CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Foragido brasileiro é preso na Bolívia e entregue à Polícia Federal em Mato Grosso do Sul

Publicados

BRASIL

Brasília, 24/4/26 – Um foragido da Justiça brasileira foi entregue à Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (24), em Corumbá (MS). O homem foi levado à delegacia da PF por autoridades bolivianas, após ser preso na cidade de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. A prisão ocorreu por agentes da Interpol vinculados à Polícia Boliviana, após operação com cooperação internacional e intercâmbio de informações entre autoridades de diferentes países. A ação integra esforços conjuntos para localizar e deter suspeitos que atuam além das fronteiras nacionais.

Crimes

O homem preso é investigado por participação em organização criminosa e era considerado foragido da Justiça do estado de Minas Gerais. Contra ele, havia mandado de prisão em aberto por crimes de receptação, roubo e roubo qualificado — caracterizado por circunstâncias agravantes, como o uso de violência ou ameaça.

Depois de cumprir os procedimentos legais, o suspeito foi entregue às autoridades competentes e permanece sob custódia e à disposição da Justiça.
A iniciativa faz parte das ações do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para combater o crime organizado, ampliar a cooperação internacional e fortalecer a atuação das forças de segurança na captura de foragidos.

Leia Também:  MEC destaca ações estratégicas para Rede Federal

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Propaganda

BRASIL

MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial

Publicados

em

O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.  

O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas. 

O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.   

Leia Também:  Ministério do Turismo marca presença na maior feira do setor em Portugal, que tem o Brasil como Destino Internacional Convidado

Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena. 

Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.   

São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas). 

Leia Também:  Brasil sedia encontro ibero-americano sobre leitura

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA