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Primeiro caderno do PDE 2036 reúne contexto, perspectivas e premissas para o setor energético
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O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicaram, nesta sexta-feira (3/7), o Caderno de Contexto, Perspectivas e Premissas, primeira publicação do Plano Decenal de Expansão de Energia 2036 (PDE 2036). O documento reúne análises de contexto, perspectivas econômicas e demográficas e as premissas gerais que servirão de base para os estudos do PDE.
Estão inseridos na publicação, por exemplo, as análises relacionadas ao ambiente internacional – marcado pelo aumento da complexidade geopolítica, econômica, climática e tecnológica – e como esses fatores podem influenciar o planejamento energético ao longo do próximo decênio.
A publicação também apresenta as perspectivas macroeconômicas e demográficas que fundamentam o cenário de referência do PDE 2036. Segundo as projeções elaboradas pela EPE, a população brasileira continuará crescendo em ritmo decrescente, enquanto o número de domicílios seguirá em expansão. No cenário internacional, projeta-se crescimento moderado da economia mundial, liderado pelos países emergentes. Para o Brasil o cenário de referência considera crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5% ao ano ao longo do horizonte decenal.
O caderno apresenta, ainda, uma síntese das principais premissas energéticas e socioambientais adotadas na elaboração dos estudos do PDE 2036, incluindo aspectos relacionados à demanda de energia, oferta de combustíveis, expansão da infraestrutura energética, eficiência energética, transição energética, mudanças climáticas e políticas públicas consideradas como base para o planejamento.
Clique aqui para acessar a página do PDE 2036 e consultar o Caderno de Contexto, Perspectivas e Premissas.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



