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MME, ANM e MGI formalizam acordo para promover maior transparência na Cfem

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O Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Mineração (ANM), juntamente com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), celebraram, nesta terça-feira (22/04), Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o objetivo de fortalecer a transparência na destinação dos recursos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), por meio da Esteira de Parcerias da Plataforma Transferegov.br.

O Governo Federal, por meio do Acordo, está empenhado em desenvolver mecanismos que garantam à população pleno acesso às informações relativas ao recebimento e utilização dos recursos provenientes dos royalties da mineração. Isso será feito por meio da disponibilização de um instrumento necessário para que todos os entes federativos beneficiários da Cfem possam tornar públicas as informações sobre o recebimento e aplicação dos recursos, deixando-as disponíveis e acessíveis a todos os cidadãos.

“O setor mineral é um dos pilares da economia brasileira, sendo a atividade minerária fundamental para diversas regiões do país. Com este acordo, a sociedade poderá acompanhar de forma transparente a destinação dos recursos da Cfem, monitorando se esses valores chegam, de fato, às áreas que mais necessitam nos Estados e Municípios produtores e impactados pela atividade, promovendo o desenvolvimento regional e financiando investimentos na saúde, educação e segurança. Nosso compromisso é promover uma mineração segura, responsável e sustentável, alinhada ao desenvolvimento do Brasil”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

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A ferramenta representa uma solução tecnológica que permitirá aos entes federativos centralizar e padronizar a divulgação das informações referentes à destinação dos recursos da Cfem. Essa iniciativa é fundamental para fortalecer a transparência e ampliar o acesso da sociedade a dados claros e confiáveis sobre a gestão desses recursos.

O ACT terá validade de 10 anos a partir da data de sua assinatura. Entre as obrigações comuns dos envolvidos está a elaboração e execução do Plano de Trabalho, permitindo intercâmbio de informações institucionais necessárias para ampliar a transparência dos dados da Cfem, garantir acesso a documentos e informações, além de colaborar para a adequada execução da parceria.

Conforme dados disponibilizados pela ANM, em 2023, a mineração teve uma participação de 4% no Produto Interno Bruto (PIB) e foi responsável por gerar R$ 85,6 bilhões em tributos e royalties. Desse total, R$ 6,85 bilhões foram arrecadados com a Cfem. A secretária Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, substituta do MME, Ana Paula Lima Vieira Bittencourt, defende que ampliar a transparência na destinação desses recursos, além de melhorar a distribuição da riqueza gerada pelo setor, reforça a confiança na atividade minerária como um motor de crescimento social e ambientalmente responsável para o país.

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“A transparência na destinação dos recursos da Cfem é essencial para garantir que a população dos municípios produtores e impactados pela mineração se beneficiem de forma justa e efetiva. Esses recursos devem ser aplicados em infraestrutura, saúde, educação, diversificação econômica e desenvolvimento sustentável”, disse.

Plataforma Transferegov.br

A Plataforma Transferegov.br, instituída pelo Decreto nº 11.271, de 5 de dezembro de 2022, é uma ferramenta integrada com dados abertos destinados à informatização e à operacionalização das transferências de recursos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. A ferramenta busca padronizar e simplificar a rastreabilidade dos processos de transferência de recursos da União.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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GT reúne setor produtivo para debater competitividade e melhoria do ambiente de negócios

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Mais de 100 representantes do setor produtivo, entidades e sociedade participaram, na quarta-feira (16/9), de reunião para apresentação dos avanços da Agenda para a Redução do Custo Brasil. Uma das novidades anunciadas foi a mudança do nome para Agenda Brasil Mais Competitivo, em norma a ser publicada.

Pela primeira vez desde a instituição do Grupo de Trabalho, a reunião foi aberta à participação do setor produtivo, de entidades representativas e da sociedade em geral. A iniciativa foi promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Durante o encontro, representantes dos ministérios responsáveis pelos setores de energia e transportes apresentaram a evolução de políticas e iniciativas relacionadas ao ciclo 2023-2025 e os principais avanços em medidas com potencial de impacto sobre o ambiente de negócios e a competitividade.

Energia, gás e logística em debate

A programação da reunião incluiu apresentações de representantes dos Ministérios de Portos e Aeroportos, dos Transportes e de Minas e Energia.

O Ministério de Portos e Aeroportos apresentou a Política Nacional Setorial de Identificação Biométrica. Na sequência, o Ministério dos Transportes apresentou o Plano Nacional de Logística 2050. Pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o Departamento de Gás Natural apresentou as ações do governo federal no mercado de gás natural e sua importância para a melhoria da competitividade no Brasil.

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Também foram apresentadas iniciativas relacionadas ao setor de energia elétrica, com destaque para medidas voltadas à melhoria do sinal de preços, incluindo a Consulta Pública MME nº 218/2026, a regulamentação do curtailment e a regulamentação do Encargo de Reserva de Capacidade (Ercap), de modo a considerar o perfil de carga.

Setor produtivo participa do debate

Após as explanações foi aberto espaço para manifestações dos participantes, ampliando o diálogo entre governo, setor produtivo e entidades representativas. As manifestações destacaram gargalos, especialmente quanto a celeridade nos processos de prestação de serviços públicos, de modo a reduzir entraves que impactam diretamente a atividade produtiva.

Nova Agenda

A Agenda Brasil Mais Competitivo foi apresentada como resultado do trabalho desenvolvido nos últimos anos, especialmente na seleção das propostas que integram a carteira. Dentro do processo foram identificadas melhorias e aprimoramentos regulatórios a fim de enfrentar entraves concretos ao ambiente de negócios e que possam contribuir para o aumento da competitividade da economia brasileira.

A construção da nova carteira se deu por meio de consulta pública que contabilizou mais de 270 contribuições, resultando em novas propostas prioritárias, que se somam aos projetos remanescentes do ciclo anterior e devem ser implementadas ao longo do próximo período.

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Assim, a nova Agenda está na etapa de desenho e validação, em conjunto com os ministérios setoriais, dos planos de ação de cada projeto da carteira.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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