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Ministério do Turismo apoia um dos maiores ralis do país, o Cerapió

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O Cerapió 2026 deve movimentar cerca de R$ 8 milhões na economia dos municípios por onde passa, segundo estimativas baseadas em dados do Ministério do Turismo. Em sua 39ª edição, o rally acontece de 25 a 30 de janeiro, com largada em Aracati (CE) e chegada em Teresina (PI), reunindo uma caravana de aproximadamente 1.200 pessoas, entre competidores, equipes de apoio, imprensa e staff.

O Ministério do Turismo apoia o Piocerá/Cerapió pelo quarto ano consecutivo, em reconhecimento ao evento como uma iniciativa alinhada às políticas públicas de fomento ao turismo esportivo e de promoção de destinos, além de seu papel estratégico na interiorização do fluxo turístico e na dinamização das economias locais.

A ação integra a política do Governo do Brasil de incentivo ao esporte, reconhecendo seu poder transformador e sua capacidade de gerar impactos positivos para o desenvolvimento do turismo. A convergência entre esporte e atividade turística, como ocorre no Cerapió, contribui para a geração de emprego e renda, a inclusão social e o fortalecimento do desenvolvimento regional.

Ao longo de um percurso de 1.115 quilômetros, que atravessa cerca de 30 municípios, o rally movimenta diretamente setores como hotelaria, alimentação, combustíveis, serviços automotivos e comércio em geral, com destaque para as cidades que recebem os pernoites da prova: Canindé (CE), Sobral (CE), Piracuruca (PI) e Piripiri (PI). A característica itinerante do evento favorece a descentralização do turismo e amplia a distribuição dos benefícios econômicos para além dos grandes centros urbanos.

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O apoio do Ministério do Turismo contempla, ainda, a realização de ações voltadas à promoção de destinos, responsabilidade social, sustentabilidade, acessibilidade e comunicação antirracista, reforçando o Cerapió como um instrumento estratégico de valorização dos territórios por onde passa.

Com chancela da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), o Cerapió 2026 abre a temporada do Campeonato Brasileiro de Enduro e Rally de Regularidade, consolidando-se como um evento que integra esporte, turismo e desenvolvimento econômico, ao mesmo tempo em que amplia a visibilidade nacional de destinos fora dos circuitos tradicionais.

Por Fábio Marques, com informações do Cerapió
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil apresenta à OCDE avanços do primeiro Plano Nacional sobre Migração, Refúgio e Apatridia

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Paris, 30/6/2026 – O Brasil apresentou ao Grupo de Trabalho sobre Migração da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entre 24 e 26 de junho, em Paris (França), os avanços da Política Nacional sobre Migração, Refúgio e Apatridia (PNMRA), com destaque para a elaboração do I Plano Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (I PlaNaMigra), conduzida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus).

Atualmente em consulta pública, o I PlaNaMigra reúne medidas voltadas à integração socioeconômica de migrantes e refugiados, ao reconhecimento de qualificações profissionais, à ampliação do acesso ao mercado de trabalho, ao incentivo ao empreendedorismo e ao aprimoramento do uso de dados para a formulação de políticas públicas.

Experiência brasileira em grandes fluxos migratórios

O encontro reuniu representantes de governos e especialistas para debater governança migratória, integração, mobilidade laboral e respostas aos deslocamentos internacionais. Durante a agenda, o Brasil compartilhou experiências reconhecidas internacionalmente no acolhimento, na integração e na proteção de pessoas migrantes, refugiadas e apátridas.

O governo brasileiro destacou a resposta ao fluxo de pessoas provenientes da Venezuela, especialmente por meio da Operação Acolhida e da aplicação ampliada da definição regional de refugiado prevista na Declaração de Cartagena, que possibilitou mecanismos de reconhecimento mais ágeis e abrangentes para pessoas que fugiram de graves e generalizadas violações de direitos humanos.

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Também foi apresentado o Programa Brasileiro de Acolhida Humanitária por Patrocínio Comunitário para nacionais afegãos, recentemente institucionalizado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública e atualmente em fase de expansão.

A iniciativa é considerada referência internacional por combinar proteção humanitária, regularização migratória, documentação, acesso a serviços públicos, integração local e promoção da autonomia.

A delegação contou com a participação do diretor do Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça (Demig), Victor Semple, e da representante da Polícia Federal, a delegada Juliana Teixeira. A equipe se reuniu com o embaixador Sarquis José Buainain Sarquis, representante permanente do Brasil junto à OCDE.

“Os desafios decorrentes dos deslocamentos em larga escala exigem cooperação com diferentes organismos internacionais, e a OCDE reúne grandes países receptores de migrantes e refugiados, como o Brasil”, afirma Victor Semple.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Cooperação internacional

A OCDE é um organismo internacional que reúne atualmente 38 países membros, com o objetivo de promover políticas públicas voltadas ao crescimento econômico sustentável, à geração de empregos, à inclusão social e ao aprimoramento da governança pública.

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A organização funciona como um importante fórum de cooperação e intercâmbio de experiências, produzindo estudos, indicadores e recomendações em áreas como economia, trabalho, educação, migração, meio ambiente e inovação. O Brasil participa de diversos comitês e iniciativas da OCDE e está em processo de adesão formal à organização.

A participação brasileira reforça o compromisso do MJSP com o fortalecimento da governança migratória, a promoção de vias regulares de migração e a ampliação da cooperação internacional. O intercâmbio de experiências com os países membros da OCDE contribui para o aperfeiçoamento das políticas públicas brasileiras e para o desenvolvimento de sistemas migratórios mais eficientes, inclusivos e resilientes.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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