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MTE promove live sobre segurança e saúde nas escolas em parceria com OIT e MPT

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIP), em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), realizou nesta sexta-feira (10) uma aula especial transmitida ao vivo pelo canal da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho, em comemoração ao Dia Nacional de Segurança e Saúde nas Escolas (DNSSE).

O evento faz parte da Iniciativa Segurança e Saúde nas Escolas, que tem como objetivo conscientizar estudantes, educadores e famílias sobre a importância da prevenção de acidentes e doenças, incentivando desde cedo a criação de uma cultura de segurança e respeito à vida.

Durante a transmissão, os palestrantes enfatizaram a necessidade de reconhecer a gravidade dos acidentes envolvendo crianças e adolescentes, muitos deles ocorrendo em casa, nas ruas, em atividades de lazer e nas próprias escolas. Foram compartilhadas experiências e estratégias pedagógicas voltadas à promoção de ambientes mais seguros e saudáveis para toda a comunidade escolar.

Houve destaque para as iniciativas da Secretaria de Educação do Mato Grosso do Sul, que implantou sistematicamente CIPAs Escolares em suas unidades de ensino. Durante o “Giro nas Escolas”, também foram apresentadas ações desenvolvidas na cidade de Mesquita (RJ), com a participação das Secretarias de Saúde e Educação do município, que estão implementando CIPAs nas escolas locais. Outras experiências foram compartilhadas pela Escola Marechal Hermes, em Manaus (AM), e pela Semana Canpat Construção Civil, promovida pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que realiza ações de conscientização nas escolas desde 2018.

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Para o coordenador nacional da Campanha de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Canpat), José Ameida Jr., o engajamento das escolas é essencial para transformar a cultura de segurança no país. “Ao levar o tema da segurança e saúde ao ambiente escolar, estamos formando cidadãos mais conscientes, que compreenderão desde cedo o valor da vida e da prevenção. Cada atividade desenvolvida em uma escola representa um passo na construção de um Brasil com menos acidentes e mais respeito ao ser humano”, destacou.

Também participaram do debate a procuradora e coordenadora da Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho e da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora – Codemat, do MPT, Cirlene Zimmermann; a engenheira de Segurança do Trabalho, Mariana Gurjão; o representante do Escritório da OIT no Brasil, José Ribeiro; o diretor de comunicação do Sindicato de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SINDLURB/DF), Raimundo Nonato; a gestora corporativa do Grupo Corpus, Marianne Pintor; e representantes da Secretaria de Educação de Mato Grosso do Sul: o coordenador-geral da Coordenadoria-Geral de Gerenciamento de Crise, Riscos e Acidentes, Albertoni Martins, e o engenheiro Marcelo Fraiha.

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A edição de 2025 do DNSSE tem como tema “Resíduos Sólidos Urbanos – Cuidar da gente e do meio ambiente”, com o objetivo de sensibilizar escolas e famílias sobre a importância do manejo adequado do lixo residencial e escolar, da redução na geração de resíduos e dos impactos das ações humanas sobre o meio ambiente.

As ações do Dia Nacional de Segurança e Saúde nas Escolas ocorrem durante todo o mês de outubro, período em que professores, estudantes e voluntários realizam atividades educativas e de mobilização em escolas de todo o país. A proposta é plantar uma semente de cidadania, inspirando novas gerações a atuarem pela prevenção de acidentes e pela sustentabilidade.

O evento foi aberto ao público e gratuito. Participantes que se inscreveram na plataforma da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho (ead.sit.trabalho.gov.br) poderão emitir certificado de participação.

A live completa está disponível no canal da Escola Nacional no YouTube aqui

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Governo define regras para cotas e garante aplicação do Acordo Mercosul-União Europeia

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O governo federal avançou mais uma etapa na implementação do Acordo Mercosul–União Europeia ao estabelecer as regras que viabilizam o uso de cotas tarifárias no comércio bilateral.

Com a publicação, nesta sexta-feira (1/05), das portarias da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o país passa a contar com diretrizes claras para utilização das cotas na exportação e na importação, etapa essencial para a aplicação prática do acordo.

As medidas regulamentam o Decreto nº 12.953, de 28 de abril de 2026, e se somam à Portaria Secex nº 490, que instituiu o Certificado de Origem, documento necessário para acesso aos benefícios tarifários.

A incidência de cotas é limitada: cerca de 4% das exportações e 0,3% das importações. Na prática, a maior parte do comércio entre Mercosul e União Europeia ocorrerá com redução ou eliminação integral de tarifas, sem restrições quantitativas.

As regras foram definidas pelas Portarias Secex nº 491, para importações, e nº 492, para exportações. No caso das importações, produtos como veículos, lácteos, alho, preparações de tomate, chocolates e itens de confeitaria passam a seguir modelo baseado na ordem de registro das licenças no Portal Único Siscomex. Para garantir o uso da cota, o importador deverá vincular a licença à Declaração Única de Importação (Duimp) em até 60 dias, respeitados os limites por operação.

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Já nas exportações, as cotas abrangem produtos estratégicos da pauta brasileira, como carnes, açúcar, etanol, arroz, milho e derivados, além de itens como mel, ovos e bebidas como rum e cachaça. A distribuição segue o mesmo princípio de ordem de solicitação, observados os limites de cada cota e a disponibilidade no momento da análise.

Após a operação, será emitido o Certificado de Autorização de Cotas Mercosul, que acompanha a mercadoria e permite a aplicação do benefício tarifário no mercado europeu.

A divisão das cotas entre os países do Mercosul ainda está em negociação. Até a definição conjunta, cada país seguirá operando com seus próprios procedimentos, sem alteração no volume total negociado ou no direito de acesso aos benefícios previstos no acordo.

Para produtos não sujeitos a cotas, o acesso às preferências tarifárias depende apenas do cumprimento das regras de origem. Nos casos com cota, essas exigências permanecem válidas.

Modernização do comércio exterior

Publicada nesta quinta-feira (30/04), a atualização da Portaria Secex nº 249/2023 adequa as regras brasileiras de certificação de origem aos novos acordos comerciais e fortalece a preparação do país para a entrada em vigor do acordo Mercosul–União Europeia, com foco direto na simplificação de procedimentos e na redução de custos operacionais para as empresas.

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Entre os principais avanços, estão a inclusão do modelo de Certificado de Origem específico para o acordo com a União Europeia, a ampliação do uso do Certificado de Origem Eletrônico para mercados estratégicos como União Europeia e Índia, a autorização do uso de assinatura eletrônica e a definição de regras mais claras para autocertificação. A norma também traz ganhos concretos de simplificação, como a possibilidade de uma única declaração anual para importação de partes e peças usadas no setor aeronáutico e a regulamentação da transferência de cotas de exportação e importação entre empresas do mesmo grupo econômico.

As mudanças aumentam a previsibilidade, reduzem burocracias e alinham o Brasil às melhores práticas internacionais, criando um ambiente mais ágil e seguro para exportadores. A íntegra da portaria pode ser consultada em: https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-secex-n-490-de-29-de-abril-de-2026-702424467.

Confira as perguntas e respostas mais frequentes após a entrada do acordo em vigor

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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