CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Ministério do Turismo anuncia incentivo de R$ 90,4 milhões para pacote de ações estratégicas para impulsionar o setor no Pará

Publicados

BRASIL

O ministro do Turismo, Celso Sabino, anunciou nesta quinta-feira (10/07), uma série de ações voltadas ao fortalecimento da atividade turística no estado do Pará. Reunidas dentro do projeto “Turismo em Ação – Edição Pará”, as iniciativas têm como principal objetivo preparar o estado que tem se projetado no cenário nacional e internacional e recebe, a cada ano, um número maior de visitantes. A proposta também visa fomentar o emprego, a geração de renda e o fortalecimento da cadeia produtiva do turismo regional.

A cerimônia de lançamento, realizada no auditório da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), em Belém, contou com a presença de autoridades locais, prefeitos, parlamentares, representantes do trade turístico e lideranças comunitárias.

Para o ministro Celso Sabino, as ações representam um momento histórico para o turismo paraense. “Estamos diante de uma grande oportunidade de mostrar ao mundo o potencial do Pará, com sua rica diversidade cultural, ambiental e histórica. Essas iniciativas representam um compromisso concreto do governo federal com o desenvolvimento sustentável, inclusivo e democrático do turismo no estado”, afirmou.

Leia Também:  Prouni 2026: CE tem 21,5 mil bolsas ofertadas no primeiro semestre

Entre os principais anúncios está a destinação de R$ 73,1 milhões para obras de infraestrutura turística no estado. Os recursos serão aplicados em melhorias que vão ampliar a capacidade do Pará de receber turistas com mais qualidade, conforto e segurança.

Outro destaque foi o investimento de R$ 17,3 milhões em apoio a eventos que promovem o turismo e valorizam a cultura paraense. Mais de 20 municípios serão beneficiados com programações tradicionais, religiosas, culturais e agropecuárias — atividades que atraem visitantes, aquecem a economia local e fortalecem a identidade regional.

Ainda durante o evento, o ministro também assinou a Portaria MTur nº 19, de 10 de julho de 2025, que altera as normas do Novo Fungetur e estabelece a obrigatoriedade de que todas as operações de financiamento com recursos do fundo estejam em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). A medida reforça o compromisso com um turismo mais acessível e inclusivo.

Outro marco da agenda foi o lançamento do Guia do Afroturismo no Brasil, uma publicação elaborada em parceria com a UNESCO que reconhece e valoriza o patrimônio cultural afro-brasileiro. A ocasião contou ainda com a participação da secretária-executiva do Ministério da Igualdade Racial, Roberta Eugênio. O material é fruto de um amplo processo de escuta e articulação com afroempreendedores e comunidades tradicionais de todas as regiões do país, e busca promover o turismo como instrumento de fortalecimento da cultura afro-brasileira. O estado do Pará está contemplado com duas iniciativas, a rota Terreiro de Mãe Herondina e Território Quilombola Laranjituba e África.

Leia Também:  MME reforça diálogo com produtores rurais e prorroga consulta sobre desconto tarifário para irrigação e aquicultura

SINALIZAÇÃO TURÍSTICA – Dentro do pacote está prevista, ainda, a sinalização turística da capital paraense que conta com investimento de R$ 4,7 milhões para a instalação de 670 placas que serão fundamentais para receber bem os turistas nacionais e internacionais que desembarcarem na cidade.

Por Fabio Marques
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Indústria estratégica e setores afetados pela guerra no Oriente Médio poderão acessar mais R$ 15 bi do Plano Brasil Soberano

Publicados

em

O governo brasileiro publicou Portaria Conjunta do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério da Fazenda, nessa quarta-feira (15/4), que define os setores que poderão acessar os recursos adicionais de R$ 15 bilhões do Plano Brasil Soberano, anunciados pelo presidente Lula no mês passado.

Os critérios priorizaram indústrias de maior intensidade tecnológica e com relevância estratégica para o país, além daquelas que tiveram suas exportações afetadas por medidas tarifárias dos EUA (seção 232) e pela guerra no Oriente Médio.

Os recursos são oriundos do superavit do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e as taxas de juros dos empréstimos deverão ser definidas nesta semana em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).

“A medida fortalece cadeias estratégicas e reduz vulnerabilidades externas”, destaca o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa. “A orientação do Presidente Lula é mantermos o foco na preservação de empregos, da capacidade produtiva e da competitividade da indústria nacional, utilizando instrumentos modernos e legítimos de política industrial, alinhados às melhores práticas internacionais”.

Leia Também:  MEC investe R$ 510 milhões em infraestrutura da educação básica em Mato Grosso

A MP que instituiu o programa, estabelece que os recursos podem ser usados para: capital de giro; aquisição de bens de capital ou investimentos para adaptação de atividade produtiva; investimentos para ampliar a capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção; e investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos.

Setores

De acordo com Márcio Elias Rosa, a definição dos setores de média, média-alta ou alta intensidade tecnológica, listados na portaria como elegíveis ao programa, seguiu critérios técnicos baseados na classificação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), contando com a colaboração do BNDES.

A seleção também considerou a relevância dos setores para o comércio exterior brasileiro, incluindo cadeias estratégicas e aqueles que apresentam vulnerabilidade externa, com déficit na balança comercial.

“Os critérios são objetivos e técnicos: intensidade tecnológica, relevância para o comércio exterior e papel estratégico nas cadeias produtivas. Além disso, há recorte adicional de vulnerabilidade externa”, explicou o ministro.

Entre os setores elegíveis estão: máquinas, equipamentos e setor automotivo; produtos químicos e farmacêuticos; eletrônicos e equipamentos de informática; aeronáutica e demais equipamentos de transporte; máquinas elétricas, geradores e equipamentos industriais; borracha e plásticos industriais; têxtil e cadeia de transformação associada; e minerais críticos e terras raras.

Leia Também:  "Investiremos todos os esforços para que as políticas de igualdade sejam implementadas", afirma Francisco Macena

“A inclusão de minerais críticos e terras raras reflete a centralidade desses insumos nas cadeias globais de valor — especialmente em energia, defesa, semicondutores e mobilidade elétrica”, explica Márcio Elias Rosa.

EUA e Golfo Pérsico

Nos casos de exportadores e fornecedores afetados pela Seção 232 da lei comercial dos EUA, bem como daquelas que exportam para o Golfo Pérsico, são elegíveis as empresas cujo percentual de faturamento com exportação para esses destinos e produtos tenha sido, em 12 meses, igual ou superior a 5% do faturamento total no mesmo período.

Os países do Oriente Médio definidos na portaria são: Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Irã, Kuwait e Omã.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA