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Inclusão na educação indígena é tema de evento do MEC
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O Ministério da Educação (MEC) realizou, nesta segunda-feira, 8 de dezembro, o Webinário Nacional sobre Inclusão na Educação Escolar Indígena, reunindo gestores, educadores, lideranças indígenas, intérpretes e especialistas de todo o país para discutir os avanços e desafios na garantia de uma educação verdadeiramente inclusiva para estudantes indígenas surdos e com deficiência. O encontro integra as ações da Política Nacional de Educação Escolar Indígena nos Territórios Etnoeducacionais (PNEEI-TEE).
Transmitido ao vivo pelo canal do MEC no YouTube, o webinário teve como foco apresentar as diretrizes nacionais que orientam o atendimento educacional especializado (AEE), a formação de professores, a produção de materiais didáticos específicos e o mapeamento e a vitalização das Línguas Indígenas de Sinais (LIS).
Na abertura do webinário, a diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena do MEC, Rosilene Tuxá, ressaltou a parceria das escolas indígenas na construção de políticas inclusivas e a importância de fortalecer os direitos educacionais desses estudantes: “As escolas indígenas têm sido grandes parceiras na implementação de políticas voltadas para a educação especial. Precisamos abordar os direitos educacionais, linguísticos e culturais desses estudantes”.
A Diretora de Políticas de Educação Bilíngue de Surdos do MEC, Patrícia Rezende, destacou, no contexto da educação especial bilíngue para estudantes indígenas surdos, que a criação da futura universidade indígena pode abrir caminhos para ampliar a formação e a valorização das línguas de sinais nos territórios. “Pode ser desempenhado, por exemplo, classes bilíngues de indígenas surdas e outras frentes para atender a pluralidade dos estudantes”, sugeriu.
Como parte das iniciativas do MEC para apoiar a inclusão e fortalecer a educação escolar indígena, o webinário também apresentou, entre outras ações, o PDDE Equidade e suas modalidades, que destinam recursos diretamente às escolas. Entre elas, o PDDE SRM (Salas de Recursos Multifuncionais), voltado à aquisição de equipamentos e materiais para o atendimento educacional especializado; o PDDE Água e Campo, que melhora o acesso à água potável e a infraestrutura de escolas em áreas rurais e indígenas; e o PDDE Diversidades, que financia ações de valorização cultural, linguística e identitária nas comunidades escolares.
O evento é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), o Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI) e o Grupo de Trabalho Nacional de Línguas Indígenas de Sinais (GT LIS).
PNEEI-TEE – A Política Nacional de Educação Escolar Indígena nos Territórios Etnoeducacionais (PNEEI-TEE) é uma estratégia de apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação para promover a organização e a oferta de qualidade da educação escolar indígena multilíngue, específica, diferenciada e intercultural, em territórios etnoeducacionais, com respeito às especificidades e organizações etnoterritoriais dos povos indígenas.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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