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MME abre consulta pública para avaliar a manutenção do nível de aversão ao risco no setor elétrico
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O Ministério de Minas e Energia (MME), em apoio ao Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), abriu, nesta semana, a Consulta Pública nº 186 que busca avaliar a proposta de manutenção do nível de aversão ao risco a ser utilizado nos modelos computacionais do setor elétrico, apresentada em conjunto pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e corroborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A iniciativa visa promover maior transparência, previsibilidade nas decisões do CMSE, que impactam o setor elétrico.
A consulta está aberta até o dia 3 de julho de 2025 e está disponível para contribuições da sociedade civil, agentes do setor elétrico e demais órgãos do Governo Federal.
O que é aversão ao risco?
A “aversão ao risco” é um conceito adotado nos modelos de simulação utilizados pelo ONS para equilibrar o benefício presente da água armazenada nos reservatórios com o benefício futuro para geração de energia elétrica.
A Consulta propõe a manutenção do mecanismo de aversão ao risco denominado Conditional Value at Risk (CVaR, na sigla em inglês) e a atualização do mecanismo denominado Volume Mínimo Operativo (Vminop) do Norte, de 19,1% para 28%, utilizados nos modelos NEWAVE e DECOMP.
Os modelos NEWAVE, DECOMP e DESSEM são essenciais para a tomada de decisão no setor, influenciando diretamente os preços da energia, a otimização dos recursos e os níveis dos reservatórios. Assim, tornar esses modelos mais realistas em um processo com participação social contribui para um sistema elétrico mais eficiente e confiável. Por isso, a transparência e a participação social são elementos centrais na avaliação da proposta.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Consulta sobre educação bilíngue de surdos vai até 25 de julho
Professores, gestores das redes públicas de ensino, profissionais da educação e demais integrantes da sociedade civil podem participar, até 25 de julho, da consulta pública para a elaboração das Diretrizes Nacionais da Modalidade Escolar de Educação Bilíngue de Surdos na Educação Básica. A proposição das diretrizes integra a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (PNEBS). O edital de chamamento foi publicado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 26 de junho e estabelece o recebimento de contribuições para o Projeto de Resolução que orientará a implementação da modalidade escolar.
Para participar, é necessário acessar a plataforma Brasil Participativo, disponível no portal Gov.br.
Diretrizes – As Diretrizes Nacionais têm como objetivo oferecer subsídios teóricos, normativos, curriculares e operacionais aos sistemas e às redes de ensino para a implementação, a expansão e a consolidação da modalidade escolar de educação bilíngue de surdos na educação básica.
O documento em elaboração está fundamentado em políticas educacionais e linguísticas voltadas à promoção da equidade, ao respeito às especificidades dos estudantes surdos e à garantia do direito ao ensino e à aprendizagem de qualidade.
Entre os aspectos contemplados pelas diretrizes estão a implementação da educação bilíngue de surdos como modalidade escolar prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB); a utilização da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua de instrução, comunicação, interação e ensino, de modo a assegurar a língua portuguesa na modalidade escrita como segunda língua; a organização de ambientes linguísticos adequados ao desenvolvimento dos estudantes; a valorização da identidade, da cultura e do uso linguístico da Libras pela comunidade surda ; a formação inicial e continuada de professores bilíngues e demais profissionais da educação; a produção de materiais didáticos e recursos pedagógicos específicos; o fortalecimento das escolas bilíngues de surdos, das classes bilíngues e escolas polo de educação bilíngue de surdos; e a participação da comunidade surda na construção, implementação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas.
Fundamentação – A elaboração das diretrizes está articulada aos eixos temáticos do Grupo de Trabalho da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (GT-PNEBS), instituído pela Resolução nº 13, de 25 de outubro de 2024, no contexto da Comissão Nacional de Educação Bilíngue de Surdos (CNEBS), criada pela Portaria MEC nº 993, de 23 de maio de 2023.
A CNEBS atuou como instância consultiva na construção das Diretrizes Nacionais e da PNEBS, publicada pela Portaria MEC nº 588, de 2 de julho de 2026.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação


