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Projetos do Clique Escola ganham destaque no portal do MEC

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Criado com a proposta de transformar ideias simples em realidade e inspirar outras escolas, o Clique Escola, aplicativo gratuito do Ministério da Educação (MEC), tem se consolidado como uma plataforma de valorização das boas práticas pedagógicas desenvolvidas nas escolas públicas brasileiras. Desse modo, a partir de agosto de 2025, a Secretaria de Educação Básica (SEB) selecionará os projetos escolares mais inspiradores publicados no aplicativo, para divulgação mensal no portal do MEC, com destaque para um projeto de cada região do Brasil. 

Na primeira seleção, serão considerados todos os projetos publicados no Clique Escola até 31 de julho de 2025. Os mais curtidos de cada região serão destacados. A partir de setembro, a seleção será feita com base nas publicações dos três meses anteriores. 

Para que a escola ganhe destaque no portal do MEC, basta publicar as fotos dos projetos no aplicativo Clique Escola com uma descrição da ação escolar. Também é importante mobilizar a comunidade escolar para curtir e apoiar a proposta.

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A iniciativa visa ultrapassar as fronteiras regionais e mobilizar comunidades escolares em uma grande rede de trocas pedagógicas, tornando o Clique Escola uma vitrine da criatividade e potência das escolas públicas brasileiras. O aplicativo é gratuito e está disponível para estudantes, professores, gestores, familiares e toda a sociedade.

Segundo Rita Esther Luna, diretora de Formação Docente e Valorização de Profissionais da Educação da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, o aplicativo fortalece o protagonismo de professores, estudantes e gestores em todo o país. “O Clique Escola não é apenas uma ferramenta de registro. É um espaço de reconhecimento do trabalho feito nas escolas e de circulação de ideias que podem transformar a educação pública a partir da troca entre pares. Quando uma boa prática é compartilhada, ela ganha força e alcance”, destacou. 

Um exemplo simbólico desse movimento é o projeto “Liberte um Texto”, criado na Escola Estadual Professor Iago Pimentel, em São João del-Rei (MG). A proposta convida os estudantes a libertarem textos presos em gaiolas decoradas a cada nova leitura realizada. A ideia repercutiu e inspirou novas versões em outras escolas do país, como o “Liberte um Cordel”, em Puxinanã (PB); o “Liberte uma Lenda”, em Lagoa Seca (PB); e o “Liberte um Poema”, em Umbuzeiro (PB). 

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“A oficina ‘Liberte um poema’ foi realizada no encerramento do projeto de leitura da escola e envolveu estudantes e seus familiares em atividades de leitura, escrita e expressão poética. A empolgação era visível em cada detalhe, desde o momento de apresentar até o de libertar um poema”, contou Georgia Patrícia de Almeida Correia, diretora da Escola Municipal João Inácio Catu, localizada na zona rural de Umbuzeiro, na Paraíba. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

Fonte: Ministério da Educação

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Ministro Luiz Marinho defende a redução de jornada e o fim da escala 6×1 em Audiência Pública na Câmara

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participou nesta quarta-feira (6), da primeira Audiência Pública na Comissão Especial da Câmara dos Deputados que discute a PEC 221/2019 que analisa a redução da jornada de trabalho e o fim da jornada 6×1 no Brasil

O ministro falou aos deputados e as entidades presentes na Audiência Pública da importância da aprovação da PEC de redução de jornada encaminhada pelo governo, com urgência constitucional, que estipula uma redução para 40 horas semanais e com dois dias de folga remunerados. A proposta do governo é de implementação imediata. A mudança, segundo o ministro, vai gerar mais produtividade, redução do absenteísmo e melhora no ambiente de trabalho.

“Já poderíamos estar trabalhando há muitos anos com jornada de 40 horas semanais”, afirmou o ministro, lembrando que a proposta de redução já ocorreu anteriormente, mas acabou não sendo aceita pelas entidades na época por ser uma proposta fracionada. “Foi um erro, não aceitamos a proposta fracionada e nem conseguimos garantir de forma imediata, ou seja, ficamos sem nada. Já poderíamos estar com a redução da jornada de 40 horas há muitos anos”, lembrou.

Vantagens

Durante sua palestra “Diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho”, o ministro pontuou as vantagens da redução da jornada, que como salientou, “já é realidade em quase todos os países. A jornada 5×2 é a regra, a 6×1 é a exceção. A maioria dos países já não mais utiliza a jornada de 44 horas”, disse.

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Para Luiz Marinho, o parlamento precisa estar em sintonia com a sociedade, “que clama pelo fim da jornada 6×1”. Ele citou experiências práticas em empresas que adotaram a escala 5×2 e obtiveram aumento de desempenho e redução de faltas. O diagnóstico produzido pelo Ministério, explicou o ministro, demonstra que a proposta é economicamente viável e necessária para melhorar a qualidade de vida da classe trabalhadora brasileira”.

A discussão sobre jornada, avaliou, não pode ser limitada apenas ao impacto direto na folha salarial. “Existem custos invisíveis relacionados ao adoecimento físico e mental dos trabalhadores, ao absenteísmo, à rotatividade e aos acidentes de trabalho. A discussão da regulamentação deve ser construída em conjunto com negociações coletivas entre trabalhadores e empregadores, respeitando especificidades de cada setor”, avaliou.

Luiz Marinho também comentou sobre uma compensação pedida por empregadores de algumas frentes do setor produtivo, que desejam desonerações para compensar a redução da jornada. “O fim da escala 6×1 será compensada pelo ganho no ambiente do trabalho. Ela é compensada pelo ganho de melhoria da qualidade e da produtividade. É comprovado que quando você reduz a jornada, você elimina absenteísmo, evita acidentes, evita doenças. Tem um custo oculto aqui que os empregadores estão carregando. Eles vão eliminar esse custo oculto e essa é a compensação”, afirmou.

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O diretor da Organização Internacional do Trabalho no Brasil, Vinícius Carvalho, pontuou posicionamentos da OIT a favor da redução da jornada, que segundo afirmou está associada a melhores indicadores de saúde e produtividade dos trabalhadores. “Há um esforço de todos os países de redução gradual da jornada, seguindo as convenções da OIT. É preciso ressaltar aqui que 745 mil das mortes por ano no mundo estão relacionadas ao excesso de trabalho, principalmente AVC e doenças cardíacas”, lembrou.

Para o deputado Pedro Uczai (PT-SC), líder da bancada, a redução da jornada precisa ser implementada de imediato, sem transição “O povo quer ver o cansaço e o adoecimento resolvidos agora. Não é sensato adiar uma resposta para 71% dos trabalhadores brasileiros”, afirmou.

Presente na Audiência a vice-procuradora-geral do Ministério Público do Trabalho, Tereza Cristina Basto, afirmou que “o fim da escala 6×1 promove o trabalho decente e contribui para a construção de um meio ambiente de trabalho seguro, a redução de irregularidades trabalhistas e o fortalecimento das relações coletivas de trabalho”.

As audiências na Comissão Especial que discute a PEC continuam por todo o mês, com votação do relatório previsto para o dia 26 de maio.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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