BRASIL
Operação Brasil Contra o Crime Organizado apreende mais de 2 toneladas de drogas
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Brasília, 15/5/2026 – A Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi) e da Coordenação-Geral de Fronteiras e Amazônia (CGFron), apresenta resultados expressivos nos primeiros dias de atuação integrada no País. A ação começou em 11 de maio e segue até 8 de agosto, totalizando 90 dias de operações coordenadas entre forças estaduais e federais.
Entre 11 e 14 de maio, equipes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), em Mato Grosso do Sul (MS), apreenderam mais de 2 toneladas de maconha durante ação em Sidrolândia (MS), além de recuperarem uma caminhonete furtada utilizada no transporte dos entorpecentes. A ocorrência gerou perdas estimadas em mais de R$ 4,2 milhões às organizações criminosas.
As operações envolveram ações terrestres, fluviais, ambientais e de inteligência em estados como Alagoas (AL), Amazonas (AM), Bahia (BA), Ceará (CE), Mato Grosso do Sul (MS), Pará (PA), Pernambuco (PE), Rio Grande do Norte (RN) e Sergipe (SE). Também foram realizadas fiscalizações ambientais, patrulhamento ostensivo, bloqueios viários e operações em áreas de fronteira e corredores logísticos estratégicos.
Foram apreendidos aproximadamente 2.192 kg de drogas, entre maconha, skunk, crack, cocaína, oxicodona e Ice, além de seis armas de fogo, 29 munições e diversos veículos. O impacto financeiro estimado ao crime organizado ultrapassa R$ 110,6 milhões.

- Apreensão de 2 toneladas de drogas em operação contra o crime organizado.
No Amazonas, uma operação integrada realizada no Porto de Codajás (AM) resultou na apreensão de aproximadamente 30 kg de skunk e na prisão em flagrante de uma mulher de 26 anos por tráfico de drogas. Já na Bahia, uma operação interestadual de combate a fraudes eletrônicas e lavagem de capitais cumpriu mandados judiciais e determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 103 milhões em ativos financeiros ligados a uma organização criminosa.
As ações também alcançaram crimes ambientais. No Ceará (CE) e no Rio Grande do Norte (RN), operações ambientais apreenderam aves silvestres mantidas ilegalmente em cativeiro, realizaram fiscalizações em áreas de extração mineral irregular e ações de repressão à caça ilegal.
Segundo a Senasp, a operação integra o programa Brasil Contra o Crime Organizado, iniciativa estruturante do Governo Federal voltada ao fortalecimento da integração entre União e estados no enfrentamento às facções criminosas, aos crimes transfronteiriços e à lavagem de dinheiro.
A atuação conjunta reforça o uso da inteligência integrada, da cooperação entre instituições e da presença operacional das forças de segurança pública em áreas estratégicas do território nacional.
BRASIL
Luiz Marinho defende em SP redução de jornada para 40 horas semanais com dois dias de folga remunerados
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (14), em São Paulo, a aprovação da proposta que estabelece a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. A declaração foi feita durante audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que debate, nos estados, a PEC 221/2019, voltada ao fim da escala 6×1 no Brasil. “É isso que a PEC precisa definir, o restante deve ser definido por negociação coletiva, na convenção coletiva de cada categoria. Essa discussão da regulamentação deve ser construída entre trabalhadores e empregadores, respeitando especificidades de cada setor”, defendeu Marinho.
Segundo o ministro, a mudança para a escala 5×2 vai gerar mais produtividade, redução do absenteísmo e melhora no ambiente de trabalho. “Já poderíamos estar trabalhando há muitos anos com jornada de 40 horas semanais. A maioria dos países já não utilizam mais a jornada de 44 horas”, afirmou.
Sobre a compensação pedida por algumas frentes do setor produtivo, que desejam desonerações para compensar a redução da jornada, o ministro ressaltou que isso não vai ocorrer. “O fim da escala 6×1 será compensada pelo ganho no ambiente do trabalho, pelo ganho de melhoria da qualidade e da produtividade. Ao reduzir a jornada, se elimina o absenteísmo, evita acidentes e doenças”.
As audiências nos estados da Comissão Especial que discute a PEC 221/2019 continuam por todo o mês de maio, com votação do relatório previsto para o dia 26 de maio.
Ao fim da audiência, o ministro prestigiou o encontro nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), que acontece em São Paulo até o dia 16 de maio e reúne sindicalistas de todo o país para debater temas como negociação coletiva, os desafios dos sindicatos, o uso da inteligência artificial e a LGPD no movimento sindical, além da aplicação da norma da NR-1.
Aos participantes, Luiz Marinho destacou a importância da pressão da classe trabalhadora para que medidas como a redução de jornada, fim da escala 6×1 e regulamentação de trabalhadores por aplicativos sejam aprovadas no Congresso Nacional.
“A classe trabalhadora passou por uma reforma trabalhista traumatizante nos governos anteriores e para aprovar mudanças que beneficiem a categoria agora, tem de pressionar o Parlamento, senão elas não saem. Foi assim para a inserção de quem ganha até R$ 5 mil reais por mês no imposto de renda, ganho real no salário mínimo e várias outras conquistas. Hà um clamor do povo trabalhador brasileiro, em especial das mulheres e da juventude, que quer ter mais tempo para a família, cuidar dos filhos. Muitas empresas estão com dificuldade de preencher as vagas quando se fala que a escala é 6×1″, defendeu. “Algumas empresas resolveram antecipar a redução, implantando a escala 5×2, e o resultado é que eles zeraram as faltas, melhoraram a produtividade, o qualidade do seu serviço. O Brasil pode e deve sim cuidar melhor da saúde mental e física dos seus trabalhadores”, complementou.
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