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Ministério do Turismo expande “Experiências do Brasil Original” para assentamentos rurais
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Inspirado pela riqueza natural, cultural e humana que forma a essência do Brasil, um novo capítulo se inicia para ampliar e diversificar a oferta turística brasileira e levar experiências únicas a um público ainda maior. Com o sucesso do projeto “Experiências do Brasil Original”, que atuou na valorização da cultura, dos costumes e do modo de vida singulares de povos e comunidades tradicionais, o Ministério do Turismo (MTur) agora expande a iniciativa para assentamentos rurais, buscando posicionar as localidades como poderosos instrumentos de transformação territorial, resistência da população rural e preservação ambiental.
A nova etapa será executada em colaboração com o Instituto Federal do Maranhão (IFMA), que firmou parceria junto ao MTur no sentido de desenvolver o projeto nos assentamentos da reforma agrária. Estes espaços possuem diferenciais ancorados na autenticidade cultural, na sustentabilidade ambiental e na vivência comunitária, compondo um conjunto de atrativos que se alinham a tendências globais de turismo responsável e regenerativo.
Durante reunião na quinta-feira (31/07), a secretária nacional de Políticas de Turismo do MTur, Cristiane Sampaio, e a coordenadora-geral de Produtos e Experiências Turísticas do órgão, Fabiana Oliveira, debateram os próximos passos da ação com a coordenadora do IFMA, Mirella Carvalho; a representante da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Ísis Campos, e membros das cinco comunidades que serão beneficiadas.
“O projeto vai além da inclusão social e do empreendedorismo. Nosso compromisso é o de transformar o turismo em uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento sustentável, valorizando e respeitando as raízes do nosso país”, frisou a secretária Cristiane Sampaio.
Mirella Carvalho apresentou as iniciativas que serão realizadas no projeto, focadas em atividades de sensibilização e mobilização, no diagnóstico das comunidades, na criação de experiências turísticas memoráveis, na oferta de mentorias e capacitações, além de ações de acesso ao mercado turístico.
A parceria irá atender cinco assentamentos das diferentes macrorregiões brasileiras, definidos mediante critérios técnicos apresentados pelo MST: proximidade com grandes centros urbanos; experiência prévia em receptivo turístico; atendimento a territórios de todas as regiões do país – com área e número de famílias assentadas não uniformes – e localidades que apresentam uma variedade complementar de riquezas naturais e culturais, focadas na agroecologia e na cultura camponesa.
DESTINOS – Alagoas será o representante da região Nordeste. Já no Norte, o projeto beneficiará um assentamento do Pará. O representante da região Sul vai ser o estado do Paraná, enquanto Minas Gerais e Mato Grosso foram os selecionados das regiões Sudeste e Centro-Oeste, respectivamente.
O objetivo do projeto é fortalecer o turismo de base comunitária em assentamentos rurais, capacitando as comunidades para oferecer experiências turísticas de alta qualidade e posicionar os destinos no mercado turístico.
O “Experiências do Brasil Original” tende a ser um divisor de águas para as comunidades atendidas, ao proporcionar aprendizado e apresentar ferramentas de desenvolvimento do turismo local de forma sustentável e responsável.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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GT reúne setor produtivo para debater competitividade e melhoria do ambiente de negócios
Mais de 100 representantes do setor produtivo, entidades e sociedade participaram, na quarta-feira (16/9), de reunião para apresentação dos avanços da Agenda para a Redução do Custo Brasil. Uma das novidades anunciadas foi a mudança do nome para Agenda Brasil Mais Competitivo, em norma a ser publicada.
Pela primeira vez desde a instituição do Grupo de Trabalho, a reunião foi aberta à participação do setor produtivo, de entidades representativas e da sociedade em geral. A iniciativa foi promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Durante o encontro, representantes dos ministérios responsáveis pelos setores de energia e transportes apresentaram a evolução de políticas e iniciativas relacionadas ao ciclo 2023-2025 e os principais avanços em medidas com potencial de impacto sobre o ambiente de negócios e a competitividade.
Energia, gás e logística em debate
A programação da reunião incluiu apresentações de representantes dos Ministérios de Portos e Aeroportos, dos Transportes e de Minas e Energia.
O Ministério de Portos e Aeroportos apresentou a Política Nacional Setorial de Identificação Biométrica. Na sequência, o Ministério dos Transportes apresentou o Plano Nacional de Logística 2050. Pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o Departamento de Gás Natural apresentou as ações do governo federal no mercado de gás natural e sua importância para a melhoria da competitividade no Brasil.
Também foram apresentadas iniciativas relacionadas ao setor de energia elétrica, com destaque para medidas voltadas à melhoria do sinal de preços, incluindo a Consulta Pública MME nº 218/2026, a regulamentação do curtailment e a regulamentação do Encargo de Reserva de Capacidade (Ercap), de modo a considerar o perfil de carga.
Setor produtivo participa do debate
Após as explanações foi aberto espaço para manifestações dos participantes, ampliando o diálogo entre governo, setor produtivo e entidades representativas. As manifestações destacaram gargalos, especialmente quanto a celeridade nos processos de prestação de serviços públicos, de modo a reduzir entraves que impactam diretamente a atividade produtiva.
Nova Agenda
A Agenda Brasil Mais Competitivo foi apresentada como resultado do trabalho desenvolvido nos últimos anos, especialmente na seleção das propostas que integram a carteira. Dentro do processo foram identificadas melhorias e aprimoramentos regulatórios a fim de enfrentar entraves concretos ao ambiente de negócios e que possam contribuir para o aumento da competitividade da economia brasileira.
A construção da nova carteira se deu por meio de consulta pública que contabilizou mais de 270 contribuições, resultando em novas propostas prioritárias, que se somam aos projetos remanescentes do ciclo anterior e devem ser implementadas ao longo do próximo período.
Assim, a nova Agenda está na etapa de desenho e validação, em conjunto com os ministérios setoriais, dos planos de ação de cada projeto da carteira.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços



