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MEC autoriza aquisição de prédio do Campus Diadema do IFSP

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O ministro da Educação, Leonardo Barchini, autorizou, nesta quinta-feira, 30 de abril, a aquisição do edifício onde funcionará o Campus Diadema do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), no valor de R$ 25 milhões, oriundos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). A assinatura do termo de aquisição ocorreu durante visita do chefe da pasta à nova sede da Reitoria do instituto, localizada no bairro Canindé, em São Paulo. Ao todo, o IFSP recebe investimento de R$ 557 milhões em obras do Novo PAC para a melhoria de unidades já existentes e a construção de novos campi. 

“Eu vi o instituto federal, dos anos 2000 para cá, sair de três unidades aqui em São Paulo para 41. Agora nós vamos chegar a 57 e nosso alvo é chegar a 100”, comemorou o ministro da Educação, Leonardo Barchini. 

Eu vi o instituto federal, dos anos 2000 para cá, sair de três unidades aqui em São Paulo para 41. Agora nós vamos chegar a 57 e nosso alvo é chegar a 100”. Leonardo Barchini, ministro da Educação. 

Segundo ele, a expansão garantiu também a qualidade das infraestruturas, de forma que as unidades do IFSP podem ser consideradas um modelo para toda a educação pública. “Nosso sonho é que toda a educação brasileira tenha um padrão de qualidade similar ao deste instituto federal – isso aqui é um exemplo para nós. O presidente Lula falou pra mim: ‘eu quero que toda escola brasileira seja parecida com o modelo dos institutos federais que a gente inaugurou’. E esse é o desafio que estamos encarando na construção de um plano para a infraestrutura da educação básica, que será apresentado para a sociedade”. 

O imóvel do Campus Diadema tem área privativa de 4.421,15 m2 e área total de 24.352,35 m2. A unidade é composta por prédios, praças, áreas de lazer e arruamentos, com espaços como salas de aula, salão de eventos com capacidade para 1,5 mil pessoas, museu, lanchonete, refeitório, quadra de tênis, quadra poliesportiva, pista de atletismo, área de piscina com vestiários, jardim japonês com lago, playground e estacionamento para 200 carros, além de outras áreas comuns. A estrutura passará por reforma, e os projetos para sua adequação já estão em elaboração. 

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A estudante de engenharia de controle e automação do IFSP, Rafaela Ruiz, celebrou os investimentos na instituição, afirmando que eles promovem a inovação tecnológica nacional e, acima de tudo, a inclusão. “Eu sou mulher e estudante de um curso que, historicamente, possui desafios na representatividade feminina. Estar aqui, hoje, reforça o quanto o IFSP tem um papel fundamental na ampliação de oportunidades, incentivando mulheres a ocuparem lugares de liderança na ciência e na engenharia. E eu tenho certeza de que essa vivência não é só minha, mas compartilhada por milhares de estudantes do estado de São Paulo, que estou aqui representando”, disse. 

Reitoria – A nova Reitoria do IFSP, visitada pelo ministro Barchini nesta quinta-feira (30), recebeu aproximadamente R$ 17,5 milhões por meio do Novo PAC e foi inaugurada durante evento em março, com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que entregou mais de 100 obras para a educação. A sede tem uma área construída de 2.749,43 m², composta por auditório, salas de aula e administrativas, escritório, espaços de convivência e banheiros. ​  

“Com essa entrega, os servidores da reitoria que trabalhavam em lugares improvisados terão mais dignidade e mais conforto. Várias salas não tinham nem janelas, por isso, nosso sonho era construir essa reitoria”, contou Silmário dos Santos, reitor do IFSP. “O IF de São Paulo era um dos que não tinha sede própria e, hoje, nós saímos dessa fila e os que ainda não a têm também já estão saindo. Essa é mais uma ação do MEC para nos dar condições de fazer o que fazemos de melhor: entregar um ensino público, gratuito e de qualidade”, completou. 

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IFSP – No Instituto Federal de São Paulo, que atualmente conta com 41 campi e um polo de inovação, estão sendo investidos R$ 391,2 milhões para a construção de 16 novos campi: Carapicuíba; Cotia; Diadema; Franco da Rocha; Guarujá; Mauá; Osasco; Ribeirão Preto; Santos; São Bernardo do Campo; São Paulo – Cidade Tiradentes; São Paulo – Jaçanã; São Paulo – Jardim Ângela; São Vicente; Serrana; Sumaré. 

O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais. Essa ação visa aos campi que ainda não têm infraestrutura completa. A prioridade do investimento é a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula, laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em sedes próprias. Para o IFSP, são R$ 165,8 milhões de investimentos na ação de consolidação. No período de 2023 a 2025, foram repassados R$ 152,5 milhões, incluindo aditivos. Ainda estão previstos outros R$ 36,2 milhões.  

O IFSP oferta 660 cursos com 39,8 mil vagas anuais e 67,8 mil estudantes matriculados. O quadro de pessoal é composto por 2,6 mil docentes e 2,1 mil técnicos administrativos em educação. 

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Transmissão ao vivo 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio

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Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais. 

Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.  

O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento. 

A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública. 

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Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água

O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro. 

O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.  

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Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco. 

O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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