CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Ministério do Turismo anuncia R$ 13,3 milhões em apoio a eventos que promovem o turismo no Pará

Publicados

BRASIL

    Entre os eventos contemplados estão grandes manifestações como o Sairé 2025, em Santarém, que reúne rituais religiosos e festividades típicas do povo amazônico. Também receberá apoio o Festival das Tribos Indígenas de Juruti (Festribal), que celebra a diversidade e a força das tradições indígenas na região oeste do estado. Outro destaque é a celebração dos 300 anos do município de Irituia, que contará com um evento que resgata a história e cultura local.

    “O apoio a esses eventos vai muito além da valorização cultural. É uma estratégia importante para estimular o fluxo turístico nos municípios paraenses, ampliar a geração de emprego e renda e movimentar a economia local. A Região Norte é uma prioridade na gestão do presidente Lula e, para isso, temos desenvolvido uma série de ações de incentivo à atividade turística local”, destacou o ministro do Turismo, Celso Sabino.

    A lista de eventos contemplados inclui ainda iniciativas como a Semana de Arte e Folclore de Abaetetuba, o Castanhal Junino, o Festival do Açaí de Inhangapi, o Festival de Folclore de Curuçá, o XIII Cacaufest e o IV Festival do Chocolate em Medicilândia, além de importantes feiras agropecuárias como a Feira Agropecuária de Xinguara (FAX), a Feira Agropec 2025, em Paragominas, e o evento agropecuário em Tucumã e Ourilândia do Norte.

    Leia Também:  MME publica diretrizes para temporadas de acesso da PNAST

    Já em Belém, será apoiado o espetáculo “Amazônia, Preservação da Esperança”, que une arte e conscientização ambiental.

    As ações fazem parte da política do Ministério do Turismo de regionalização do turismo, incentivando o fortalecimento de destinos emergentes e promovendo as tradições culturais brasileiras. Com o fomento a eventos locais, o governo federal contribui para dinamizar a economia em regiões fora do circuito turístico tradicional e valorizar a identidade de cada território.

    A iniciativa reforça o compromisso do Ministério em apoiar ações que evidenciem a riqueza cultural brasileira e fomentem a atividade turística como motor de desenvolvimento sustentável pelo país.

    Por Fabio Marques

    Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

    Fonte: Ministério do Turismo

    COMENTE ABAIXO:
    Propaganda

    BRASIL

    Turismo plural é estratégia de competitividade, defendem especialistas no Fórum Internacional de Mulheres no Turismo

    Publicados

    em

    Ir além do óbvio e incluir recortes de gênero, raça, idade e ancestralidade não é apenas uma pauta social, mas uma estratégia de competitividade e mercado para os destinos brasileiros. Essa avaliação marcou o painel “Diversidade e Inclusão Turística da Mulher”, realizado nesta quinta-feira (4), durante o segundo dia do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB). O debate reuniu especialistas em afroturismo, turismo 60+ e turismo indígena para discutir como diferentes trajetórias, identidades e territórios influenciam a forma de viajar, empreender e consumir turismo no país.

    ​A coordenadora-geral de Turismo Responsável e Sustentável do Ministério do Turismo, Carolina Fávero, destacou que as políticas públicas voltadas às mulheres precisam considerar essa pluralidade. “As mulheres viajam de maneiras diferentes, vivem realidades diferentes e se relacionam com os destinos de formas distintas. Pensar em um turismo mais inclusivo significa reconhecer essa diversidade e construir experiências que contemplem todas elas”, afirmou.

    ​Afroturismo

    ​Especialista em afroturismo, Thaís Rosa Pinheiro defendeu que os destinos brasileiros avancem no reconhecimento da diversidade racial presente no país e valorizem histórias que, por muito tempo, permaneceram invisibilizadas. 

    Segundo ela, os turistas buscam cada vez mais experiências autênticas, ligadas à identidade, à cultura e à memória dos territórios. ​”O turismo é feito de pessoas para pessoas. As belezas naturais são importantes, mas o que conecta o visitante aos destinos são as histórias, a cultura e a identidade de quem vive nesses lugares”, ressaltou.

    Leia Também:  MJSP apoia operação contra rede de crimes de ódio que aliciava adolescentes em plataformas digitais

    ​Para Thaís, ampliar o olhar sobre o afroturismo também significa qualificar o acolhimento e combater situações de discriminação, que ainda afetam viajantes negros em diferentes etapas da experiência turística.

    ​Turismo 60+

    A criadora do blog Sentidos do Viajar, Sylvia Yano, chamou a atenção para o crescimento da população idosa e para a necessidade de o setor desenvolver produtos e experiências mais adequados a esse público. Segundo ela, muitas mulheres acima dos 60 anos ainda não se reconhecem na comunicação e na oferta turística disponíveis atualmente.

    ​Dados apresentados pela especialista mostram que 74% das pessoas com mais de 60 anos não se enxergam representadas no turismo. Atualmente, o Brasil possui cerca de 35 milhões de pessoas nessa faixa etária, número que tende a crescer nas próximas décadas.

    ​”A população está envelhecendo e o turismo precisa se preparar para isso. Não estamos falando apenas de acessibilidade, mas de experiências significativas, autênticas e alinhadas aos interesses desse público”, ressaltou.

    ​Protagonismo indígena

    ​Representando a Rota dos Encantados Potiguara, a empreendedora indígena Îasypytã Potiguara defendeu que os povos originários deixem de ser vistos apenas como atrativos turísticos e passem a ocupar o papel de protagonistas na construção e na gestão das experiências oferecidas aos visitantes.

    Leia Também:  Lewandowski concede a Valdecy Urquiza Medalha de Ordem do Mérito do MJSP

    ​Segundo ela, iniciativas de etnoturismo sustentável têm contribuído para preservar tradições, fortalecer economias locais e gerar renda para mulheres indígenas em seus próprios territórios. ​”Quem melhor para contar a história de um povo do que as pessoas que pertencem a ele? Quando os povos indígenas assumem o protagonismo do turismo, fortalecem sua cultura, preservam seus territórios e transformam a realidade das comunidades”, afirmou.

    ​Encerrando o painel, as participantes defenderam que a ampliação da diversidade no turismo não deve ser vista apenas como uma pauta de inclusão, mas como uma estratégia para tornar os destinos mais competitivos, autênticos e preparados para atender aos diferentes perfis de viajantes que movimentam o setor.

    Por Natália Moraes e Isadora Lionço
    Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

    Fonte: Ministério do Turismo

    COMENTE ABAIXO:
    Continue lendo

    CUIABÁ

    POLÍCIA

    POLÍTICA MT

    MATO GROSSO

    MAIS LIDAS DA SEMANA