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MTE discute saúde mental no trabalho com reitor eleito do Instituto Federal do Rio de Janeiro

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu, nesta terça-feira (24), o reitor eleito do Instituto Federal do Rio de Janeiro, Thiago Matos Pinto. A reunião contou também com a presença do presidente da Embratur, Marcelo Freixo.

Na ocasião, foi apresentada uma proposta de projeto piloto voltado à promoção da saúde mental de professores e técnicos administrativos da instituição.

A iniciativa prevê a construção de uma Política Integral de Saúde do Servidor no âmbito do IFRJ, com foco na prevenção do adoecimento, na promoção do bem-estar e na melhoria das condições de trabalho. A proposta parte do reconhecimento do aumento, em nível nacional, dos afastamentos por transtornos mentais relacionados ao trabalho e reforça a necessidade de avançar em políticas institucionais mais estruturadas, que considerem também os fatores organizacionais e as relações no ambiente laboral.

Durante a reunião, o ministro destacou a relevância da proposta e a convergência com as ações que vêm sendo desenvolvidas pelo Governo do Brasil. “É uma iniciativa muito bem-vinda, que dialoga diretamente com os esforços do Ministério para fortalecer a prevenção e promover ambientes de trabalho mais saudáveis”, afirmou Luiz Marinho.

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De acordo com o reitor eleito, no campo da educação, o desafio é ainda mais relevante, diante da alta exigência emocional, da complexidade das relações institucionais e, muitas vezes, de condições adversas de trabalho. “Nesse sentido, a proposta está em sintonia com a Lei nº 14.681/2023, que institui a Política de Bem-Estar, Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho e Valorização dos Profissionais da Educação, além de acompanhar os avanços recentes do Ministério do Trabalho e Emprego, especialmente a inclusão dos fatores de risco psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais”, explica.

Thiago Matos ressaltou que a política a ser desenvolvida no IFRJ está estruturada em eixos integrados, como: diagnóstico institucional dos fatores de risco psicossociais; ações de promoção da saúde e qualidade de vida; acolhimento e apoio psicológico aos servidores; prevenção e enfrentamento ao assédio; formação de gestores para promoção de ambientes de trabalho saudáveis; fortalecimento da saúde e segurança do trabalho; e monitoramento contínuo por meio de indicadores institucionais.

 

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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O que você precisa saber para fazer a PND

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A Prova Nacional Docente (PND) 2026 será realizada em 806 cidades de todo o país neste domingo (20), a partir das 13h30 (horário de Brasília). O exame é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) com apoio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

O objetivo da PND, que integra o programa Mais Professores, é subsidiar os processos seletivos e concursos públicos realizados por estados e municípios para ingresso na carreira docente da educação básica pública. Na edição de 2026, foram contabilizados 625.954 inscritos.

Voltada a licenciados formados com interesse em atuar nas redes públicas de ensino e concluintes de cursos de licenciaturas, a PND é uma das etapas obrigatórias do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas

Prova – As provas terão a duração de 5h30 e são compostas por uma parte de Formação Geral Docente, com 30 questões objetivas e uma discursiva, e 50 questões objetivas de componente específico da área escolhida. 

Cartão de Confirmação da Inscrição – O Cartão de Confirmação da Inscrição pode ser acessado pelo Sistema PND utilizando o cadastro Gov.br. Por meio desse documento, o candidato tem acesso ao local de aplicação do exame. 

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Horários – Todo o cronograma da PND segue o horário de Brasília, logo, é necessário se atentar aos horários respectivos de cada cidade, a fim de planejar com antecedência o tempo de deslocamento até o local de prova. 

  • 12h: abertura dos portões. 
  • 13h: fechamento dos portões. 
  • 13h30: início das provas.  
  • 19h: término das provas. 

Identificação – É obrigatória a apresentação de documento oficial com foto, físico ou digital. Documentos digitais devem ser apresentados no aplicativo oficial do Gov.br. 

Material permitido – Para a participação no exame, é permito o uso de caneta esferográfica de tinta preta em material transparente. Outros materiais e cores não serão aceitos. 

Questionário – Os estudantes concluintes que farão a PND devem preencher o Questionário do Estudante, e os demais participantes responder ao Questionário Contextual. Ambos estão disponíveis no Sistema PND até o dia 19 de setembro. O preenchimento é condição necessária para a visualização do local de prova. 

Adesão – Em todo o país, a PND já recebeu a adesão de 2.031 entes federativos. Entre eles estão 96% das capitais e 85% dos estados brasileiros. Em comparação com 2025, o número de redes que manifestaram interesse em usar os resultados da prova em seus processos de seleção registrou crescimento superior a 30%. Além disso, os entes têm autonomia para aderirem, a divulgação da lista de adesão é realizada pela Portaria nº 527, de 18 de junho de 2026. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva

Fonte: Ministério da Educação

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