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No Congresso, ministro discute fortalecimento do setor e convida presidentes de comissões para o Salão do Turismo
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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, cumpriu agenda no Congresso Nacional nesta terça (7) e quarta-feira (8) para fazer visitas institucionais às presidências das comissões de Turismo da Câmara e do Senado. Ele aproveitou a oportunidade para convidar a senadora Professora Dorinha Seabra Rezende e a deputada federal Daniela Renher para prestigiarem o 10º Salão do Turismo, que será realizado entre os dias 7 e 9 de maio, em Fortaleza (CE).
O evento, que acontece pela primeira vez no Nordeste, contará com uma vasta e intensa programação, reunindo o que há de melhor nos 26 estados do país e no Distrito Federal.
Na terça (7), o ministro se reuniu com a presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado, professora Dorinha Seabra Rezende. Durante o encontro, foram debatidos os avanços recentes do turismo nacional, com destaque para os resultados positivos alcançados pelo setor.
Já nesta quarta (8), o ministro se reuniu com a presidente da Comissão de Turismo da Câmara, deputada federal Daniela Renher. O encontro também contou com a presença do deputado Damião Feliciano, integrante da comissão.
Durante a reunião, o ministro ressaltou o momento favorável vivido pelo turismo brasileiro, evidenciado por indicadores positivos e crescimento consistente. Ele também destacou o papel estratégico do Congresso Nacional no fortalecimento das políticas públicas voltadas ao setor.
“O turismo vive uma fase de grande destaque no Brasil, com recordes sendo alcançados. Seguimos trabalhando em parceria com o Congresso para ampliar ainda mais esses resultados”, afirmou.
As agendas realizadas no Senado e na Câmara reforçam a articulação institucional entre o Ministério do Turismo e o Poder Legislativo, consolidando o alinhamento de esforços para o avanço do setor e ampliando a mobilização em torno do Salão do Turismo, que deverá reunir grandes nomes e iniciativas estratégicas para o desenvolvimento do turismo brasileiro.
Por Zeca Moreira
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Alunos nota mil inspiram preparação para a redação do Enem 2026
De Fortaleza (CE), Carlos Eduardo Gomes transformou a conquista da nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em oportunidade e orientação a outros estudantes. De Virginópolis (MG), Samille Leão reservava tempo para responder simulados e reproduzir, em casa, as condições do dia da prova. De Jaguaribe (CE), Elivandro Rodrigues, professor, participa do exame anualmente para compreender melhor os desafios enfrentados por seus alunos. Três trajetórias que podem inspirar quem se prepara para o Enem 2026.
Esses caminhos se encontram na nova edição da cartilha “A Redação do Enem 2026 – Cartilha do Participante”, recém-divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O material explica os critérios de avaliação e apresenta redações de participantes da edição anterior, acompanhadas de comentários pedagógicos.
Para Carlos Eduardo, o apoio da família foi decisivo na trajetória até a universidade e na realização do sonho de cursar medicina. “Sempre acreditaram muito em meu potencial de conseguir chegar em uma universidade, de cursar medicina, que sempre foi meu sonho”, conta, ao falar dos avós e das tias.
A conquista também ampliou o alcance de um projeto de mentoria de redação que Carlos já desenvolvia. Assim, ele passou a atuar na preparação de quase uma centena de estudantes a partir de seu próprio projeto e a integrar uma iniciativa da Secretaria de Educação voltada a alunos do oitavo e do nono ano. “Antes, eu buscava me inspirar em outras histórias, outras trajetórias. E saber que hoje eu sou uma dessas inspirações é uma grande realização para mim”, afirma.
Na preparação de Samille, estudante de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os simulados tinham lugar na rotina, inclusive durante feriados e encontros de família. “Eu simulava como se fosse o dia do Enem”, lembra. Para manter a concentração, ela pedia que ninguém entrasse em seu quarto enquanto fazia a prova.
Ao recordar o caminho até a nota máxima, Samille destaca a dedicação e a importância das relações pessoais durante os estudos. “O que eu gostaria que as pessoas lembrassem. quando elas conhecessem minha história. é que é possível, sim, realizar nossos sonhos com dedicação e paciência”, diz.
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Elivandro Rodrigues encontrou no próprio exame uma forma de aprimorar o trabalho em sala de aula. A inspiração veio de uma professora de física que fazia o Enem todos os anos para orientar melhor os estudantes. “Meu propósito não é simplesmente tirar nota mil. Eu quero ajudar meus alunos”, explica. Para ele, analisar os próprios erros também ajuda a identificar dificuldades e a preparar os alunos para a prova.
A nota máxima trouxe reconhecimento ao professor e abriu caminho para a criação de um espaço presencial de ensino em sua cidade. “Isso me abriu uma porta aqui na cidade para ter um local presencial, ter um reforço, ter um curso de redação”, relata.
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As experiências dos três mostram como a prática, o apoio de outras pessoas e a reflexão sobre a aprendizagem podem fazer parte da preparação para a escrita.
Cartilha – A relação entre conhecimento e argumentação recebe atenção especial na nova cartilha do MEC. O documento alerta para o uso do chamado “repertório de bolso”, ou seja, referências memorizadas e empregadas de forma genérica, sem conexão efetiva com a discussão. De acordo com a cartilha, inserir uma citação de maneira automática ou forçada pode prejudicar a compreensão da proposta e a aplicação de conhecimentos ao tema.
A orientação da cartilha é selecionar referências pertinentes e explicar como elas contribuem para o argumento. Livros, filmes, acontecimentos históricos e outros conhecimentos construídos ao longo da formação podem ser utilizados, desde que façam sentido no texto.
Além disso, também há a recomendação de leitura cuidadosa da proposta e dos textos motivadores antes de definir o posicionamento que será defendido.
Para ajudar os participantes a compreender essas exigências, o material detalha as cinco competências avaliadas: domínio da escrita formal da língua portuguesa; compreensão do tema e da estrutura dissertativo-argumentativa; organização de informações e argumentos; uso dos recursos linguísticos que conectam as ideias; e elaboração de uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Cada competência pode receber até 200 pontos.
Na cartilha, há uma seleção com redações de estudantes das cinco regiões do país que obtiveram boas notas no Enem 2025. Os comentários apontam como cada participante desenvolveu o tema, articulou o repertório e apresentou sua proposta de intervenção, oferecendo referências para a revisão e o aprimoramento da própria escrita.
Também foram disponibilizadas versões com orientações específicas para participantes com dislexia, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para participantes surdos ou com deficiência auditiva.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação



