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MEC destaca avanços nas aprendizagens de Piratini (RS)

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O Ministério da Educação (MEC) vem liderando a implementação de políticas nacionais voltadas à recomposição das aprendizagens, promovendo a articulação intersetorial para garantir a equidade e o desenvolvimento integral dos estudantes em todo o país. Como parte desse esforço, a experiência do município de Piratini (RS) consolida-se como um exemplo de sucesso na aplicação de diagnósticos sistemáticos e intervenções pedagógicas baseadas em dados, estratégias incentivadas pela pasta para superar defasagens escolares e assegurar competências essenciais. 

Gestão e dados – A rede municipal de Piratini estruturou sua política de recomposição a partir do uso qualificado de indicadores, utilizando ferramentas como o Hábile (externa) e o Sondar (interna) para orientar o planejamento pedagógico. Essa abordagem permite que o ministério e as secretarias parceiras identifiquem habilidades com menor desempenho e priorizem conteúdos fundamentais para a progressão dos alunos. “O foco é sempre integrar o currículo e o processo de aprendizagem à promoção do desenvolvimento no ambiente escolar”, destaca a coordenadora-geral de Estratégia da Educação Básica do MEC, Daiane Lopes. 

O programa Escola das Adolescências tem promovido em Piratini (RS) a escuta ativa de estudantes do 5º ao 9º ano. Por meio de iniciativas como a “Semana da Escuta”, o MEC fomenta a construção de uma escola mais humana e acolhedora, onde o pertencimento e a identidade dos jovens são pilares da aprendizagem. A iniciativa visa ouvir as percepções dos jovens para construir escolas mais acolhedoras 

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Também foram implementados nas escolas da rede municipal os Clubes de Letramento, que desenvolvem o pensamento crítico e a resolução de problemas em áreas como ciências, história, geografia, linguagens e matemática. 

Sobre o impacto dessas ações, a gestora Glaziele Martins, da Escola Municipal Dr. Vieira da Cunha, destaca a importância do suporte federal: “Para nossa escola, o programa Escola das Adolescências é essencial porque acolhe essa fase de tantas mudanças, dando voz, escuta e apoio aos nossos estudantes para que se desenvolvam com segurança, identidade e pertencimento”. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) e da Secretaria de Educação de Piratini (RS) 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC inaugura obras de revitalização de seu edifício Anexo I

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O Ministério da Educação (MEC) entregou, nesta terça-feira, 30 de junho, a primeira etapa da obra de revitalização dos edifícios anexos da pasta. Após passar por reformas entre janeiro e junho de 2026, o edifício Anexo I é o primeiro a ficar pronto, garantindo mais segurança, acessibilidade, sustentabilidade, eficiência operacional e preservação do patrimônio arquitetônico do ministério. 

O secretário executivo do MEC, Rodolfo Cabral, afirmou que a reabertura do prédio faz parte de um ciclo, que teve início em 2023, de entregas para a reestruturação da instituição e que inclui também melhorias no Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação do Ministério da Educação (Cetremec). O Anexo II do ministério deve ser reformado até o fim do ano. 

“Reconstruir este ministério vai além das políticas públicas da educação: é também pensar nos servidores. Por isso, reestruturamos a carreira dos nossos colaboradores, pensando no bem-estar de cada um deles. Fomos um dos primeiros ministérios a implementar o fim na escala 6×1 para terceirizados. E, agora, essas melhorias também chegam à estrutura. Foram R$ 30 milhões investidos para os ajustes na parte elétrica, acessibilidade e paisagismo, promovendo um espaço mais acolhedor e à altura de todos os funcionários que compõem o MEC”, afirmou Cabral. 

A intervenção permitiu adequar o edifício às normas contemporâneas de ocupação de prédios públicos, segurança e acessibilidade, assegurando melhores condições de trabalho para os trabalhadores do MEC e de atendimento aos cidadãos que utilizam suas instalações. 

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30/06/2026 - Reforma anexo do MEC. Fotos: Fábio Nakakura

Na primeira etapa, foi priorizada a modernização da infraestrutura predial com foco em segurança e eficiência energética. Foram substituídos ou implantados integralmente os sistemas de energia elétrica; climatização (ar-condicionado); detecção e combate a incêndio; automação predial; controle eletrônico de acesso e monitoramento por câmeras. Os resultados esperados incluem redução estimada de até 40% no consumo de energia associado aos sistemas elétricos e de climatização; redução dos custos operacionais; e menor impacto ambiental. O retorno estimado dos investimentos ocorrerá em aproximadamente oito anos. 

O edifício Anexo I passa a contar também com cafeteria do MEC – Educafé; Sala de Apoio à Amamentação do MEC e novas copas coletivas. Houve ainda revitalização dos banheiros; requalificação dos espaços de circulação e convivência; assim como adequação dos ambientes às normas de ocupação de edifícios públicos. Além disso, foram implementados piso e mapa tátil; rampa de acessibilidade; adequação das rotas acessíveis; melhoria da sinalização e da orientação dos usuários. A sustentabilidade foi contemplada com lixeiras para coleta seletiva; lixeiras de coleta seletiva e de resíduos tóxicos provenientes de cigarros (bitucas); sinalização voltada à conscientização ambiental; normas de prevenção e combate a incêndio; e padrões contemporâneos de gestão e segurança predial. 

Segundo a subsecretária de gestão administrativa do MEC, Jussara Cardoso, a reforma foi necessária para reforçar a segurança e o bem-estar dos colaboradores: “as estruturas antigas estavam defasadas, porque o prédio tem 45 anos. A partir desse processo, começamos a trabalhar com a preservação do patrimônio histórico e pensar em novos espaços para a qualidade de vida dos trabalhadores. O outro prédio deve ser entregue no dia do aniversário de 96 anos do MEC, em 14 de novembro”, adiantou. 

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A etapa da revitalização do edifício Anexo II envolve a implantação de espaço de convivência para os trabalhadores, do laboratório EducaLab e de novos auditórios destinados à realização de eventos e atividades institucionais. 

Autores do projeto – A revitalização conciliou modernização da infraestrutura e valorização do patrimônio tombado, a partir das seguintes ações: recuperação do concreto aparente, originalmente concebido para a edificação, de modo que intervenções incompatíveis realizadas ao longo dos anos foram removidas; requalificação do paisagismo original concebido por Oscar Niemeyer; e instalação de painel de azulejos do artista brasiliense João Henrique, em homenagem ao arquiteto João Filgueiras Lima (Lelé), coautor do projeto do edifício ao lado de Niemeyer. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Subsecretaria de Gestão Administrativa (SGA) 

Fonte: Ministério da Educação

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