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Sancionada lei que libera recursos e fortalece a ciência nacional

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O ministro da Educação, Camilo Santana, acompanhou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de sanção do Projeto de Lei nº 847/2025, que aprimora a destinação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A partir de agora, será permitido o uso do superávit financeiro do fundo para a concessão de empréstimos e, com isso, poderão ser liberados cerca de R$ 22 bilhões do FNDCT para financiar pesquisa e inovação. A assinatura do documento ocorreu nesta segunda-feira, 4 de agosto, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).  

Com a nova lei, os recursos excedentes de anos anteriores do fundo poderão ser utilizados para financiar projetos de inovação por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Serão beneficiadas universidades e outras instituições de pesquisa, como os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs). 

04/08/2025 - Sanção do Projeto de Lei nº847/2025 que aprimora a destinação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Fotos: Angelo Miguel/MEC

“Esse projeto de lei vai permitir a ampliação do uso de recursos no valor de R$ 22 bilhões, aproximadamente, para investimentos em pesquisa, ciência, tecnologia e inovação. É sempre bom lembrar que o país só se torna independente, só se torna soberano, quando investe em ciência e tecnologia. E é importante lembrar também que quase 90% da pesquisa brasileira é realizada em instituições públicas, principalmente nas universidades federais”, afirmou o ministro Camilo Santana, durante o ato. 

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Com a liberação desses novos recursos, será possível estimular o emprego qualificado em pesquisa e desenvolvimento (P&D), ampliando a inserção de doutoras e doutores em empresas, parques tecnológicos, universidades e startups, ativando cadeias produtivas inovadoras e promovendo sinergia entre academia e setor produtivo. Isso significa levar infraestrutura, redes de pesquisa e oportunidades para todos os territórios do país, com foco especial na integração regional e na interiorização da ciência e da inovação.  

Também participaram da cerimônia as ministras da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. 

FNDCT – O Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico é o principal instrumento de financiamento público da ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Ele apoia pesquisas científicas, formação de recursos humanos qualificados, inovação tecnológica nas empresas, infraestrutura de pesquisa e desenvolvimento de projetos estratégicos nacionais. 

Nos últimos dois anos, os investimentos em ciência, tecnologia e inovação, por meio do FNDCT, aumentaram seis vezes. Saíram de R$ 2 bilhões, em 2021, para R$ 12 bilhões, em 2024. A previsão para 2025 é de R$ 14 bilhões. Os recursos viabilizam expansão e modernização de laboratórios de pesquisa em todas as regiões do país; monitoramento e enfrentamento de desastres naturais relacionados às mudanças climáticas; e projetos inovadores que tornam mais competitivas e produtivas nossas empresas, impulsionando a criação de novos bens e serviços e construindo soluções para a população e o país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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Gecex delibera sobre alterações tarifárias e defesa comercial

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O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) deliberou nesta quinta-feira (27/8), em sua 240ª Reunião, por aplicação de medidas de defesa comercial, alteração de alíquotas do imposto de importação e prorrogação da aplicação, por 60 dias, a partir de 8 de setembro de 2026, do imposto de 12% sobre exportação de petróleo.

Em defesa comercial, foram aprovadas determinações definitivas de antidumping sobre resinas PET originárias da Malásia e Vietnã e sobre tubos de aço carbono da Ucrânia; além de aplicação de medida antidumping provisória contra fibras de vidro de China e Egito.

O colegiado deliberou também pela renovação, por 12 meses, da elevação tarifária para 28 produtos do setor químico. Para quase a totalidade dos produtos, a alíquota foi mantida nos níveis atualmente vigentes.

Entre as reduções tarifárias, foi aprovada a inclusão de 553 novos itens de Bens de Capital (BK) e Bens de Informática e Telecomunicações (BIT) na lista de ex-tarifários, que zera imposto de importação para produtos que não têm produção nacional similar.

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A íntegra das deliberações será disponibilizada em breve na página da Camex.

 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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