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Policiais civis e federais e membros do Ministério Público participam de curso de investigação financeira
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Brasília, 13/05/2025 – Quarenta integrantes da Polícia Federal, da Polícia Civil e do Ministério Público dos estados das regiões Sul e Sudeste participam da quarta edição do Curso de Investigação Financeira e Análise Patrimonial (Cifap). O objetivo é fortalecer o enfrentamento técnico ao crime organizado no Brasil. O curso teve início nessa segunda-feira (12) e segue até 23 de maio, em Belo Horizonte (MG).
A capacitação tem carga horária de 80 horas e é promovida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG).
O curso oferece conhecimentos para a identificação e o combate a crimes como a lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas. A programação combina aulas teóricas e atividades práticas, capacitando os participantes a rastrearem ativos ilegais, analisar documentos financeiros e utilizar tecnologias de análise de dados, ferramentas fundamentais para desarticular organizações criminosas e promover a recuperação de ativos.
“A proposta do Cifap é qualificar ainda mais as forças de segurança pública para asfixiar financeiramente as organizações criminosas, atingindo suas bases econômicas e impedindo a continuidade de suas operações”, destaca o diretor de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Senasp, Rodney da Silva.
Para o diretor-geral da Agência Central de Inteligência da Sejusp, Murillo Ribeiro de Lima, a parceria é fundamental. Ele ressalta que a capacitação, que combina exposições teóricas e práticas, aprimora o trabalho investigativo das polícias judiciárias e está alinhada com as técnicas modernas de enfrentamento à criminalidade organizada, atuando justamente na desarticulação financeira.
“É uma satisfação contribuir para o aperfeiçoamento, não apenas dos policiais de Minas Gerais, mas também de profissionais de outras unidades da Federação e de instituições parceiras, fortalecendo a integração entre as forças de segurança pública”, afirma Lima.
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Bolsa Permanência Prouni: confira regras e como solicitar
O Ministério da Educação (MEC) concede a bolsa permanência aos estudantes beneficiários de bolsa integral do Programa Universidade para Todos (Prouni). Regulamentado pela Portaria Normativa nº 19/2011, o benefício financeiro tem valor mensal de R$ 700 e destina-se, exclusivamente, ao custeio de despesas educacionais de alunos matriculados em cursos com carga horária mais extensa.
Quem tem direito ao benefício – Para receber o auxílio financeiro, o estudante deve atender, cumulativamente, aos seguintes critérios:
- Estar em utilização de bolsa integral do Prouni;
- Estar matriculado em curso presencial de turno integral, com prazo mínimo de integralização de seis semestres (três anos);
- Estudar em curso que apresente carga horária média igual ou superior a seis horas diárias de aula.
A carga horária média é calculada pela divisão entre a carga horária mínima total do curso (em horas) e o resultado da multiplicação do prazo mínimo para integralização (em anos) por 200 dias letivos.
Regras – O valor é depositado exclusivamente em conta corrente bancária individual do estudante no Banco do Brasil S.A. ou na Caixa Econômica Federal, devendo o Cadastro de Pessoa Física (CPF) ser o mesmo cadastrado no Sistema Informatizado do Prouni (Sisprouni). Não são aceitas contas poupança, contas conjuntas ou contas eletrônicas “operação 023” da Caixa.
É vedada a acumulação da bolsa permanência com outras bolsas de mesma natureza voltadas ao custeio de despesas educacionais mantidas com recursos públicos de qualquer esfera federativa. O recebimento é retido em caso de suspensão da bolsa do Prouni ou encerrado, caso ocorra o encerramento do benefício principal ou transferência para curso sem turno integral.
A seleção ocorre mensalmente, no primeiro dia do mês, condicionada à disponibilidade orçamentária da Secretaria de Educação Superior (Sesu). Nos casos em que o número de candidatos supere os recursos disponíveis, a priorização observa o processo seletivo de ingresso (do mais antigo ao mais recente) e a média obtida nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Como solicitar o auxílio – Não há uma plataforma única padronizada para a inscrição inicial. O estudante interessado deve procurar diretamente a coordenação do Prouni na instituição de ensino superior onde estuda para verificar a elegibilidade de seu curso e dar início aos procedimentos internos.
Caso esteja apto, o aluno assina o Termo de Concessão de Bolsa Permanência emitido pelo coordenador da instituição, comprovando os dados bancários exigidos. O coordenador realiza o cadastramento no Sisprouni e emite, mensalmente, a relação dos beneficiários até o dia 15 de cada mês.
Prouni – Criado em 2004, pela Lei nº 11.096/2005, o Programa Universidade Para Todos (Prouni) oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) a cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições de educação superior privadas. Os processos seletivos do programa ocorrem duas vezes ao ano e têm como público-alvo o estudante sem diploma de nível superior.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu
Fonte: Ministério da Educação



