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Ministério do Turismo lança painel interativo com dados atualizados do Fungetur

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O Ministério do Turismo lançou um painel virtual interativo que reúne dados atualizados sobre os financiamentos do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur), reforçando a transparência e facilitando o acesso à informação pública. A ferramenta irá auxiliar quem quiser entender melhor como os recursos da iniciativa estão sendo aplicados.

O painel pode ser acessado aqui.

Disponível no site do MTur, o painel foi pensado para aproximar a sociedade das ações do governo e tornar mais simples a consulta a informações de interesse coletivo. De forma intuitiva, o cidadão poderá acompanhar contratos firmados com recursos do Fungetur e visualizar os dados por filtros como ano, região e linhas de crédito.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a iniciativa fortalece a relação de confiança entre o poder público e a população. “Transparência é um valor essencial para uma gestão responsável. Com esse painel, qualquer pessoa pode acessar as informações a qualquer hora, o que contribui para uma administração mais ética, eficiente e próxima da sociedade”, afirma.

A ferramenta apresenta os dados de maneira dinâmica e acessível, permitindo que empresários, gestores públicos, pesquisadores e cidadãos em geral acompanhem indicadores e resultados dos investimentos realizados com recursos do fundo. O lançamento do painel representa mais um avanço na comunicação do Ministério do Turismo com a sociedade e reafirma o compromisso da Pasta com a inovação e a democratização do acesso aos dados públicos.

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FUNGETUR – O Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur) é uma das principais ferramentas do Governo Federal para fortalecer o setor turístico brasileiro. Por meio de linhas de crédito com condições diferenciadas e taxas atrativas, o fundo apoia empresas do turismo, incluindo micro e pequenos negócios, que geram emprego, renda e movimentam a economia local.

Os financiamentos podem ser utilizados para capital de giro, compra de equipamentos, realização de obras, ampliação e modernização dos empreendimentos. Para acessar o crédito, o primeiro passo é estar cadastrado no Cadastur, o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo. O registro é gratuito e pode ser feito no site www.cadastur.turismo.gov.br. Com o cadastro regular ou em implantação e o certificado em mãos, o empresário já pode procurar uma das mais de 30 instituições financeiras habilitadas a operar a linha de crédito (CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA).

FACILIDADE E CONDIÇÕES – As condições do Fungetur são um dos grandes atrativos. As linhas permitem financiamentos de até R$ 15 milhões, com juros reduzidos — em torno de 5% ao ano, acrescidos de índices de correção —, prazos longos e carência que pode chegar a cinco anos, a depender da modalidade. Para capital de giro, os prazos podem alcançar até 60 meses. Para obras, construção, reforma e ampliação, o pagamento pode se estender por até 240 meses.

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Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio

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Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais. 

Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.  

O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento. 

A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública. 

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Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água

O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro. 

O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.  

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Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco. 

O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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