BRASIL
Ministério do Turismo reforça atração de investimentos ao Brasil no principal evento da hotelaria na América Latina e Caribe
BRASIL
A busca por mais investimentos na hotelaria brasileira foi o foco da participação do Ministério do Turismo na 20ª edição do SAHIC Latin America & The Caribbean, realizada nesta semana, no Rio de Janeiro (RJ). O evento, que, pelo segundo ano consecutivo, teve a capital fluminense como palco (algo inédito), reuniu mais de 350 executivos, investidores e líderes do setor, conectando empreendedores a diversas oportunidades de negócios na área.
Representando o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o secretário nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimentos da pasta, Carlos Henrique Sobral, apresentou avanços recordes alcançados pelo Brasil, a exemplo da chegada de quase 9,3 milhões de visitantes internacionais em 2025 e do desempenho histórico do setor aéreo no mesmo período, que movimentou, pela primeira vez na história cerca de 130 milhões de passageiros em voos nacionais e internacionais.
Carlos Henrique Sobral estimulou a atuação de investidores no país e expôs estratégias do Governo do Brasil com esse objetivo. “O cenário extremamente promissor do turismo brasileiro e o ambiente de negócios favorável oferecem a oportunidade perfeita de apostar em um país que desponta como um dos principais players do mercado global. E para facilitar a crescente atração de investimentos, o Ministério do Turismo desenvolve iniciativas que aproximam gestores privados das várias oportunidades que oferecemos”, afirmou Sobral, que foi um dos debatedores de um painel sobre o posicionamento da América Latina como destino-chave de investimentos em meio às mudanças econômicas globais.
O secretário do Ministério do Turismo elencou ações federais, como a disponibilização do Guia de Investimentos em Turismo do Brasil, elaborado em parceria com a ONU Turismo e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF). A ferramenta lista 23 projetos prioritários na área, com potencial estimado de US$ 4,5 bilhões, permitindo que empreendedores tenham uma visão estruturada do ambiente de negócios brasileiro. (Acesse AQUI o guia)
Ele ressaltou ainda que, por meio do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur), empreendedores privados têm acesso a crédito em condições especiais, favorecendo a obtenção de capital de giro, a realização de obras e a aquisição de equipamentos.
A programação dos dois dias do SAHIC 2026 envolveu painéis com líderes der grandes redes hoteleiras globais, incluindo Marriott International, Accor e BWH Hotels, que discutiram temas como expansão de marcas, novos modelos de negócios e tendências da indústria do segmento na América Latina e no Caribe. O evento teve a participação do prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere; do CEO do SAHIC, Arturo García; e do economista-chefe do CAF, Oswaldo López, entre outros.
Mais investimentos
O Ministério do Turismo trabalha atualmente para ampliar a oferta de oportunidades no Portal de Investimentos. Por meio de um amplo mapeamento, o órgão visa identificar ao menos 30 novos projetos até 2027 e publicá-los na plataforma. Com isso, investidores e grupos empresariais poderão identificar chances de atuação e acelerar aportes no turismo nacional de forma competitiva, transparente e sustentável.
A previsão de inserção de novas propostas no portal faz parte das iniciativas do Programa de Atração de Investimentos Privados para o Turismo, criado pela pasta no último dia 18 de março. Os 30 projetos previstos para serem acrescentados à ferramenta vão se somar a outros 73 já publicados, que representam um investimento de R$ 5,62 bilhões e a expectativa de quase 100 mil empregos diretos. A iniciativa está alinhada ao Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027, que estabelece diretrizes e metas para o desenvolvimento do setor no Brasil.
Modernização
O Ministério do Turismo vem operando uma importante modernização na hotelaria nacional, com a implementação da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) Digital e a eliminação do uso de papel.
Para o hóspede, a FNRH Digital significa um check-in muito mais ágil, proporcionando o pré-preenchimento automático de dados por meio do sistema Gov.br e facilidades à realização do processo por estrangeiros.
Já para o setor de hospedagem, a mudança representa economia de tempo e de custos operacionais, além de mais segurança jurídica e obtenção de relatórios para aprimorar a gestão na área. O trabalho também permite disponibilizar uma plataforma integrada, auditável e rastreável, contribuindo com dados estratégicos, que ajudam no planejamento do turismo nacional. A partir de 20 de abril de 2026, todos os estabelecimentos de hospedagem do Brasil deverão adotar o modelo.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
NIB apresenta soluções inovadoras com sustentabilidade ambiental que são exemplo para o planeta, diz ministro
O Brasil participa da Hannover Messe, na Alemanha, maior feira internacional da indústria, se apresentando ao mundo como parceiro estratégico de uma indústria global sustentável. Na abertura do Pavilhão Brasil, nesta segunda-feira (20/04), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que a Nova Indústria Brasil (NIB) quer apresentar ao mundo soluções modernas de avanço tecnológico com reconhecida sustentabilidade ambiental.
“O Brasil oferece ao mundo a oportunidade de uma indústria capaz de promover a descarbonização, a transição energética com soluções ambientalmente sustentáveis”, destacou o ministro diante de autoridades brasileiras e alemãs e empresários de todo o mundo. “O Brasil de hoje, do presidente Lula, é o que garante indicadores sociais e indicadores econômicos capazes de garantir que nós tenhamos no país um processo de inclusão social contínuo e sem rupturas”, completou o ministro.
País parceiro oficial da feira, o Brasil montou uma programação robusta e estratégica, posicionando o país no centro das discussões globais sobre o futuro da indústria. Ao longo dos cinco dias, a programação inclui atividades simultâneas na Arena de Inovação Brasil (Hall 11 – D56) e no Pavilhão Brasil (Hall 12 – E45), incluindo debates sobre tecnologia, inovação industrial, transição energética e automação, além de atividades culturais para mostrar ao mundo o que o Brasil tem de melhor.
Para Márcio Elias Rosa, a feira é uma oportunidade importante para o Brasil apresentar ao mundo o bom trabalho que o setor produtivo nacional vem realizando.
Confira o discurso completo do ministro Márcio Elias Rosa (vídeo)
Protagonista da transição energética
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, na abertura do pavilhão, que o Brasil quer assumir protagonismo global na transição energética e se consolidar como parceiro estratégico da Europa em inovação, indústria limpa e desenvolvimento sustentável. Lula destacou que o país está preparado para competir “em qualquer feira do mundo”, com capacidade de aprender, compartilhar tecnologia e oferecer soluções energéticas limpas.
“Nós temos uma boa base intelectual, nós temos uma boa base tecnológica, nós temos empresas extraordinárias como a Petrobras, nós temos empresas como a Embraer, que é a terceira maior produtora de avião do mundo. E nós temos a capacidade de compartilhar com a Alemanha coisas em toda a América do Sul”, prosseguiu.
Lula destacou a força da matriz energética brasileira e afirmou que o país reúne condições únicas para liderar a oferta de combustíveis renováveis. “O Brasil fala que será uma potência mundial na transição energética e que será uma potência mundial na oferta de combustível renovável ao mundo. Nós não estamos falando pouca coisa”, declarou.
Desafios geopolíticos
“O Brasil oferece para o mundo a possibilidade de instalar indústrias de manufatura com a menor emissão de gases de efeito estufa que é possível no planeta”, afirmou o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa, em painel do 42º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), o principal fórum bilateral do setor produtivo dos países.
O ministro – ao lado da ministra da Economia e Energia da Alemanha, Katherina Reiche – explicou como o governo federal tem respondido aos desafios geopolíticos globais. O governo lançou o programa Brasil Soberano para apoiar empresas exportadoras impactadas pelo tarifaço norte-americano no ano passado e, mais recentemente, pela crise no Golfo Pérsico.
“Se não fizermos desse modo, as empresas seguramente perderão o mercado, com isso perderão competitividade e perderão também os avanços tecnológicos”, explicou o ministro.
Ao mesmo tempo que enfrenta desafios globais, o Brasil apresenta ao mundo caminhos sustentáveis, como na área de transição energética e ecológica. Como exemplo, o ministro destacou que um carro elétrico produzido no Brasil emite 40% menos de gases de efeito estufa e que o Brasil tem muito a contribuir com os países que precisam descarbonizar a produção.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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