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MEC recebe demandas de assistência técnica na EPT
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O Ministério da Educação (MEC) publicou, na segunda-feira, 21 de julho, a chamada pública para a seleção de demandas de assistência técnica em inovação, empreendedorismo e sustentabilidade, no contexto da rede federal e das redes estaduais ofertantes de educação profissional e tecnológica (EPT). O Edital nº 18/2025 integra o projeto Assistec Inova, iniciativa da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC em parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES).
As demandas para a chamada pública devem ser encaminhadas até o dia 31 de agosto. Se forem selecionadas, as instituições serão contempladas com capacitações, consultorias, revisão de normativas e fortalecimento de ambientes de inovação, empreendedorismo e sustentabilidade em mais de 30 áreas específicas, tais como certificação de laboratórios, lei da inovação, centros de pesquisa, economia solidária, empresas juniores, laboratórios makers, entre outras.
A chamada pública atenderá até 100 demandas institucionais propostas pelas 41 instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e pelas 32 secretarias ou autarquias das redes estaduais de EPT.
As instituições selecionadas receberão assistência técnica especializada para desenvolver ou aprimorar ativos institucionais estratégicos, como resoluções, normativas, processos e fluxos de trabalho que consolidem a inovação, o empreendedorismo e a sustentabilidade, tendo como principais impactos a melhoria na qualidade dos serviços, o desenvolvimento de soluções inovadoras e o fortalecimento de parcerias.
Assistec Inova – Lançado em 2024 pelo MEC, o projeto tem como meta fortalecer os ambientes de inovação, empreendedorismo e sustentabilidade nas redes públicas ofertantes da EPT por meio de capacitações e consultorias.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec
Fonte: Ministério da Educação
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MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial
O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.
O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.
O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.
Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena.
Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.
São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação


