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Discurso do vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin na abertura do Encontro de Ministros de Comércio do BRICS

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É com grande honra e alegria que os recebemos em Brasília para esta décima quinta reunião dos Ministros de Comércio do BRICS.

O Brasil sente-se privilegiado em sediar um encontro de tamanha importância, diante dos desafios do cenário internacional contemporâneo.

Quero expressar os agradecimentos pelo empenho e dedicação de todas as delegações nas sucessivas reuniões técnicas nos últimos meses.

Trago também a mensagem do Presidente Lula de agradecimento e de boas-vindas.

O Presidente Lula definiu dois grandes eixos que orientam a presidência brasileira do BRICS. A cooperação do Sul Global e as parcerias BRICS para o Desenvolvimento Social, Econômico e Ambiental. São esses os eixos capazes do fortalecimento da Cooperação do Sul Global para uma Governança mais Inclusiva e Sustentável.

Dizem que o comércio une povos, e hoje ele nos reúne aqui em Brasília.

Juntos, os países dos BRICS correspondem a cerca de 50% da população mundial, 40% do PIB global e mais de 20% do comércio internacional. A expansão do BRICS fortaleceu nossa plataforma para responder aos desafios globais. Com onze estados-membros representando quase metade da humanidade e uma ampla diversidade geográfica e cultural, o BRICS está em uma posição única de diálogo, com ênfase no desenvolvimento do Sul global e na cooperação multilateral.

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Com base nos eixos estabelecidos pelo presidente Lula, a presidência brasileira identificou três prioridades na área da economia e do comércio, que foram trabalhadas no Grupo de Contato para Assuntos Econômicos Comerciais do BRICS (CGETI): i) o Fortalecimento do Sistema Multilateral de Comércio e Reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC); ii) a Atualização da Estratégia para Parceria Econômico Comercial dos BRICS; iii) o Entendimento dos BRICS sobre Economia Digital. Falarei sobre elas em minha próxima intervenção.

Hoje não estamos apenas reunidos em torno de mesas de negociação, mas da possibilidade de um futuro mais próspero. Tenho plena confiança de que as nossas discussões, pautadas pela cooperação e pelo compromisso com o bem comum, resultarão em avanços significativos para o comércio e o investimento globais.

Muito obrigado.

 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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