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MME e Procon intensificam fiscalização e 56 postos no Distrito Federal são notificados
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O Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) apresentou um relatório detalhado sobre a operação especial de fiscalização realizada em postos de combustíveis no DF. A ação, alinhada ao ofício encaminhado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, no início deste mês, identificou indícios de prática abusiva de preços em grande parte dos estabelecimentos monitorados.
O documento do Ministério de Minas e Energia (MME) foi enviado a diversas instituições responsáveis pela regulação, defesa da concorrência e proteção do consumidor no setor de combustíveis. A Pasta solicitou a adoção de providências diante dos indícios de preços abusivos na venda de gasolina ao consumidor final em Minas Gerais e no DF.
“O Ministério de Minas e Energia realizou um estudo que identificou aumento injustificado nos preços da gasolina praticados pelas revendas, em especial no Distrito Federal e em Minas Gerais, num contexto de redução dos preços da gasolina vendida pelas refinarias e de estabilidade nos outros componentes do preço, como os tributos. Por isso, acionamos todos os órgãos responsáveis, o Código de Defesa do Consumidor é claro ao tipificar o aumento injustificado de preços como prática abusiva. Temos o compromisso com a transparência e a proteção dos interesses do consumidor brasileiro”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.
A operação especial de fiscalização do Procon-DF abrangeu 81 postos de combustíveis — o equivalente a cerca de 25% dos estabelecimentos do DF. A equipe técnica coletou notas fiscais de compra e venda para analisar a variação de preços entre distribuidoras e revendas. Como resultado, 56 postos foram notificados a apresentar, no prazo de até dez dias, justificativas acompanhadas de documentação que comprove os motivos dos reajustes. Caso seja confirmada a prática abusiva, os estabelecimentos poderão ser autuados.
A fiscalização ocorreu após a Petrobras anunciar, em 3 de junho deste ano, uma redução de R$ 0,17 (dezessete centavos) por litro no preço da gasolina vendida pelas refinarias aos distribuidores. Segundo o Procon-DF, as revendas não registraram aumento significativo nos custos de aquisição junto às distribuidoras, e em alguns casos, houve até redução. No entanto, o levantamento apontou que o preço final da gasolina ao consumidor aumentou entre R$ 0,40 (quarenta centavos) e R$ 0,50 (cinquenta centavos) por litro no período, indicando uma possível elevação sem justa causa.
Diante dos indícios, o MME colocou-se à disposição para colaborar com o Procon-DF no curso dos processos administrativos, especialmente no esclarecimento de eventuais alegações relacionadas a custos, como questões logísticas.
Após a ação fiscalizatória, observou-se que diversos postos do DF já reduziram seus preços. O resultado reforça a importância da atuação coordenada entre os órgãos responsáveis pela regulação, defesa da concorrência e proteção do consumidor no setor de combustíveis, um passo essencial para garantir o cumprimento dos princípios que regem a política energética nacional.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Grupo discute saúde e condições de trabalho docente
O Ministério da Educação (MEC) instituiu o grupo de trabalho (GT) sobre as condições de trabalho e saúde ocupacional do magistério na primeira infância. O objetivo é elaborar recomendações para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas às condições de saúde desses profissionais. O colegiado foi instituído por meio da Portaria nº 725, de 13 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (14).
Com base em estudos, o GT reunirá e sistematizará evidências científicas para produzir recomendações que contribuam para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas à saúde ocupacional, à ergonomia e às condições de trabalho dos profissionais que atuam na primeira infância.
O grupo será liderado pela Coordenação-Geral de Articulação Federativa da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI) e será composto por representantes do MEC; do Conselho Nacional de Educação (CNE); da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais; do Instituto Rui Barbosa; da Associação Nacional dos Membros dos Tribunais de Contas; do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação; da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação; da Associação Nacional de Política e Administração da Educação; da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais de Educação; da Rede Nacional Primeira Infância; da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; do Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil da Rede Direta e Autárquica do Município de São Paulo; e do Fórum Nacional de Educação.
O prazo de duração do GT será de 120 dias, prorrogável uma única vez por até 30 dias. Ao final das atividades, o documento com as recomendações será apresentado ao subsecretário da Política Nacional Integrada da Primeira Infância do MEC.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva
Fonte: Ministério da Educação



