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Índices mínimos de eficiência energética para fontes de luz com tecnologia LED podem proporcionar menos gastos de energia elétrica
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As fontes de luz com tecnologia de LED são consideradas mais eficientes porque consomem menos energia elétrica para produzir a mesma quantidade de luz, além de ter uma vida útil muito maior. As lâmpadas e luminárias LED podem durar vários anos sem precisar de troca, o que reduz custos e desperdício. Diferente das lâmpadas antigas, incandescentes, que funcionavam aquecendo um fio até ele brilhar, o LED gera luz por meio de um componente eletrônico que transforma energia elétrica diretamente em luz, com pouca perda em forma de calor. No entanto, para diferentes tecnologias de lâmpadas e luminárias LED também existem diferentes níveis de qualidade e de eficiência energética.
Seguindo o compromisso estabelecido com a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia, o Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME) abriu a consulta pública MME nº 208/2025 sobre a regulamentação dos índices mínimos de eficiência energética para fontes de luz com tecnologia LED.
O texto da minuta foi elaborado a partir de uma criteriosa análise de impacto regulatório, bem como de consultas prévias realizadas com representantes do setor de iluminação no Brasil. Após a avaliação de diferentes alternativas regulatórias, considerando contribuições dos principais agentes do setor e referências de experiências internacionais, a proposta estabelece a aplicação dinâmica de índices mínimos de eficiência energética, definidos com base em distintos parâmetros e características dos produtos. Essa abordagem busca contemplar as preocupações e particularidades dos equipamentos, conforme apontado por fabricantes, importadores e comercializadores do setor.
Audiência pública virtual
Conforme previsto na Consulta Pública, haverá audiência pública virtual no dia 05 de fevereiro para debater a minuta de resolução. Agentes do setor e demais interessados em participar podem se inscrever aqui.
A análise de impacto regulatório e abertura de consulta pública da minuta de resolução foi aprovada por unanimidade pelos integrantes do CGIEE. Entre eles, estão representantes do MME, dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de dois representantes da sociedade civil. Para dar previsibilidade ao mercado, a implementação deve ocorrer de forma gradual, em duas etapas, a primeira iniciando em janeiro de 2027 e a segunda em janeiro de 2030.
Os interessados podem acessar os documentos relacionados e enviar as contribuições pelo portal de Consulta Pública do MME até 17 de fevereiro de 2026.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
Seminário debate financiamento para alavancar indústria do audiovisual brasileiro e ganhar mercado externo
O fortalecimento do audiovisual brasileiro, com investimentos em todos os elos da cadeia produtiva (produção, distribuição e exibição), foi o foco de seminário realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quarta-feira (1°/7), em Brasília, em parceria com o Ministério da Cultura e a Agência Nacional do Cinema (Ancine).
O audiovisual está entre as cadeias prioritárias da Nova Indústria Brasil (NIB). Durante o encontro – que reuniu produtores, agentes públicos e instituições financeiras – representantes do BNDES, da Finep, do Banco do Brasil, da Caixa e do Banco do Nordeste apresentaram soluções para o financiamento de obras audiovisuais, além de ações em infraestrutura, projetos de inovação, comercialização e exportação de conteúdos.
O secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, Uallace Moreira, abriu o seminário lembrando que o audiovisual pode ter papel importante no desenvolvimento econômico do país e na promoção cultural e comercial brasileira no exterior
“Nós precisamos olhar o audiovisual como setor economicamente estratégico e também como uma questão de política externa, de soft power”, afirmou Uallace, citando a Coreia do Sul como exemplo bem-sucedido nesse sentido.
Também na mesa de abertura, a secretária de Audiovisual do Minc, Joelma Gonzaga citou integração entre as políticas discutidas no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e as ações do Minc na área.
“Tudo que foi construído para o audiovisual dentro da NIB, teve ampla consonância com o que nós estávamos construindo para o plano de diretriz e metas do audiovisual para os próximos dez anos”, disse. “Dentro desse plano de diretriz e metas, inclusive, tem um eixo que é exclusivo sobre financiamento, onde a gente se debruça sobre os gargalos, as vocações e o que precisamos ter para potencializar o financiamento do audiovisual do Brasil”.
Por fim, nessa mesa, o diretor-presidente da Ancine fez um balanço da atuação da agência nos últimos anos e destacou a importância de o audiovisual ser uma política de governo, induzindo o desenvolvimento econômico-social e orientando o planejamento.
“Assim, acho que a gente consegue abrir as portas para outros segmentos da indústria, para as instituições financeiras, para parceiros globais, para que a gente possa explorar todas as potencialidades do audiovisual, tudo o que ele pode gerar, de cultura, entretenimento, cidadania, geração de emprego e renda e de crescimento para o Brasil”.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços


