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MEC detalha especialização em gestão pública de ensino médio

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), realizará, nesta quinta-feira, 26 de junho, o primeiro webinário de divulgação do curso de especialização em Gestão da Escola Pública de Ensino Médio (Gepem). A iniciativa será realizada em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) —– autarquia vinculada ao ministério —–, a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e a Universidade Federal de Alagoas (UFAL). O webinário ocorrerá a partir das 15h (horário de Brasília), que será transmitido no canal do MEC no YouTube.

No encontro, serão divulgados os editais, os prazos de inscrição e as potencialidades do curso de especialização, iniciativa inédita voltada para gestores e coordenadores pedagógicos que atuam nas escolas públicas estaduais de ensino médio de todo o país.

Entre os pontos que serão abordados no webinário, estará a composição e a oferta do curso como estratégias formativas da Política Nacional de Ensino Médio (Pnaem), instituída pela Lei nº 14.945/2024. O MEC vem consolidando a parceria com as secretarias estaduais de educação para o desenvolvimento de uma proposta que dialoga com os territórios educativos.

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Também será apresentado o desenho curricular alinhado às metodologias problematizadoras, com foco nos desafios provenientes do cotidiano profissional das escolas públicas e com a mobilização de importantes pesquisadores brasileiros que foram convidados para atuar como elaboradores de conteúdo.

A proposta é formar, em nível de especialização, diretores e coordenadores pedagógicos das escolas públicas estaduais de ensino médio, com foco na melhoria contínua da qualidade educacional e nos resultados das escolas. A expectativa é alcançar 40 mil profissionais, com uma oferta inicial de 9.420 vagas. O investimento na política pública é de R$ 20,4 milhões. 

Inscrições – As turmas iniciarão nos meses de agosto, setembro ou outubro, conforme acordo com as secretarias de educação. Algumas instituições públicas de ensino superior já estão com inscrições abertas para selecionar os cursistas: o Instituto Federal Goiano; a Universidade Federal do Amapá; e a Universidade Federal de Alagoas.

Gepem – A construção do curso de especialização em Gestão da Escola Pública de Ensino Médio contou com um amplo processo de escuta prévia junto às redes estaduais de ensino, envolvendo mais de 4.700 escolas em todas as unidades da federação. Os relatos de diretores e coordenadores pedagógicos sobre desafios e práticas de gestão contribuíram diretamente para a elaboração dos materiais.  

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Além disso, a definição da oferta seguiu um estudo realizado pela Coordenação-Geral de Ensino Médio (Cogem) do MEC, que mapeou a demanda por formação nos territórios a partir da distribuição geográfica das escolas e do perfil de formação dos gestores. Esse levantamento orientou a distribuição das vagas por unidade da federação, de forma a garantir uma alocação mais efetiva e equitativa, priorizando os locais com maior concentração de escolas e menor índice de especialização das equipes gestoras. 

Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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Integração entre União e forças de segurança amplia execução do Brasil Contra o Crime Organizado

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Brasília, 14/6/2026 – O avanço do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado em 12 de maio, tem sido marcado pela atuação conjunta entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), forças federais e instituições estaduais de segurança pública. Desde o lançamento da iniciativa, o Governo Federal tem ampliado o diálogo com os órgãos responsáveis pela execução das políticas de segurança nos estados, buscando alinhar estratégias, compartilhar informações e fortalecer a capacidade operacional das equipes que atuam no enfrentamento ao crime organizado.

A integração entre União e estados é um dos pilares do programa, que reúne ações voltadas à descapitalização das facções criminosas, ao combate ao tráfico de drogas e armas, ao fortalecimento do sistema prisional, ao aprimoramento da investigação criminal e à ampliação da inteligência policial.

Nos primeiros 30 dias de execução, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado mobilizou 9.964 profissionais de segurança pública em 11 operações integradas realizadas em todo o País. As ações resultaram em 7.961 prisões, na apreensão de 82,5 toneladas de drogas, 312 armas de fogo, 44 armas artesanais, 20.686 munições e 2,5 kg de explosivos, além de prejuízo estimado de R$ 1,6 bilhão às organizações criminosas.

Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, a participação das forças estaduais e federais é essencial para que as ações tenham continuidade e alcance nacional. “A integração federativa não é apenas desejável — ela é condição para resultados duradouros. O enfrentamento ao crime organizado exige união entre instituições, compartilhamento de informações e valorização dos profissionais que estão diariamente nas ruas”, afirmou.

Aproximação com polícias estaduais
Como parte desse esforço de integração, o MJSP tem ampliado a interlocução com os colegiados que representam as forças estaduais de segurança pública.

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O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG) passou a integrar uma agenda permanente de diálogo com o MJSP, com o objetivo de discutir estratégias operacionais, demandas institucionais e ações de fortalecimento das polícias militares em todo o País.

A aproximação também ocorre com as polícias civis. Recentemente, foi criado o Conselho Nacional da Polícia Civil, iniciativa voltada à ampliação da articulação entre as instituições e ao fortalecimento da cooperação nacional em temas como investigação criminal, inteligência e combate às organizações criminosas.

A construção conjunta de políticas públicas busca aproximar o planejamento nacional da realidade enfrentada diariamente pelos estados, permitindo que as ações do programa sejam executadas de forma coordenada.

Fortalecimento das forças federais
No âmbito das forças vinculadas ao MJSP, a integração também avançou com a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Penal Federal.

Na última sexta-feira (12), o ministro Wellington Lima reuniu os dirigentes das três forças federais vinculadas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública para reforçar a atuação integrada no âmbito do Programa Brasil Contra o Crime Organizado. O encontro deu continuidade a uma agenda permanente de coordenação institucional, que prevê reuniões periódicas para o alinhamento de estratégias e o aperfeiçoamento das ações conjuntas.

A Polícia Federal mantém operações contínuas contra grupos criminosos em diferentes regiões do País, enquanto a Polícia Rodoviária Federal atua no combate ao transporte de drogas, armas e outros ilícitos. A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) desenvolve ações para ampliar o controle das unidades prisionais e impedir a atuação de lideranças criminosas a partir dos presídios.

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Apoio e valorização dos profissionais
Além das ações operacionais, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado também prevê investimentos na estrutura e na capacitação dos profissionais que atuam na segurança pública.

Nos últimos 30 dias, a Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (DSusp) promoveu cursos nas áreas de comparação balística, papiloscopia e cadeia de custódia, capacitando 131 profissionais de diferentes unidades da Federação. As iniciativas receberam investimento de R$ 244,3 mil.

O programa também destinou R$ 116,9 mil para a aquisição de sete freezers científicos voltados ao fortalecimento da estrutura pericial em unidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Outro avanço institucional foi o reconhecimento do MJSP como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). A medida permite ampliar parcerias, desenvolver pesquisas e transformar dados e conhecimento técnico em soluções aplicadas à segurança pública.

O reconhecimento também recebeu avaliação positiva de entidades ligadas à perícia oficial, que destacaram a importância da aproximação entre ciência, tecnologia e segurança pública para aprimorar a produção de provas e a investigação criminal.

Investimentos para ampliar capacidade operacional
O Programa Brasil Contra o Crime Organizado possui previsão de R$ 11,1 bilhões em investimentos e reúne iniciativas voltadas à estruturação das forças de segurança, à modernização tecnológica, à inteligência, ao sistema prisional e à cooperação entre os entes federativos.

Entre as ações já executadas estão investimentos em capacitação, equipamentos periciais, operações integradas e apoio ao emprego da Força Nacional de Segurança Pública.

A valorização dos profissionais e o fortalecimento da cooperação institucional fazem parte da estratégia do programa para ampliar a capacidade do Estado brasileiro no enfrentamento às organizações criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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