já o artesão Alex Magno, que trabalha com placas e imãs personalizados, destacou a possibilidade de alcançar diferentes públicos do Distrito Federal. “Aqui você tem um público muito diversificado, amplo. Isso permite expor o seu produto para uma variedade muito grande de pessoas”, ressaltou.
Economia solidária
A economia solidária é um modelo econômico baseado na cooperação, na autogestão e na solidariedade entre os participantes. Reúne práticas que envolvem produção, distribuição e consumo, priorizando o ser humano e o meio ambiente em detrimento do lucro individual.
Para a coordenadora de Monitoramento e Avaliação do Departamento de Parcerias e Fomento da Senaes, Claudia Machado, o modelo aponta para a construção de uma alternativa mais inclusiva. “A Economia Solidária tem esse olhar de um outro mundo possível, tem essa lógica de um universo de inclusão, com geração de trabalho e renda”, afirma.
Para a educadora aposentada Adenilce Maria, que expôs produtos ligados à cultura afro, a economia solidária é uma forma mais coletiva e humana de organizar o trabalho. “Quanto mais juntos, quanto mais próximos nós estamos, melhor nós produzimos, melhor nos compreendemos e nos aceitamos. Na economia solidária, todas somos donas dos nossos trabalhos e das nossas rendas. Compartilhamos tristezas, alegrias, gostos, vendas e produção”, destacou.
Sobre a Semana do Trabalhador e da Trabalhadora
A Semana do Trabalhador e da Trabalhadora é uma iniciativa do MTE que integra as celebrações do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio. O evento ocorre entre os dias 4 e 8 de maio, no estacionamento do Bloco F, na Esplanada dos Ministérios. O objetivo é promover uma programação especial voltada à valorização do trabalho e à ampliação do acesso a serviços públicos.
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