BRASIL
Na Câmara dos Deputados, ministro Celso Sabino detalha ações que têm gerado recordes no turismo brasileiro
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Parlamentares da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados conheceram nesta quarta-feira (11.06), em Brasília (DF), as ações do Ministério do Turismo (MTur) que têm proporcionado o alcance de sucessivos recordes no setor desde o início de 2024. Durante uma audiência do colegiado, o titular do órgão do governo federal, Celso Sabino, expôs as iniciativas adotadas para reforçar o desenvolvimento sustentável do ramo, a exemplo do estímulo a viagens de brasileiros no país e à atração de visitantes estrangeiros
Sabino citou programas como o “Conheça o Brasil: Voando”, uma parceria com empresas aéreas que facilita o turismo interno; a retomada de obras de infraestrutura turística; a volta do Salão do Turismo, que reúne atrativos de todo o país; a promoção do Feirão do Turismo, que oferece descontos em serviços turísticos; o suporte a eventos como o Carnaval, o Festival de Parintins (AM) e festas juninas e a qualificação profissional gratuita na área, com a inauguração, em Belém (PA), da 1ª Escola Nacional de Turismo.
O ministro do Turismo apontou o impacto positivo das medidas. “Nunca tivemos tantos brasileiros viajando no país. Só de avião, foram 118 milhões de passagens aéreas vendidas e voadas. Em relação a 2022, aumentamos em mais de 20 milhões esse número”, comparou Sabino, destacando avanços no faturamento das locadoras de automóveis nacionais e a ampliação de empregos formais no turismo brasileiro, que já somam mais de 400 mil vagas abertas nos últimos dois anos conforme o CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
INTERNACIONAL – Sabino também elencou iniciativas voltadas à ampliação do turismo internacional, como o reforço da presença do Brasil em eventos internacionais do setor, em parceria com a Embratur. O ministro enfatizou que o trabalho tem gerado avanços inéditos, a exemplo do número histórico de 4,8 milhões de visitantes estrangeiros registrado no país de janeiro a maio de 2025. Trata-se de uma alta de quase 50% ante igual período de 2024, anunciada em primeira mão por Sabino durante a audiência.
“Em 2024, passamos de 6,7 milhões de estrangeiros, um recorde histórico. Nem quando o Brasil sediou a Copa de 2014 recebemos tantos estrangeiros. O Brasil – que tem seus atrativos divulgados pelo presidente Lula em todas as suas viagens internacionais – nunca teve mais de 7 milhões de estrangeiros em um ano. Mas, nos últimos 12 meses, de março a março, passamos de 8,2 milhões de estrangeiros”, informou o ministro, frisando que os dados são calculados desde 1970 pela Polícia Federal, conforme metodologia da ONU Turismo.
Celso Sabino ressaltou que o fluxo internacional de turistas movimenta fortemente a economia brasileira, tendo atingido, de acordo com o Banco Central, R$ 42 bilhões em 2024, superando indicadores como os das exportações de café e algodão brasileiras. Outros avanços apontados foram a instalação, no Rio de Janeiro (RJ), do 1º Escritório da ONU Turismo para as Américas e o Caribe e a presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo pelo Brasil, cargo para o qual o ministro Sabino foi eleito no ano passado.
O presidente da Comissão de Turismo da Câmara, Marcelo Álvaro Antônio, celebrou conquistas do segmento no Brasil e elogiou a atuação de Sabino e de sua equipe. “O ministro está mostrando que chegou para consolidar o turismo, ao lado do agronegócio, como a principal força econômica do país”, enalteceu. O trabalho do ministro do Turismo foi igualmente aplaudido pelo deputado Bibo Nunes, autor do requerimento de realização da audiência. “Fico feliz de ver que estão dando a devida importância ao turismo”, declarou Nunes.
PARCERIA – O apoio do Congresso Nacional ao turismo foi exaltado por Celso Sabino durante a audiência desta quarta-feira. O ministro apontou, por exemplo, a aprovação em 2024, após mais de 10 anos, da nova Lei Geral do Turismo, fruto de uma ampla articulação junto aos relatores da matéria no Congresso Nacional e que adequa o setor a novas dinâmicas. Sabino agradeceu à Câmara dos Deputados pelo grande apoio prestado ao governo federal no sentido de favorecer o crescimento do setor em todo o território nacional.
“Tudo começou com o diálogo nessa Comissão, quando nos dispusemos a ouvir os deputados, seus anseios, suas críticas e, sobretudo, suas ideias. Conseguimos mostrar para a sociedade que o turismo une o Congresso, inclusive pessoas com pensamentos políticos distintos. A Lei Geral do Turismo foi um grande exemplo disso. Vamos fazer com que o turismo seja a atividade que gere a maior quantidade de empregos e seja a matriz mais potente da nossa economia”, conclamou Sabino, lembrando, ainda, a destinação legal ao setor turístico de recursos arrecadados junto a empresas de apostas no país.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
Muito além das paisagens: identidade é a nova aliada dos estados para impulsionar o turismo e atrair investimentos
A força de uma marca que comunica valores, estilo de vida e cultura de uma região tornou-se um ativo estratégico para os estados brasileiros no mercado turístico. Para além de praias e monumentos, a busca por uma identidade clara e autêntica (“branding”) foi o tema central no último dia da programação do Salão do Turismo, que acontece no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.
“O Ministério do Turismo reúne aqui todas as regiões do país para esse diálogo mais amplo, para essa troca de experiências. As marcas, hoje, comunicam valores, estilo de vida, cultura e diferenciais capazes de influenciar a decisão de viagem dos turistas. Então essa troca é muito valiosa para todo o setor”, destacou, na abertura do seminário, o coordenador-geral de Marketing do Ministério do Turismo, Fábio Simonetti.
Ana Claudia Rego, da Secretaria de Turismo do Amazonas, apresentou a marca da Amazônia, criada em conjunto com os outros estados da região Norte do país. A ideia, segundo ela, é a Amazônia como destino turístico internacional, focando na preservação ambiental, no desenvolvimento sustentável e na valorização dos povos locais. “A gente criou uma identidade. Posicionou a Amazônia como destino sustentável, polo de negócios verdes, uma referência de biodiversidade e cultura. Todo destino tem uma referência. Na promoção turística, nós vamos utilizar a marca em todas as nossas peças promocionais”, disse.
Já Daniella Barbosa, da Secretaria de Turismo de Goiás, destacou que a marca que representa o estado levou em conta o retorno das pessoas do estado. “Trabalhamos em uma expressão que pega. O ‘Bora’ é uma expressão muito goiana. A gente quer levar a nossa ‘goianidade’ para o mundo. E obviamente que vamos adaptando essa expressão, desdobrando em vários nichos: bora pescar, bora trilhar”, explicou.
Guilherme Lourenço, que representou o estado de Minas Gerais, explicou a força do encontro em Belo Horizonte, seja na gastronomia ou na cultura, para a criação da marca para a cidade. Segundo Lourenço, a ideia é fazer desse encontro uma memória afetiva. “A gente acredita que destinos fortes constroem narrativas fortes. A marca de Belo Horizonte surge para fortalecer o posicionamento da nossa cidade, para criar um fortalecimento nacional e internacional. Também acreditamos que a marca é feita de escuta, então fizemos esse processo para conectar as pessoas da cidade”, disse. “As pessoas falam ‘BH’ e acabam se conectando de forma afetiva com a cidade”, concluiu Lourenço.
A força da tradição de uma marca foi o ponto principal da apresentação de Álvaro Machado, servidor da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul há mais de 30 anos. Segundo ele, para se criar uma nova marca é preciso ter em mente o real motivo para isso.
“Estamos usando uma marca principal há quase 15 anos. Na identidade visual, por exemplo, temos a cuia de chimarrão, que tanto identifica o gaúcho. Então se um posicionamento está dando certo, não há necessidade de mudança. Não vamos gastar recurso para fazer algo que já fizemos e que está funcionando”, destacou Álvaro.
Por fim, Thiago Marques, da Secretaria do Turismo do Ceará, estado anfitrião do Salão do Turismo, reforçou a necessidade de responsabilidade com a marca e como essa marca se posiciona e representa um determinado local. “A marca representa o nosso estado e é a porta de entrada para quem quer conhecer o Ceará. O melhor impulso que temos na promoção turística, inclusive internacional, é a nossa marca. Então temos uma responsabilidade muito grande com a marca. A questão gráfica e visual é muito importante, pois está todo mundo concorrendo, em um evento, para sua marca se destacar”, frisou.
SALÃO DO TURISMO – Realizado pela primeira vez no Nordeste, em Fortaleza, o 10º Salão do Turismo reuniu representantes dos 26 estados e do Distrito Federal em uma programação voltada à promoção de destinos, experiências e negócios. Ao longo de três dias, o evento promoveu palestras, rodadas de negócios, apresentações culturais, espaços gastronômicos e exposições de artesanato, além de debates sobre inovação, sustentabilidade, conectividade aérea, turismo de base comunitária e estratégias para o setor.
A edição também marcou o fortalecimento das políticas de incentivo ao turismo interno e da integração entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais, reforçando o papel do turismo como motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização da diversidade brasileira.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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