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MEC promove Seminário Internacional de Gestão Educacional
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A gestão educacional como eixo estratégico para enfrentar os desafios da educação brasileira – com foco na garantia da aprendizagem, equidade e qualidade – está entre os temas centrais do Seminário Internacional de Gestão Educacional, promovido pelo Ministério da Educação (MEC) nos dias 28 e 29 de abril, em Brasília (DF). Realizado em parceria com o Instituto Unibanco, o encontro acontece presencialmente no Tribunal de Contas da União e terá transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube.
O seminário reunirá especialistas, gestores públicos e lideranças do campo educacional, com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini. A proposta é debater a gestão educacional em uma perspectiva sistêmica e integrada, envolvendo desde a gestão escolar até a das redes de ensino e dos sistemas educacionais.
A programação enfatiza o fortalecimento das capacidades institucionais como condição essencial para garantir o direito à educação pública de qualidade com equidade, destacando processos qualificados de planejamento, implementação, monitoramento e avaliação, aliados ao uso sistemático de evidências na tomada de decisão.
O debate ganha novo impulso diante da aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE), da criação do Sistema Nacional de Educação (SNE) e do quinto ciclo do Plano de Ações Articuladas (Novo PAR). Nesse cenário, a coordenação federativa e a capacidade de implementação das políticas educacionais assumem centralidade, reforçando a importância de instrumentos capazes de articular prioridades, recursos e responsabilidades entre os diferentes entes da federação.
O evento é voltado a gestores públicos das redes federais, estaduais e municipais, coordenadores da Rede Nacional de Assistência Técnica e Formação do Novo PAR (RenaPAR), acadêmicos e pessoas interessadas no tema de gestão educacional. Participam convidados internacionais, como Ben Ross Schneider, professor de Ciência Política do Massachusetts Institute of Technology (MIT); Constance Lindsay, professora de políticas educacionais da Universidade da Carolina do Norte (UNC); e José Weinstein, diretor do Centro de Desenvolvimento de Liderança Educacional da Universidad Diego Portales (UDP).
Confira a programação completa
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
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Ministro Wellington Lima apresenta ações do MJSP à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado na Câmara dos Deputados
Brasília, 9/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou, nesta terça-feira (9), de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados para apresentar iniciativas da pasta e responder a questionamentos de parlamentares sobre segurança pública.
A audiência contou com a presença de outros integrantes da gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), entre os quais o secretário nacional de Segurança Pública (Senasp), Chico Lucas; o secretário nacional de Assuntos Legislativos, Paulo Modesto; o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes; a secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado; e o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.
Na reunião, o ministro mencionou a atuação integrada entre União, estados, municípios, Poder Judiciário, Ministério Público (MP) e forças de segurança para o enfrentamento da criminalidade organizada.
Segundo Wellington Lima, a formulação de políticas públicas eficazes depende da cooperação institucional e do diálogo permanente com as Casas Legislativas. “Não há segurança pública sem o Congresso Nacional. A construção de políticas públicas eficazes exige diálogo permanente com o Parlamento, com o Judiciário, com o Ministério Público e com os profissionais que estão na ponta do sistema de segurança”, afirmou.
Entre os temas abordados estiveram as estratégias de combate ao crime organizado, as ações de fortalecimento do sistema prisional, as medidas de combate ao tráfico ilícito de armas e as iniciativas voltadas à descapitalização financeira de organizações criminosas.
Ao tratar das medidas de enfrentamento às facções criminosas, Wellington Lima ressaltou a importância do enfraquecimento financeiro desses grupos.
“O primeiro eixo é exatamente a reprodução e o aperfeiçoamento dos mecanismos de asfixia financeira. É preciso tirar o oxigênio do crime organizado.”
O ministro também apresentou iniciativas voltadas ao aprimoramento da inteligência e da investigação criminal, com foco na ampliação da capacidade de esclarecimento de homicídios e das operações de repressão às organizações criminosas.
Ao abordar o sistema penitenciário, defendeu investimentos em tecnologia, inteligência e protocolos de segurança para impedir a comunicação de lideranças criminosas com grupos que atuam fora das unidades prisionais. “Esse é um problema que não poderia ser adiado de modo algum”, enfatizou.
Operações em unidades prisionais
Durante a audiência, Wellington Lima anunciou que o MJSP realizará, até o final de 2026, uma operação nacional e duas regionais por mês em unidades prisionais de todo o País.
A medida busca reforçar o controle do sistema penitenciário, combater a atuação de organizações criminosas e ampliar a integração entre as forças de segurança e as administrações penitenciárias estaduais.
Plataformas digitais
Sobre plataformas digitais, parlamentares também questionaram os decretos relacionados à atuação das plataformas digitais e às medidas de enfrentamento de crimes praticados no ambiente virtual.
O ministro explicou que as normas foram elaboradas com base em análises técnicas e dados relacionados ao crescimento de ilícitos praticados pela internet, como fraudes eletrônicas, exploração sexual de crianças e adolescentes e divulgação não autorizada de conteúdo íntimo.
“Os decretos foram elaborados a partir de evidências concretas sobre a crescente centralidade da internet na vida dos brasileiros e sobre a urgência de enfrentar o aumento de crimes, atos ilícitos e condutas abusivas que vêm se multiplicando no ambiente digital”, disse.
De acordo com Wellington Lima, as medidas buscam ampliar a capacidade de resposta do Estado diante desses crimes, sem afastar o papel do Congresso Nacional na discussão e eventual definição de regras permanentes para o setor.
“O Parlamento é sempre quem melhor legisla, mas muitas vezes a sociedade clama por alguma providência mais imediata”, completou.
A audiência integra as atividades de fiscalização e de acompanhamento das políticas públicas conduzidas pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados.
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