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MEC participa de encontro sobre o PET na Unifei
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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), participou do InterPET da Universidade Federal de Itajubá (Unifei). O encontro ocorreu no sábado, 13 de junho, e reuniu estudantes, tutores e grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) da instituição. Durante o evento, o PET foi destacado como uma política pública estratégica, não apenas para a qualificação da graduação, mas também para o fortalecimento da universidade pública.
Na ocasião, grupos do PET da Unifei, de diferentes áreas do conhecimento, apresentaram suas experiências, evidenciando a articulação concreta entre ensino, pesquisa e extensão. A programação também abriu um canal direto de diálogo entre o MEC, a comunidade acadêmica, com destaque para os bolsistas do PET — estudantes e professores tutores — e a gestão da universidade, a fim de tratar dos desafios e da continuidade do programa.
Para o coordenador de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Antônio dos Santos Araújo, que representou o MEC, “o PET não pode ser compreendido apenas como uma bolsa. Ele é uma política de formação, de produção de conhecimento, de compromisso social e de qualificação da graduação. O programa forma lideranças, fortalece a universidade pública e aproxima os estudantes dos grandes desafios nacionais”, explicou.
O coordenador defendeu ainda que eventos como o InterPET da Unifei são essenciais para estimular a organização coletiva, reconhecer o protagonismo dos alunos e tutores do programa e dar visibilidade às práticas desenvolvidas nas universidades federais de todo o país.
A participação do MEC no InterPET integra o esforço da Sesu para ampliar o diálogo com os participantes do programa e aperfeiçoar sua gestão. Nos últimos meses, a secretaria tem atuado no aprimoramento de fluxos administrativos e normativos, na orientação às instituições e no diálogo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável pelo pagamento das bolsas, além de conduzir a atualização das regras do PET.
Unifei – Sediada em Itajubá, em Minas Gerais, a Unifei — que recebeu o encontro — é referência nacional em engenharia, energia, tecnologia e inovação. A universidade conta com 11 grupos PET, que desenvolvem ações nas seguintes áreas: administração, educação e gestão empreendedora; energia, petróleo, gás e meio ambiente; engenharia ambiental; engenharia de produção; engenharia elétrica; mecânica; física e popularização da ciência; formação de professores em ciências exatas; clima; e tecnologia em eletrônica e computação.
Atualmente, 123 estudantes e 11 professores tutores da Unifei são bolsistas do PET. Os valores das bolsas do PET são de R$ 700 para os estudantes, R$ 2,1 mil para professores tutores com mestrado e R$ 3,1 mil com doutorado.
PET – O Programa de Educação Tutorial, criado pela Lei nº 11.180/2005 e regulamentado pela Portaria nº 976/2010, alterada pela Portaria nº 343/2013, fomenta grupos de aprendizagem tutorial. A ação é realizada por meio da concessão de bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação e de bolsas de tutoria a professores tutores. O programa contribui para a formação de futuros professores e pesquisadores, visando à qualidade da formação universitária e à consolidação do tripé ensino, pesquisa e extensão nas instituições de educação superior.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu
Fonte: Ministério da Educação
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MTE abre seleção para Comitê de Auditoria e Riscos do Conselho Curador do FGTS
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou nesta quarta-feira (17) o edital para a seleção dos membros do Comitê de Auditoria e Riscos, que atuará junto ao Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS). Os interessados poderão se inscrever de 1º de julho a 31 de julho. As etapas do processo seletivo, que se estendem até o mês de novembro, incluem análise curricular, envio de documentos pelos pré-selecionados, entrevista com a banca examinadora e entrevista dos candidatos pré-selecionados com o CCFGTS.
O edital estabelece a remuneração bruta dos profissionais do Comitê de Auditoria, composta exclusivamente por honorários. O Comitê se reunirá quatro vezes por mês ou sempre que necessário, mediante convocação de seu coordenador. O mandato dos membros do Comitê de Auditoria e Riscos será de até quatro anos, sem possibilidade de prorrogação.
Compete aos membros do Comitê assessorar o Conselho Curador do FGTS no exercício de suas funções, acompanhar as atividades dos auditores independentes, avaliar os balancetes produzidos pelo Agente Operador, monitorar a qualidade e a integridade dos mecanismos de controle interno e das demonstrações financeiras, além de auxiliar na elaboração da política de gestão de riscos do FGTS, entre outras atividades.
O processo de seleção dos membros do Comitê será conduzido por uma Banca Examinadora, formada por representantes dos órgãos e entidades que compõem o Conselho Curador do FGTS, sob supervisão da Secretaria Executiva do Conselho Curador do FGTS, e será orientado pelos princípios de isenção, transparência e ampla concorrência.
A Banca Examinadora terá a seguinte composição:
a) um(a) representante da Bancada de Governo;
b) um(a) representante da Bancada dos Trabalhadores; e
c) um(a) representante da Bancada dos Empregadores.
O Regimento Interno está disponível aqui

