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Ministro Luiz Marinho abre etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho em Belo Horizonte

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou na manhã desta terça-feira (18 de novembro), em Belo Horizonte (MG), da abertura da etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (CNT). A Conferência é um espaço tripartite, paritário e democrático, voltado à construção coletiva de diretrizes e políticas públicas para a promoção do trabalho decente, a valorização das relações laborais e o fortalecimento do diálogo social em todo o país. As etapas estaduais da CNT estão sendo realizadas em todas as regiões do Brasil entre setembro e 11 de dezembro de 2025. A etapa nacional está prevista para 4 de março de 2026, em São Paulo.

Durante a cerimônia de abertura, o ministro destacou o papel estratégico do diálogo social na formulação de políticas públicas.
“Este é um espaço de discussão, de concertação e de construção coletiva. O papel da Conferência é ouvir e propor mudanças capazes de enfrentar velhos problemas, erradicar formas degradantes de trabalho, combater o trabalho infantil e discutir as novas dinâmicas das relações de trabalho. É no diálogo que encontramos as melhores alternativas”, afirmou Marinho.

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O ministro também chamou atenção para os desafios atuais do mercado de trabalho: “O país tem as melhores taxas de emprego da história, mas ainda enfrentamos dificuldades, seja pela baixa remuneração oferecida em alguns setores, seja pela falta de qualificação de quem ficou fora do mercado. Precisamos pensar políticas públicas sustentáveis que promovam inclusão, justiça social e desenvolvimento”, destacou.

Em sua fala, Marinho reforçou que o objetivo central da CNT é preparar um novo ciclo de desenvolvimento para o Brasil, com mais justiça social e melhores condições de trabalho. “Temos a oportunidade de realizar a melhor conferência da história sobre o mundo do trabalho no Brasil. Um ambiente laboral de qualidade reduz acidentes, previne o adoecimento mental, aumenta a produtividade e promove inclusão. Está em nossas mãos construir esse caminho”, concluiu.

O representante da bancada dos empregadores, presidente da Fecomércio-MG, Nadim Donato, enfatizou no encontro a importância do diálogo entre os diferentes segmentos presentes.
“É um prazer recebê-los aqui. Nada é mais importante do que nos sentarmos para debater, cada um defendendo suas posições, mas sempre buscando um consenso que beneficie a todos”, afirmou.

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Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-MG), Valéria Morato, o protagonismo de Minas Gerais fortalece a etapa estadual da Conferência e aprofunda o debate sobre direitos trabalhistas. “Realizamos 13 conferências livres nos quatro cantos do estado, um processo único no país. Após a reforma trabalhista, a pandemia e o avanço da inteligência artificial, é urgente debater temas como a terceirização, a pejotização e o fortalecimento das entidades sindicais”, afirmou.laboral de qualidade reduz acidentes, previne adoecimento mental, aumenta a produtividade e promove felicidade. Está em nossas mãos construir esse caminho”, concluiu.
estavam presentes a abertura o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, Marcelo Lamego; o secretário de Relações do Trabalho, Marcos Perioto; o superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego em Minas Gerais, Carlos Calazans; a representante da Organização Internacional do Trabalho, Fernanda Barreto; e a vice-presidenta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputada Leninha (PT).
Confira aqui mais informações sobre a II Conferência Nacional do Trabalho

Conferência Nacional do Trabalho (CNT)

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Ministro Wellington Lima apresenta ações do MJSP à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado na Câmara dos Deputados

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Brasília, 9/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou, nesta terça-feira (9), de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados para apresentar iniciativas da pasta e responder a questionamentos de parlamentares sobre segurança pública.

A audiência contou com a presença de outros integrantes da gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), entre os quais o secretário nacional de Segurança Pública (Senasp), Chico Lucas; o secretário nacional de Assuntos Legislativos, Paulo Modesto; o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes; a secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado; e o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.

Na reunião, o ministro mencionou a atuação integrada entre União, estados, municípios, Poder Judiciário, Ministério Público (MP) e forças de segurança para o enfrentamento da criminalidade organizada.

Segundo Wellington Lima, a formulação de políticas públicas eficazes depende da cooperação institucional e do diálogo permanente com as Casas Legislativas. “Não há segurança pública sem o Congresso Nacional. A construção de políticas públicas eficazes exige diálogo permanente com o Parlamento, com o Judiciário, com o Ministério Público e com os profissionais que estão na ponta do sistema de segurança”, afirmou.

Entre os temas abordados estiveram as estratégias de combate ao crime organizado, as ações de fortalecimento do sistema prisional, as medidas de combate ao tráfico ilícito de armas e as iniciativas voltadas à descapitalização financeira de organizações criminosas.

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Ao tratar das medidas de enfrentamento às facções criminosas, Wellington Lima ressaltou a importância do enfraquecimento financeiro desses grupos.

“O primeiro eixo é exatamente a reprodução e o aperfeiçoamento dos mecanismos de asfixia financeira. É preciso tirar o oxigênio do crime organizado.”

O ministro também apresentou iniciativas voltadas ao aprimoramento da inteligência e da investigação criminal, com foco na ampliação da capacidade de esclarecimento de homicídios e das operações de repressão às organizações criminosas.

Ao abordar o sistema penitenciário, defendeu investimentos em tecnologia, inteligência e protocolos de segurança para impedir a comunicação de lideranças criminosas com grupos que atuam fora das unidades prisionais. “Esse é um problema que não poderia ser adiado de modo algum”, enfatizou.

Operações em unidades prisionais

Durante a audiência, Wellington Lima anunciou que o MJSP realizará, até o final de 2026, uma operação nacional e duas regionais por mês em unidades prisionais de todo o País.

A medida busca reforçar o controle do sistema penitenciário, combater a atuação de organizações criminosas e ampliar a integração entre as forças de segurança e as administrações penitenciárias estaduais.

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Plataformas digitais

Sobre plataformas digitais, parlamentares também questionaram os decretos relacionados à atuação das plataformas digitais e às medidas de enfrentamento de crimes praticados no ambiente virtual.

O ministro explicou que as normas foram elaboradas com base em análises técnicas e dados relacionados ao crescimento de ilícitos praticados pela internet, como fraudes eletrônicas, exploração sexual de crianças e adolescentes e divulgação não autorizada de conteúdo íntimo.

“Os decretos foram elaborados a partir de evidências concretas sobre a crescente centralidade da internet na vida dos brasileiros e sobre a urgência de enfrentar o aumento de crimes, atos ilícitos e condutas abusivas que vêm se multiplicando no ambiente digital”, disse.

De acordo com Wellington Lima, as medidas buscam ampliar a capacidade de resposta do Estado diante desses crimes, sem afastar o papel do Congresso Nacional na discussão e eventual definição de regras permanentes para o setor.

“O Parlamento é sempre quem melhor legisla, mas muitas vezes a sociedade clama por alguma providência mais imediata”, completou.

A audiência integra as atividades de fiscalização e de acompanhamento das políticas públicas conduzidas pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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