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MEC apoia Desafio Nacional de Inovação

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O Ministério da Educação (MEC) participou, nesta segunda-feira, 11 de agosto, do lançamento do Desafio Nacional de Inovação – Festival Curicaca, edital que vai distribuir R$ 200 mil para soluções tecnológicas voltadas ao enfrentamento dos desafios produtivos e territoriais do país. As inscrições estão abertas até 22 de agosto, pela plataforma Prosas. A iniciativa da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) se diferencia por contemplar empresas, startups, empreendedores, pesquisadores e cidadãos com boas ideias, divididos nas categorias Ideação (ideias em estágio inicial) e Validação (soluções já testadas). 

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, ressaltou a importância de aproximar a educação do mundo do trabalho. 

“É um motivo de orgulho celebrarmos este edital. A escola precisa se abrir, a universidade deve transcender seus dogmas para se conectar com a sociedade. Projetos como este aproximam o mundo do trabalho, o setor produtivo e os arranjos sociais e produtivos locais”, destacou. 

O presidente da ABDI, agência vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Ricardo Cappelli, destacou que a iniciativa reforça a vocação do país para a inovação. “Esse edital é mais uma ação da ABDI, junto com seus parceiros, para fortalecer a vocação do Brasil pela inovação, pelo desenvolvimento de novas tecnologias e pela busca da fronteira do conhecimento. O Festival Curicaca integra esse esforço de aproximar indústria, inovação, universidades e Institutos Federais, para fortalecer e discutir a indústria do futuro, que não é mais feita de chaminé e fumaça, mas de inovação, biotecnologia e sustentabilidade”, afirmou. 

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Edital – As 40 propostas finalistas serão apresentadas na etapa presencial do  Festival Internacional de Inovação e Sustentabilidade da Indústria – Festival Curicaca, que ocorrerá de 7 a 11 de outubro de 2025, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília. Os prêmios variam de R$ 5 mil a R$ 15 mil. Também apoiam a iniciativa o Instituto Federal de Brasília (IFB), a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Católica de Brasília (UCB). O MEC promove, junto com o Festival Curicaca, a 5ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica, de 7 a 9 de outubro. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da ABDI  

Fonte: Ministério da Educação

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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