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Revista Tendências do Turismo chega à sétima edição e traz análises e perspectivas do setor para 2026
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A 7ª edição da Revista Tendências do Turismo chega nesta quarta-feira (25) para todo o trade com uma grande novidade! A produção do Ministério do Turismo (MTur) e da Embratur ganha o reforço da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa). A entidade traz o olhar do mercado para cada tendência, ampliando o alcance da publicação com uma visão plural e equilibrada, que integra perspectivas institucionais, estratégicas e operacionais a partir de levantamentos feitos com seus associados, mostrando como movimentos globais ganham escala ou se adaptam à dinâmica do turismo brasileiro.
Acesse AQUI a publicação.
A Revista Tendências reúne análises, dados e perspectivas sobre os principais movimentos que devem impactar o setor turístico em 2026. Voltado para profissionais do turismo, o periódico apresenta um panorama das tendências que devem orientar o comportamento dos viajantes e a dinâmica do turismo nacional e internacional nos próximos anos. Traz ainda expectativas para o turismo doméstico e para o turismo internacional no Brasil em 2026.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destacou o caráter estratégico da publicação. “A nova edição da Revista Tendências do Turismo reforça o nosso compromisso de oferecer inteligência estratégica ao setor, com análises qualificadas que ajudam a antecipar movimentos e orientar decisões. Mais do que um diagnóstico, a publicação se consolida como uma ferramenta prática para o trade turístico, reunindo dados, perspectivas e expectativas que contribuem para o fortalecimento do turismo nacional e para o posicionamento do Brasil no cenário internacional em 2026.”
De acordo com o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, a nova edição reforça o potencial do Brasil como destino competitivo no cenário global. “Não se faz promoção turística eficiente sem entender o que o viajante busca. Com o reforço da Braztoa, conseguimos alinhar a visão da Embratur sobre o mercado global com a realidade operacional do setor. Estamos entregando um mapa do tesouro para o profissional do turismo brasileiro, dados concretos sobre como transformar a nossa diversidade cultural e natural em produtos de prateleira que encantem o mundo”, destaca o presidente da Embratur, Marcelo Freixo.
Para Freixo, a publicação é um ativo estratégico para a economia do setor. “A Revista Tendências 2026 mostra um Brasil conectado com o futuro. Seja no uso da tecnologia para personalizar roteiros ou na valorização de experiências autênticas, nossa missão é garantir que o turismo brasileiro antecipe esses movimentos para gerar mais emprego, renda e inovação em todo o país.”
“É uma honra para a Braztoa integrar esta edição da Revista Tendências, trazendo o olhar das operadoras, que fazem o turismo acontecer ao estruturar produtos, conectar a cadeia e criar experiências que chegam ao mercado. Essa visão prática, de quem transforma tendências em produtos, é essencial para entender como elas se materializam e se traduzem em ofertas reais ao viajante. Em um setor cada vez mais dinâmico, contar com dados confiáveis e com a leitura de quem está na ponta é fundamental para impulsionar um turismo mais atual e conectado”, disse Marina Figueiredo, presidente executiva da Braztoa.
“O resultado é uma publicação que se consolida como guia estratégico, inspira novas formas de pensar o setor e aponta caminhos para o futuro”, completou.
Revista Tendências do Turismo 2026
Nesta edição, a revista apresenta dezoito tendências para 2026, selecionadas a partir da análise de 32 publicações internacionais, cuidadosamente selecionadas. Os temas foram organizadas em três grupos: Experiências no Destino (vivências e sensações que os viajantes buscam em suas viagens); Fatores que Orientam a Escolha (motivações, valores e critérios que influenciam a decisão de viajar e a escolha do destino); e Comportamento e Planejamento da Viagem (como os viajantes pesquisam, organizam e estruturam jornadas).
Essa análise revela dinâmicas complementares. Ao mesmo tempo em que o avanço de tecnologias digitais, como a inteligência artificial, transforma o modo como os viajantes pesquisam e planejam suas viagens, cresce também a valorização de experiências autênticas, da cultura local e do contato genuíno com os destinos, por exemplo.
De maneira semelhante, a publicação mostra que, mesmo com maior atenção ao custo-benefício e à otimização de gastos, os viajantes mantêm o desejo de ampliar e qualificar as experiências vividas durante a viagem. Essas combinações mostram um turista cada vez mais informado e consciente na forma como planeja e vivencia suas jornadas.
O estudo aponta que cresce no mundo o interesse por experiências completas e significativas nos destinos. Ganham força viagens voltadas à saúde e bem-estar, com atividades focadas no equilíbrio físico e mental como retiros, terapias integrativas e experiências de reconexão com a natureza. Outros dois temas fundamentais são o uso de inteligência artificial e grandes eventos como impulsionadores de viagens.
Outro movimento identificado é o crescimento das viagens inspiradas pela mídia e pelas redes sociais. Filmes, séries, conteúdos digitais e produtores de conteúdo têm exercido influência cada vez maior na escolha de destinos, despertando o interesse por localidades presentes em produções audiovisuais ou em destaque em plataformas digitais.
Memória e natureza
A publicação aponta, também, o aumento do interesse por vivências capazes de conectar emocionalmente os viajantes ao antigo. Esse movimento revela o desejo por experiências mais genuínas, simples e menos digitais, além da busca por reconexão com o passado. Nesse contexto, os viajantes também procuram por experiências afetivas por meio da nostalgia.
Ao mesmo tempo, cresce a valorização de experiências em ambientes naturais, com turistas cada vez mais interessados em atividades ao ar livre e em destinos que promovam a conexão com a natureza. Essa tendência está associada a uma maior preocupação com práticas de turismo responsável e com o consumo consciente durante as viagens.
Comportamento
A revista aponta mudanças importantes na forma como os viajantes planejam suas experiências. O uso de ferramentas digitais e de inteligência artificial tem transformado o processo de organização das viagens, permitindo maior personalização de roteiros e facilitando o acesso a informações sobre destinos e serviços turísticos.
Entre os comportamentos emergentes, destaca-se o aumento das viagens em família e que reúnem diferentes gerações em um mesmo roteiro. Viagens mais longas e com propósito também ganham força, com turistas buscando experiências alinhadas a valores pessoais e que gerem impacto positivo nos destinos visitados.
Panorama
Além de analisar as tendências globais, a publicação apresenta um panorama detalhado do turismo brasileiro. O material reúne informações sobre o mercado doméstico, incluindo dados sobre hotelaria, transporte, comportamento do turista brasileiro e tráfego digital relacionado ao setor. Essas análises ajudam a compreender como os brasileiros estão viajando e quais fatores influenciam suas escolhas de destinos e experiências.
A revista apresenta projeções para o turismo internacional e avalia as perspectivas de crescimento da chegada de visitantes estrangeiros ao país. O estudo analisa o posicionamento do Brasil no cenário global e identifica oportunidades para ampliar a presença do país nos principais mercados emissores de turistas. E traz, ainda, uma análise encomendada à empresa GlobalData, parceira da Embratur especializada em análise de dados e inteligência de mercado, que inclui projeções para 2026 e 2029 para cada mercado internacional estratégico priorizado pelo Brasil.
Para todo o trade
Disponível gratuitamente em formato digital, a revista pode ser acessada por profissionais do setor, pesquisadores e interessados em compreender os rumos do turismo e as transformações que devem marcar a atividade nos próximos anos.
Por Ministério do Turismo e Embratur
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
Governo define regras para cotas e garante aplicação do Acordo Mercosul-União Europeia
O governo federal avançou mais uma etapa na implementação do Acordo Mercosul–União Europeia ao estabelecer as regras que viabilizam o uso de cotas tarifárias no comércio bilateral.
Com a publicação, nesta sexta-feira (1/05), das portarias da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o país passa a contar com diretrizes claras para utilização das cotas na exportação e na importação, etapa essencial para a aplicação prática do acordo.
As medidas regulamentam o Decreto nº 12.953, de 28 de abril de 2026, e se somam à Portaria Secex nº 490, que instituiu o Certificado de Origem, documento necessário para acesso aos benefícios tarifários.
A incidência de cotas é limitada: cerca de 4% das exportações e 0,3% das importações. Na prática, a maior parte do comércio entre Mercosul e União Europeia ocorrerá com redução ou eliminação integral de tarifas, sem restrições quantitativas.
As regras foram definidas pelas Portarias Secex nº 491, para importações, e nº 492, para exportações. No caso das importações, produtos como veículos, lácteos, alho, preparações de tomate, chocolates e itens de confeitaria passam a seguir modelo baseado na ordem de registro das licenças no Portal Único Siscomex. Para garantir o uso da cota, o importador deverá vincular a licença à Declaração Única de Importação (Duimp) em até 60 dias, respeitados os limites por operação.
Já nas exportações, as cotas abrangem produtos estratégicos da pauta brasileira, como carnes, açúcar, etanol, arroz, milho e derivados, além de itens como mel, ovos e bebidas como rum e cachaça. A distribuição segue o mesmo princípio de ordem de solicitação, observados os limites de cada cota e a disponibilidade no momento da análise.
Após a operação, será emitido o Certificado de Autorização de Cotas Mercosul, que acompanha a mercadoria e permite a aplicação do benefício tarifário no mercado europeu.
A divisão das cotas entre os países do Mercosul ainda está em negociação. Até a definição conjunta, cada país seguirá operando com seus próprios procedimentos, sem alteração no volume total negociado ou no direito de acesso aos benefícios previstos no acordo.
Para produtos não sujeitos a cotas, o acesso às preferências tarifárias depende apenas do cumprimento das regras de origem. Nos casos com cota, essas exigências permanecem válidas.
Modernização do comércio exterior
Publicada nesta quinta-feira (30/04), a atualização da Portaria Secex nº 249/2023 adequa as regras brasileiras de certificação de origem aos novos acordos comerciais e fortalece a preparação do país para a entrada em vigor do acordo Mercosul–União Europeia, com foco direto na simplificação de procedimentos e na redução de custos operacionais para as empresas.
Entre os principais avanços, estão a inclusão do modelo de Certificado de Origem específico para o acordo com a União Europeia, a ampliação do uso do Certificado de Origem Eletrônico para mercados estratégicos como União Europeia e Índia, a autorização do uso de assinatura eletrônica e a definição de regras mais claras para autocertificação. A norma também traz ganhos concretos de simplificação, como a possibilidade de uma única declaração anual para importação de partes e peças usadas no setor aeronáutico e a regulamentação da transferência de cotas de exportação e importação entre empresas do mesmo grupo econômico.
As mudanças aumentam a previsibilidade, reduzem burocracias e alinham o Brasil às melhores práticas internacionais, criando um ambiente mais ágil e seguro para exportadores. A íntegra da portaria pode ser consultada em: https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-secex-n-490-de-29-de-abril-de-2026-702424467.
Confira as perguntas e respostas mais frequentes após a entrada do acordo em vigor
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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