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MDIC inicia projeto para mapear bancos de germoplasma e fortalecer indústria de bioinsumos
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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV), realizou nesta semana a reunião de lançamento do projeto “Fortalecer a cadeia produtiva da indústria de bioinsumos nacional fornecendo um diagnóstico situacional dos bancos de germoplasma”. A iniciativa é resultado de um Termo de Execução Descentralizada (TED) firmado entre o MDIC e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), em abril passado.
O projeto vai mapear e avaliar os bancos de germoplasma existentes no país, responsáveis pela conservação de material biológico utilizado em pesquisas, inovação e produção de bioinsumos. O trabalho inclui o levantamento das instituições atuantes, análises técnico-operacionais, estudo de referências internacionais e a definição de diretrizes para aprimorar a gestão dessas estruturas.
Para a secretária da SEV, Julia Cruz, o projeto representa um passo importante para fortalecer a infraestrutura de conhecimento que sustenta a indústria de bioinsumos no Brasil. “Com este diagnóstico, queremos enxergar com clareza o que o país já tem em seus bancos de germoplasma e transformar um conhecimento hoje fragmentado em informação acessível a pesquisadores, empresas e instituições”, afirmou.
Além do diagnóstico, o projeto prevê a realização de grupos de discussão, capacitações técnicas e o desenvolvimento de uma plataforma digital que reunirá e disponibilizará as informações coletadas. Ao final dos trabalhos, os resultados serão oferecidos de forma aberta e transparente para toda a sociedade.
A iniciativa se soma a outras ações estratégicas conduzidas pelo MDIC para fortalecer a bioindústria brasileira. Entre elas está o TED recentemente celebrado com o Inmetro para a criação de um laboratório de referência voltado à qualidade e à rastreabilidade de insumos biológicos de interesse da bioindústria.
A reunião de abertura contou com a participação de representantes MDIC, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná (Fundação Araucária) e da coordenação do projeto.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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Decreto institui Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano
Decreto presidencial publicado nesta quinta-feira (6/8) no Diário Oficial da União instituiu o Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano III, que terá como principais competências apreciar, aprovar e acompanhar o plano de aplicação dos recursos, a ser proposto pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Fazem parte do Conselho a Casa Civil da Presidência da República, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Ministério da Fazenda e o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO). A coordenação será da Casa Civil.
Segundo o decreto, O BNDES prestará o apoio técnico ao Conselho e poderá participar das reuniões, sem direito a voto. Especialistas e representantes de outros órgãos e entidades, públicas e privadas, também poderão participar, na condição de convidados.
A primeira proposta do plano de aplicação dos recursos deverá ser encaminhada pelo BNDES ao Conselho em cinco dias úteis, a contar da publicação do decreto.
Plano Brasil Soberano
A nova etapa do Plano Brasil Soberano foi anunciada no último dia 22 de julho. Ele prevê R$ 18,5 bilhões em linhas de financiamento destinadas a apoiar empresas brasileiras que atuam em setores estratégicos para a balança comercial, afetadas por tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos, por conflitos internacionais e pelo avanço de medidas protecionistas no comércio mundial.
Serão R$ 13,5 bilhões de recursos do Tesouro Nacional e outros R$ 5 bilhões disponibilizados pelo BNDES. Os recursos poderão ser utilizados para capital de giro, aquisição de bens de capital, investimentos produtivos, inovação tecnológica, adaptação de produtos e processos, além de prospecção e abertura de novos mercados.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços


