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Ministério do Turismo leva ao Maranhão ações para o desenvolvimento turístico local

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Dando continuidade às ações itinerantes do “Programa de Regionalização do Turismo em Ação – Mapa do Turismo até Você”, representantes do Ministério do Turismo foram ao Maranhão para impulsionar e fortalecer o setor no estado. A iniciativa, que está percorrendo o Brasil, busca sensibilizar, capacitar e mobilizar gestores municipais quanto à oferta de suporte técnico pelo órgão. O objetivo é permitir a integração de municípios ao Mapa do Turismo Brasileiro, ferramenta estratégica que orienta ações governo federal na área.

A visita inclui encontros entre a equipe técnica do Ministério do Turismo e dirigentes das secretarias municipais e de Estado do Turismo, com o objetivo de promover cidades e regiões turísticas maranhenses. Durante três dias de programação, serão realizadas palestras, oficinas práticas e atendimentos personalizados, alcançando desde prefeitos e secretários de Turismo a empresários e membros da sociedade civil.

“O projeto tem como objetivo não apenas o preenchimento adequado dos dados dos municípios na plataforma nacional SISMAPA, que reúne informações para o Mapa do Turismo, mas também o fortalecimento das políticas públicas de turismo de forma sustentável e regionalmente integrada”, explica a secretária nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, Cristiane Sampaio.

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Com a iniciativa, o governo federal adequa ainda mais políticas públicas à realidade local, promovendo um turismo mais qualificado, planejado e competitivo. “As ações do PRT em Ação são ferramentas para aproximar a gestão federal com quem faz o turismo na ponta, levando informações sobre a importância da regionalização, a Nova Lei Geral do Turismo, o Plano Nacional do Turismo e o Mapa”, detalha a coordenadora-geral de Definição de Áreas Estratégicas para o Desenvolvimento do Turismo do MTur, Ana Carla Moura.

TENDÊNCIA – Com forte vocação turística, o Maranhão recebe anualmente milhares de visitantes, especialmente à procura das paisagens encantadoras do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Reconhecido no ano passado pela Unesco como Patrimônio Mundial Natural, o destino alcançou o 4º lugar no ranking dos pontos turísticos brasileiros mais pesquisados por estrangeiros na internet em 2024, com mais de 12 mil buscas. Os dados são da plataforma Similarweb e foram divulgados na revista Tendências do Turismo 2025, elaborada pelo MTur em parceria com a Embratur.

INFRAESTRUTURA – Dando sequência ao apoio à estruturação turística do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o Ministério do Turismo, em parceria com Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Unesco, reabriu o edital de contratação de consultoria para a realização de estudos e projetos destinados à organização do sistema de trânsito interno, transporte e mobilidade no interior da unidade. Conforme o novo cronograma do processo, que inclui o mapeamento de trilhas (para uso não motorizado e vias internas para modais motorizados), as empresas interessadas devem submeter propostas até 17 de abril, por meio da plataforma de licitações da Unesco.

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Por Fábio Marques

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Alunos nota mil inspiram preparação para a redação do Enem 2026

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De Fortaleza (CE), Carlos Eduardo Gomes transformou a conquista da nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em oportunidade e orientação a outros estudantes. De Virginópolis (MG), Samille Leão reservava tempo para responder simulados e reproduzir, em casa, as condições do dia da prova. De Jaguaribe (CE), Elivandro Rodrigues, professor, participa do exame anualmente para compreender melhor os desafios enfrentados por seus alunos. Três trajetórias que podem inspirar quem se prepara para o Enem 2026. 

Esses caminhos se encontram na nova edição da cartilha “A Redação do Enem 2026 – Cartilha do Participante”, recém-divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O material explica os critérios de avaliação e apresenta redações de participantes da edição anterior, acompanhadas de comentários pedagógicos. 

Para Carlos Eduardo, o apoio da família foi decisivo na trajetória até a universidade e na realização do sonho de cursar medicina. “Sempre acreditaram muito em meu potencial de conseguir chegar em uma universidade, de cursar medicina, que sempre foi meu sonho”, conta, ao falar dos avós e das tias. 

A conquista também ampliou o alcance de um projeto de mentoria de redação que Carlos já desenvolvia. Assim, ele passou a atuar na preparação de quase uma centena de estudantes a partir de seu próprio projeto e a integrar uma iniciativa da Secretaria de Educação voltada a alunos do oitavo e do nono ano. “Antes, eu buscava me inspirar em outras histórias, outras trajetórias. E saber que hoje eu sou uma dessas inspirações é uma grande realização para mim”, afirma. 

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Na preparação de Samille, estudante de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os simulados tinham lugar na rotina, inclusive durante feriados e encontros de família. “Eu simulava como se fosse o dia do Enem”, lembra. Para manter a concentração, ela pedia que ninguém entrasse em seu quarto enquanto fazia a prova. 

Ao recordar o caminho até a nota máxima, Samille destaca a dedicação e a importância das relações pessoais durante os estudos. “O que eu gostaria que as pessoas lembrassem. quando elas conhecessem minha história. é que é possível, sim, realizar nossos sonhos com dedicação e paciência”, diz. 

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Elivandro Rodrigues encontrou no próprio exame uma forma de aprimorar o trabalho em sala de aula. A inspiração veio de uma professora de física que fazia o Enem todos os anos para orientar melhor os estudantes. “Meu propósito não é simplesmente tirar nota mil. Eu quero ajudar meus alunos”, explica. Para ele, analisar os próprios erros também ajuda a identificar dificuldades e a preparar os alunos para a prova. 

A nota máxima trouxe reconhecimento ao professor e abriu caminho para a criação de um espaço presencial de ensino em sua cidade. “Isso me abriu uma porta aqui na cidade para ter um local presencial, ter um reforço, ter um curso de redação”, relata.  

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As experiências dos três mostram como a prática, o apoio de outras pessoas e a reflexão sobre a aprendizagem podem fazer parte da preparação para a escrita. 

Cartilha – A relação entre conhecimento e argumentação recebe atenção especial na nova cartilha do MEC. O documento alerta para o uso do chamado “repertório de bolso”, ou seja, referências memorizadas e empregadas de forma genérica, sem conexão efetiva com a discussão. De acordo com a cartilha, inserir uma citação de maneira automática ou forçada pode prejudicar a compreensão da proposta e a aplicação de conhecimentos ao tema. 

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A orientação da cartilha é selecionar referências pertinentes e explicar como elas contribuem para o argumento. Livros, filmes, acontecimentos históricos e outros conhecimentos construídos ao longo da formação podem ser utilizados, desde que façam sentido no texto. 

Além disso, também há a recomendação de leitura cuidadosa da proposta e dos textos motivadores antes de definir o posicionamento que será defendido. 

Para ajudar os participantes a compreender essas exigências, o material detalha as cinco competências avaliadas: domínio da escrita formal da língua portuguesa; compreensão do tema e da estrutura dissertativo-argumentativa; organização de informações e argumentos; uso dos recursos linguísticos que conectam as ideias; e elaboração de uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Cada competência pode receber até 200 pontos. 

Na cartilha, há uma seleção com redações de estudantes das cinco regiões do país que obtiveram boas notas no Enem 2025. Os comentários apontam como cada participante desenvolveu o tema, articulou o repertório e apresentou sua proposta de intervenção, oferecendo referências para a revisão e o aprimoramento da própria escrita. 

Também foram disponibilizadas versões com orientações específicas para participantes com dislexia, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para participantes surdos ou com deficiência auditiva.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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