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Durante Congresso, vice-presidente afirma que Brasil é exemplo para o mundo em produção de biocombustíveis

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (MDIC), ressaltou nesta sexta-feira (12/9), durante o Congresso Prefeitos do Agro em Sorriso (MT), a importância da agroindústria tanto para o desenvolvimento municipal quanto nacional, dando destaque para as oportunidades criadas pela Nova Indústria Brasil (NIB) em campos como biocombustíveis e energia limpa.

“Se nós somos muito competitivos no agro, vamos agregar valor a esse agro para avançar mais”, destacou Alckmin.

Para o ministro, a atuação dos prefeitos e dos municípios são essenciais na promoção do desenvolvimento, criação de empregos e atração de investimentos. “Queremos todos os prefeitos envolvidos nesse desenvolvimento do agro, da agroindústria e dos serviços para o Brasil crescer ainda mais”, afirmou.

O ministro destacou a produção de soja e milho em Mato Grosso, culturas que contribuem para outros setores da economia, com a produção de etanol, biodiesel, DDG e bioeletricidade.

“Nós vamos ter uma avenida aí pela frente, com o Brasil dando um exemplo para o mundo”, apontou. “Quem tem 30% de etanol anidro na gasolina? Ninguém tem. Quem tem 85% da frota flex? Ninguém tem. E nós acabamos de lançar o carro sustentável, que emite menos de 83 gramas de CO2 por quilômetro rodado e é um carro 80% reciclável”, complementou.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Das praias e chapadas às serras, florestas e montanhas: conheça as trilhas de longo curso mais famosas do Brasil

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Atravessar praias, chapadas, serras, florestas e montanhas seguindo caminhos sinalizados que ligam parques, áreas protegidas e comunidades tradicionais é uma experiência cada vez mais presente no turismo brasileiro. Atualmente, o país conta com 205 trilhas registradas na Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso, somando 41,5 mil quilômetros planejados, dos quais 16,2 mil já estão implementados.

Desse total, 22 rotas são reconhecidas como parte da política pública nacional de trilhas. Esses percursos conectam centenas de municípios, promovem a conservação dos biomas e aproximam visitantes da história, da cultura e da biodiversidade de cada região.

Referências

No Rio de Janeiro, a Transcarioca é considerada uma das pioneiras entre as trilhas de longo curso estruturadas no Brasil. Com cerca de 183 quilômetros, liga a Barra de Guaratiba ao Morro da Urca, cruzando áreas como o Parque Nacional da Tijuca, o Parque Estadual da Pedra Branca e outros espaços protegidos. Pela facilidade de acesso urbano e pelo apelo visual, está entre as rotas mais conhecidas do país, revelando a Mata Atlântica em plena capital fluminense.

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Em Goiás, o Caminho de Cora Coralina une natureza, história regional e literatura. São 300 quilômetros que conectam Corumbá de Goiás à Cidade de Goiás. O trajeto percorre oito municípios, resgata antigas rotas do interior goiano e homenageia a poetisa em meio às paisagens do Cerrado.

Também no Cerrado, o Caminho dos Veadeiros passa por cachoeiras, cânions e formações rochosas na região da Chapada dos Veadeiros. A rota integra municípios como Formosa, Alto Paraíso de Goiás, São João d’Aliança e Cavalcante, em um dos destinos de ecoturismo mais conhecidos do interior do país.

Na Serra da Mantiqueira, a Transmantiqueira atravessa mais de 40 municípios entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. São cerca de 1.200 quilômetros que interligam parques e áreas protegidas, sendo uma das travessias de referência para praticantes de trekking e montanhismo.

Em Minas Gerais, a Transespinhaço percorre aproximadamente 1.280 quilômetros ao longo da Serra do Espinhaço, região reconhecida como Reserva da Biosfera. O trajeto reúne biodiversidade, patrimônio histórico e contato com comunidades locais em um dos grandes corredores naturais do país.

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No Sul, os Caminhos da Baleia Franca margeiam o litoral catarinense conectando praias, costões, dunas e lagoas. Em um percurso de aproximadamente 172 quilômetros, a trilha combina caminhada, paisagens costeiras e observação da fauna marinha, especialmente durante a temporada de migração da baleia-franca-austral.

Integração

As trilhas de longo curso contribuem para organizar o uso turístico de áreas naturais, orientar visitantes e fortalecer a conservação da natureza. A sinalização padronizada, conhecida pelas pegadas amarelas e pretas, facilita a experiência de quem percorre os caminhos e ajuda a dar identidade às rotas brasileiras.

Esses percursos também movimentam a economia local. O fluxo de visitantes gera demanda por hospedagem, alimentação, transporte, condução de visitantes, guias e pequenos serviços nos municípios atravessados pelas trilhas.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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