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MME publica quinta emissão do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica 2025
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O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou, nesta quinta-feira (18/6), a quinta emissão do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica (POTEE) ciclo 2025. O documento incorpora 31 novas obras de transmissão e reforça seu papel como principal instrumento de planejamento da expansão do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Um dos principais destaques desta emissão é a expansão estrutural da Rede Básica nas regiões de Pecém, no Ceará, e Parnaíba, no Piauí, com o objetivo de viabilizar para conexão de novas cargas eletrointensivas na região Nordeste. As obras incluem a implantação da nova Subestação Pecém IV 500 kV, concebida como hub de conexão dedicado a grandes consumidores industriais, e mais de 1.800 km de novas linhas de transmissão em 500 kV interligando os estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. Essas obras atendem à crescente demanda por acesso à rede de projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono e de data centers, segmentos estratégicos para a política energética e industrial nacional.
No estado do Pará, o relatório da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sobre o atendimento ao Sudeste do Pará identificou restrições operativas associadas ao crescimento da carga mineral na região. Em resposta, o POTEE 2025 – 5ª Emissão inclui a implantação da nova SE 230 kV Ourilândia do Norte e novos circuitos de transmissão interligando as subestações existentes da área, ampliando a capacidade de atendimento ao sistema de distribuição local e às novas cargas industriais.
Para o estado de São Paulo, esta emissão incorpora obras recomendadas em três estudos da EPE. O conjunto abrange reforços nas redes de 345 kV, 440 kV e 500 kV que suprem a Grande São Paulo, incluindo recondutoramentos de linhas de transmissão, substituição e instalação de transformadores nas subestações Embu-Guaçu e Poços de Caldas, instalação de compensadores síncronos e de dispositivos FACTS para controle dinâmico de potência. Essas obras são essenciais para garantir o atendimento ao crescimento acelerado da demanda de data centers e para a confiabilidade do sistema na região.
Sobre o POTEE
Principal instrumento de planejamento do setor, o Plano consolida tanto as obras que serão licitadas quanto as que serão autorizadas, incluindo novas linhas de transmissão, subestações e equipamentos de reforço em instalações existentes em diversas regiões do país.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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MEC inaugura estruturas no Campus Goiânia Oeste do IFG
O Ministério da Educação (MEC) inaugurou, nesta quinta-feira, 18 de junho, o restaurante estudantil e o bloco acadêmico do Campus Goiânia Oeste do Instituto Federal de Goiás (IFG). A instituição recebeu investimento total de R$ 16,9 milhões para as obras, sendo R$ 16,4 milhões em recursos provenientes da ação de consolidação das unidades existentes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). No total, o IFG recebeu R$ 91,9 milhões em ações de expansão e consolidação do programa. A cerimônia de inauguração contou com a presença do secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, e da reitora do IFG, Oneida Cristina Gomes, além de autoridades locais, professores, técnicos e estudantes.
Bregagnoli comentou sobre as novas estruturas e anunciou mais investimentos na unidade: “são dois empreendimentos muito importantes para garantir o funcionamento do campus, um na parte de infraestrutura, relacionado à área de saúde, e outro direcionado à permanência estudantil. Estamos passando por um processo de expansão e consolidação da modalidade de ensino, com novas obras estruturais e uma política nacional específica para a EPT. Aqui no IFG, vamos investir R$ 4 milhões em equipamentos e mobiliários para o bloco acadêmico de saúde que inauguramos hoje”.
A reitora explicou que o campus vai passar a atender outras 300 mil pessoas na região Oeste de Goiânia, proporcionando educação e saúde para a população. “Com o novo bloco acadêmico e o restaurante estudantil, poderemos quadriplicar nossa capacidade de atendimento e assegurar melhores condições de permanência para nossos estudantes”.
A estudante do curso técnico integrado de nutrição do IFG, Maria Clara da Silva, confirmou a fala da reitora, ressaltando a importância dessa nova infraestrutura para a comunidade acadêmica. “O novo bloco e, especialmente, o restaurante representam uma conquista muito importante para todos os estudantes e para aqueles que acreditam em uma educação pública de qualidade. Eles garantem que todos que vivem a rotina da escola tenham uma estrutura adequada e condições dignas para seguir estudando”, defendeu.
Com investimento total de cerca de R$ 2,5 milhões, sendo R$ 2,1 milhões proveniente do Novo PAC, o restaurante estudantil foi construído em uma área de 973 metros quadrados. A estrutura do espaço conta com salão para refeições, salas de preparo de carnes, de vegetais, de massas, sobremesas e cereais, cozinha, câmaras de resfriamento e frigorífica, lavagem de utensílios, sala da nutricionista, depósito, vestiários e sanitários.
Já a obra de implantação do bloco acadêmico ocorreu em uma área total de 8.838,84 metros quadrados, com investimento de R$ 14,3 milhões do Novo PAC. O espaço será equipado com 34 laboratórios, salas de orientação e de apoio, auditório, biblioteca, 16 salas de aula, área de convivência, salas de vacina, de simulação realística e de atendimento à comunidade e Centro Cirúrgico. O campus já oferta curso de licenciatura em pedagogia, cursos técnicos integrados em análises clínicas, em nutrição e dietética e em vigilância em saúde; e curso integrado em enfermagem na modalidade de educação de jovens e adultos (EJA).
IFG – O Instituto Federal de Goiás surgiu em 2008, após a Lei Federal n° 11.892, que transformou Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFETs) em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. A instituição oferece desde educação técnica integrada ao ensino médio à pós-graduação e conta, atualmente, com 15 campi, sendo eles: Águas Lindas; Anápolis; Aparecida de Goiás; Cidade de Goiás; Formosa; Goiânia; Goiânia Oeste; Inhumas; Itumbiara; Jataí; Luziânia; Senador Canedo; Uruaçu; Valparaíso; e Quirinópolis, este último integrante do plano de expansão dos 100+ institutos federais pelo Brasil. Além disso, o IFG conta com um polo de inovação e oferta 54,4 mil vagas anualmente, além de 63,1 mil alunos matriculados tanto na qualificação profissional como nos 274 cursos de formação.
Consolidação e Expansão – Os recursos para consolidação dos institutos federais, somam R$ 1,6 bilhão. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. Para o IFG, são R$ 41,9 milhões de investimentos na ação de consolidação. Entre 2023 e junho de 2026, foram repassados R$ 46,4,2 milhões, com aditivos. Ainda estão previstos mais R$ 1 milhão.
Já para a expansão dos institutos federais, o governo federal está implantando mais de 100 novas unidades em todo o país, também com recursos do Novo PAC, totalizando R$ 2,7 bilhões. A previsão é criar mais de 155 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, majoritariamente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Cada campus recebe investimento médio de R$ 25 milhões e terá capacidade de atender, em média, 1.400 estudantes. No IFG, estão sendo construídos novos campi em Cavalcante e Quirinópolis.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação


