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MEC selecionará propostas pedagógicas do Ensino Médio Mais
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O Edital nº 6/2025 que apresenta o chamamento público para seleção de propostas pedagógicas elaboradas pelas unidades escolares cujas secretarias de educação aderiram ao primeiro ciclo do programa Ensino Médio Mais, do Ministério da Educação (MEC), foi publicado, nesta quinta-feira, 4 de dezembro. O edital busca identificar as propostas que demonstraram maior relevância em ações e atividades voltadas à permanência e ao êxito escolar dos estudantes do ensino médio no turno noturno participantes do programa ao longo do ano de 2025.
O Ensino Médio Mais é um programa que reconhece as particularidades dos alunos que estudam à noite e oferece apoio técnico e financeiro às escolas estaduais que ofertam pelo menos uma turma de ensino médio noturno, especialmente as com menor índice no Indicador de Nível Socioeconômico (Inse).
A avaliação das propostas pedagógicas será realizada em duas etapas, de acordo com o seguinte processo:
- Seleção: as secretarias de educação estaduais e distrital realizarão a seleção de três a cinco propostas por unidade da Federação, elaboradas pelas unidades escolares participantes do programa Ensino Médio Mais, a serem encaminhadas ao Comitê de Monitoramento e Avaliação do Ensino Médio;
- Análise: uma comissão indicada pelo Comitê de Monitoramento e Avaliação do Ensino Médio realizará a análise das propostas elaboradas pelas unidades escolares e selecionadas pelas secretarias que demonstrem maior relevância no que se refere aos aspectos que contribuem para a permanência dos estudantes de ensino médio do turno noturno regular presencial na escola.
Para realizar a inscrição, as secretarias de educação estaduais, após seleção interna, deverão preencher as propostas selecionadas em formulário on-line, que será disponibilizado pelo MEC, por meio da Coordenação-Geral de Ensino Médio da Secretaria de Educação Básica (SEB). Serão consideradas válidas as inscrições recebidas no formulário entre 3 de março de 2026 e 9 de março de 2026, até as 18h. Ao todo, será reconhecida uma proposta pedagógica por unidade da Federação.
As propostas pedagógicas reconhecidas serão publicadas em formato de e-book do MEC, a ser divulgado na página da Política Nacional de Ensino Médio (Pnaem), para que sirvam de referência a outras unidades escolares ofertantes de ensino médio noturno regular.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
Fonte: Ministério da Educação
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Eólica offshore: publicada metodologia de seleção de áreas ofertadas no país
Está disponível no site do Ministério de Minas e Energia (MME) o procedimento padronizado para selecionar possíveis áreas para desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica no mar (eólica offshore). A proposta está alinhada à Lei nº 15.097/2025, à Resolução CNPE nº 1/2026, e aos demais instrumentos normativos que orientam o planejamento do uso do espaço marinho do país.
A metodologia, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), orienta a execução de um processo estruturado composto por três etapas. A primeira tem objetivo de identificar as regiões Potenciais (Etapa I), em que são aplicadas exclusões legais e tecnológicas para mapear regiões iniciais com menor conflito e maior viabilidade.
Em seguida, ocorre a Definição de Áreas de Interesse (Etapa II), que refina essas regiões considerando sensibilidades socioambientais e compatibilidade com outros usos e atividades do espaço marítimo. Por fim, a Priorização de Áreas (Etapa III) na qual é aplicada uma análise multicritério, incluindo critérios técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais, para classificar e hierarquizar as áreas.
A metodologia não define previamente quais regiões serão ofertadas, pois essa decisão permanece sob responsabilidade do poder concedente, que deverá considerar as políticas públicas vigentes, os objetivos de cada rodada de oferta e o contexto de desenvolvimento do setor.
A proposta incorpora na análise critérios legais, energéticos, econômicos, ambientais e sociais, com o objetivo de subsidiar a identificação de áreas adequadas à implantação de empreendimentos eólicos offshore, conciliando essa atividade com os demais usos do ambiente marinho. A construção do documento foi baseada na análise da regulamentação nacional, da experiência brasileira em planejamento espacial e das práticas adotadas por países com diferentes níveis de desenvolvimento desse segmento.
Mais sobre a Metodologia:
Resultado de um processo participativo, o documento incorpora contribuições de instituições governamentais integrantes do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore, instituído pela Resolução CNPE nº 18/2025 e da sociedade, apresentadas no âmbito da Consulta Pública nº 191/2025.
Entre as diretrizes previstas estão a flexibilidade para atualização dos critérios, acompanhando a evolução do mercado e a ampliação da base de informações disponíveis, além da previsão de mecanismos de participação institucional e social ao longo do processo de seleção.
O documento também indica que a definição futura dos setores a serem ofertados deve considerar a coordenação com os processos de planejamento da infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, incluindo instalações portuárias, sistemas de transmissão e demais estruturas de apoio, de forma articulada entre o governo e o setor produtivo.
Acesse aqui o documento na íntegra.


