CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

MJSP participa de abertura da Semana Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra crianças e Adolescentes

Publicados

BRASIL

Brasília, 19/05/2025 – Começou, nessa segunda-feira (19), a Semana Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. O evento ocorre em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18 de maio), instituído pela Lei Federal nº 9.970/00. O objetivo é discutir políticas públicas e o papel da população na construção de meios de prevenir e combater todos os tipos de violência.

A secretária de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado, representou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, na solenidade de abertura, no Tribunal de Contas da União, em Brasília (DF). Ela destacou a urgência das discussões sobre o tema no Brasil. “Três em cada quatro vítimas de violência sexual no Brasil são crianças e adolescentes. Não podemos normalizar essa tragédia.”

A titular da pasta apresentou ações do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para garantir a proteção integral da população jovem, como a estratégia Crescer em Paz, que apresenta 45 medidas de prevenção a violências, com mais de R$ 80 milhões em investimentos. A abordagem busca identificar riscos e fatores de proteção comuns a problemas de violência, uso de drogas e envolvimento com o crime.

Leia Também:  Ministério do Turismo destaca arte, fé e emoção na apresentação do Manto do Círio 2025

Marta Machado também citou a implementação do programa Cria — Prevenção e Cidadania, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), para prevenir o uso de drogas, bullying e embriaguez parental. Há também atuação da Secretaria de Direitos Digitais, com ações de regulação de plataformas, criação de canais de denúncia, revisão de classificação etária de aplicativos e repressão a redes criminosas.

“Nenhuma política pública pode se considerar legítima se não colocar a proteção e o bem-estar de cada criança e adolescente no centro de suas ações. O futuro do nosso País depende da proteção que oferecemos a ele hoje”, concluiu a secretária da Senad.

Moderação das redes

Um tema bastante discutido durante a solenidade foi a moderação das redes sociais como medida de proteção às crianças e adolescentes. O assunto foi citado pela primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva. “A falta de responsabilização das plataformas digitais no Brasil tem contribuído para a proliferação e a diversificação das infrações no ambiente digital, expondo nossas crianças e adolescentes a riscos alarmantes como violência virtual, aliciamento e bullying.”

Leia Também:  Alckmin representa Brasil na posse de novo presidente da Bolívia

Por fim, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, ressaltou que a luta é para que nenhuma criança ou adolescente no Brasil viva sob o medo da violência. “Como sociedade, precisamos nos indignar e agir com urgência contra o abuso e exploração, seja no mundo físico ou no ambiente digital, que se tornou um espaço alarmante de violações”, disse.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Propaganda

BRASIL

Alunos nota mil inspiram preparação para a redação do Enem 2026

Publicados

em

De Fortaleza (CE), Carlos Eduardo Gomes transformou a conquista da nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em oportunidade e orientação a outros estudantes. De Virginópolis (MG), Samille Leão reservava tempo para responder simulados e reproduzir, em casa, as condições do dia da prova. De Jaguaribe (CE), Elivandro Rodrigues, professor, participa do exame anualmente para compreender melhor os desafios enfrentados por seus alunos. Três trajetórias que podem inspirar quem se prepara para o Enem 2026. 

Esses caminhos se encontram na nova edição da cartilha “A Redação do Enem 2026 – Cartilha do Participante”, recém-divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O material explica os critérios de avaliação e apresenta redações de participantes da edição anterior, acompanhadas de comentários pedagógicos. 

Para Carlos Eduardo, o apoio da família foi decisivo na trajetória até a universidade e na realização do sonho de cursar medicina. “Sempre acreditaram muito em meu potencial de conseguir chegar em uma universidade, de cursar medicina, que sempre foi meu sonho”, conta, ao falar dos avós e das tias. 

A conquista também ampliou o alcance de um projeto de mentoria de redação que Carlos já desenvolvia. Assim, ele passou a atuar na preparação de quase uma centena de estudantes a partir de seu próprio projeto e a integrar uma iniciativa da Secretaria de Educação voltada a alunos do oitavo e do nono ano. “Antes, eu buscava me inspirar em outras histórias, outras trajetórias. E saber que hoje eu sou uma dessas inspirações é uma grande realização para mim”, afirma. 

Leia Também:  Ministério do Turismo destaca arte, fé e emoção na apresentação do Manto do Círio 2025

Multimídia

 Assista ao vídeo:

Na preparação de Samille, estudante de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os simulados tinham lugar na rotina, inclusive durante feriados e encontros de família. “Eu simulava como se fosse o dia do Enem”, lembra. Para manter a concentração, ela pedia que ninguém entrasse em seu quarto enquanto fazia a prova. 

Ao recordar o caminho até a nota máxima, Samille destaca a dedicação e a importância das relações pessoais durante os estudos. “O que eu gostaria que as pessoas lembrassem. quando elas conhecessem minha história. é que é possível, sim, realizar nossos sonhos com dedicação e paciência”, diz. 

Multimídia

 Assista ao vídeo:

Elivandro Rodrigues encontrou no próprio exame uma forma de aprimorar o trabalho em sala de aula. A inspiração veio de uma professora de física que fazia o Enem todos os anos para orientar melhor os estudantes. “Meu propósito não é simplesmente tirar nota mil. Eu quero ajudar meus alunos”, explica. Para ele, analisar os próprios erros também ajuda a identificar dificuldades e a preparar os alunos para a prova. 

A nota máxima trouxe reconhecimento ao professor e abriu caminho para a criação de um espaço presencial de ensino em sua cidade. “Isso me abriu uma porta aqui na cidade para ter um local presencial, ter um reforço, ter um curso de redação”, relata.  

Multimídia

 Assista ao vídeo:

As experiências dos três mostram como a prática, o apoio de outras pessoas e a reflexão sobre a aprendizagem podem fazer parte da preparação para a escrita. 

Cartilha – A relação entre conhecimento e argumentação recebe atenção especial na nova cartilha do MEC. O documento alerta para o uso do chamado “repertório de bolso”, ou seja, referências memorizadas e empregadas de forma genérica, sem conexão efetiva com a discussão. De acordo com a cartilha, inserir uma citação de maneira automática ou forçada pode prejudicar a compreensão da proposta e a aplicação de conhecimentos ao tema. 

Leia Também:  Pará ganha novo voo direto para Miami com articulação do Ministério do Turismo

A orientação da cartilha é selecionar referências pertinentes e explicar como elas contribuem para o argumento. Livros, filmes, acontecimentos históricos e outros conhecimentos construídos ao longo da formação podem ser utilizados, desde que façam sentido no texto. 

Além disso, também há a recomendação de leitura cuidadosa da proposta e dos textos motivadores antes de definir o posicionamento que será defendido. 

Para ajudar os participantes a compreender essas exigências, o material detalha as cinco competências avaliadas: domínio da escrita formal da língua portuguesa; compreensão do tema e da estrutura dissertativo-argumentativa; organização de informações e argumentos; uso dos recursos linguísticos que conectam as ideias; e elaboração de uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Cada competência pode receber até 200 pontos. 

Na cartilha, há uma seleção com redações de estudantes das cinco regiões do país que obtiveram boas notas no Enem 2025. Os comentários apontam como cada participante desenvolveu o tema, articulou o repertório e apresentou sua proposta de intervenção, oferecendo referências para a revisão e o aprimoramento da própria escrita. 

Também foram disponibilizadas versões com orientações específicas para participantes com dislexia, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para participantes surdos ou com deficiência auditiva.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA