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Prazo prorrogado: inscrições para o Mapa Brasileiro do Turismo Responsável vão até 31 de agosto
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O Ministério do Turismo prorrogou até 31 de agosto o prazo de inscrições para a atualização do Mapa Brasileiro do Turismo Responsável, que reúne boas práticas desenvolvidas no setor em todo o país. Podem participar iniciativas nas áreas de etnoturismo, segurança turística, turismo acessível, diversidade e inclusão, além de outras ações que valorizem a sustentabilidade, a cultura e a pluralidade dos territórios brasileiros.
As inscrições podem ser realizadas AQUI.
Acesse AQUI a chamada de adesão.
O Mapa, construído em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), busca reconhecer experiências que refletem a riqueza cultural, social e produtiva do país, incentivando um turismo participativo e responsável. O resultado das iniciativas selecionadas será divulgado em 31 de outubro de 2025.
“O Mapa Brasileiro do Turismo Responsável é um convite para que gestores públicos, comunidades e empreendedores de todo o país mostrem como o turismo pode ser uma ferramenta de inclusão, desenvolvimento e cuidado com o nosso patrimônio natural e cultural. A atualização reafirma o compromisso do Ministério do Turismo com políticas públicas que fortalecem um turismo mais sustentável, diverso e conectado com os valores do nosso tempo”, destaca Cristiane Sampaio, secretária nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo.
O Mapa também orienta destinos turísticos quanto à adoção de boas práticas de gestão responsável, envolvendo administradores públicos, comunidades locais e turistas.
“O sucesso da primeira edição do Mapa mostra que o Brasil tem experiências transformadoras para compartilhar. Queremos valorizar iniciativas que colocam a sustentabilidade, o respeito e a responsabilidade no centro da atividade turística”, explica Carolina Fávero, coordenadora-geral de Turismo Sustentável e Responsável do Ministério do Turismo.
PARTICIPAÇÃO – Podem participar da seleção roteiros, experiências, equipamentos, projetos e destinos turísticos de todo o país que se destaquem como exemplos de boas práticas em turismo responsável.
O Ministério do Turismo convida gestores públicos, empreendedores, representantes de comunidades tradicionais e demais agentes do setor a inscreverem suas iniciativas e contribuírem para a construção de um turismo mais inclusivo, sustentável e inovador.
Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio
Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais.
Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.
O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento.
A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública.
Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água.
O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro.
O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.
Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco.
O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação



