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Plano Nacional de Políticas sobre Drogas será discutido em audiências públicas presenciais nas cinco regiões brasileiras
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Brasília, 19/05/2025 – Com o objetivo de viabilizar a ampla participação social na formulação do Plano Nacional de Políticas sobre Drogas (Planad) e garantir que as ações reflitam as realidades e as necessidades de todo o País, o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad) vai promover consultas públicas presenciais nas cinco regiões do Brasil. Essa escuta ampla assegura um planejamento mais inclusivo, eficaz e alinhado às necessidades regionais.
O Planad vai organizar e orientar a execução da política sobre drogas no País, estabelecendo metas e ações prioritárias. A proposta busca promover uma abordagem intersetorial, articulando setores como saúde, educação, assistência social, segurança pública e sociedade civil.
A primeira consulta ocorreu em Belém (PA), na região Norte. Veja a programação das próximas audiências:
– Cuiabá (MT): 21 de maio, das 13h às 18h, no Teatro da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
– Teresina (PI): 4 de junho, das 13 às 18 horas, na Faculdade Uninassau
– Rio de Janeiro (RJ): 17 de junho (horário e local a serem confirmados)
– Porto Alegre (RS): 2 de julho (horário e local a serem confirmados)
As consultas serão finalizadas em 16 de julho, com uma audiência nacional, que ocorrerá em Brasília (DF). O horário e o local ainda serão confirmados.
Etapas
As consultas públicas têm a mesma estrutura e serão divididas em três etapas: mesa de abertura, debates em grupos temáticos e plenária para apresentação dos resultados.
Os debates serão organizados em oito eixos temáticos centrais para a construção da política sobre drogas no Brasil. São eles:
1. Desenvolvimento social e sustentável
2. Prevenção
3. Redução de danos
4. Segurança pública cidadã e justiça criminal
5. Acesso ao cuidado e aos sistemas de direitos
6. Governança participativa e articulação com os conselhos estaduais, distrital e municipais de políticas sobre drogas
7. Adoção e implementação de políticas baseadas em evidências e construção de indicadores para avaliação de políticas, programas e projetos
8. Cooperação internacional
Novos eixos poderão ser incluídos, a depender da condução dos trabalhos.
As contribuições, as sugestões e as propostas colhidas nas consultas públicas estarão em um relatório final, que será apreciado pelo Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad).
Consulta virtual
Também é possível enviar contribuições para o Planad pela plataforma Participa + Brasil, até 16 de julho. Veja como contribuir.
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Grupo discute saúde e condições de trabalho docente
O Ministério da Educação (MEC) instituiu o grupo de trabalho (GT) sobre as condições de trabalho e saúde ocupacional do magistério na primeira infância. O objetivo é elaborar recomendações para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas às condições de saúde desses profissionais. O colegiado foi instituído por meio da Portaria nº 725, de 13 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (14).
Com base em estudos, o GT reunirá e sistematizará evidências científicas para produzir recomendações que contribuam para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas à saúde ocupacional, à ergonomia e às condições de trabalho dos profissionais que atuam na primeira infância.
O grupo será liderado pela Coordenação-Geral de Articulação Federativa da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI) e será composto por representantes do MEC; do Conselho Nacional de Educação (CNE); da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais; do Instituto Rui Barbosa; da Associação Nacional dos Membros dos Tribunais de Contas; do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação; da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação; da Associação Nacional de Política e Administração da Educação; da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais de Educação; da Rede Nacional Primeira Infância; da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; do Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil da Rede Direta e Autárquica do Município de São Paulo; e do Fórum Nacional de Educação.
O prazo de duração do GT será de 120 dias, prorrogável uma única vez por até 30 dias. Ao final das atividades, o documento com as recomendações será apresentado ao subsecretário da Política Nacional Integrada da Primeira Infância do MEC.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva
Fonte: Ministério da Educação



