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“Segurança pública terá atuação integrada e foco no crime organizado”, afirma ministro do MJSP

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Brasília, 02/03/2026 – Nesta segunda-feira (2), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, apresentou, no evento Rumos 2026: um debate sobre o Brasil que queremos, promovido pelo jornal Valor Econômico, as prioridades da atual gestão e o andamento de propostas legislativas consideradas estratégicas para o fortalecimento da segurança pública.

À frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) desde 15 de janeiro, Wellington Lima afirmou que pretende ampliar a capacidade de coordenação nacional e intensificar o enfrentamento ao crime organizado, com base no diálogo federativo e na articulação institucional.

“Desejamos e vamos fazer uma intensificação na área de segurança pública talvez nunca vista antes”, declarou o ministro.

A estratégia é combinar medidas de impacto imediato com ações estruturantes, voltadas à consolidação de uma política pública de longo prazo. “Precisamos oferecer respostas concretas à população e estruturar soluções permanentes, com coordenação e base técnica”, afirmou Wellington Lima.

Entre as prioridades estão o combate ao crime organizado; o fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública (Susp); a integração entre União, estados e municípios; e a proteção de grupos vulneráveis, com atenção especial ao enfrentamento do feminicídio. A diretriz, segundo o ministro, é tratar a segurança pública como política de Estado.

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Projetos estratégicos

Ao ser questionado sobre o Projeto de Lei nº 5.582/2025, conhecido como PL Antifacção, aprovado pela Câmara dos Deputados, Wellington Lima ressaltou que o MJSP atuou de forma técnica durante a tramitação da proposta. “Foi um processo de construção legislativa, com convergências e ajustes possíveis dentro do rito estabelecido”, pontuou.

Durante o debate parlamentar, a Pasta apresentou sugestões de aprimoramento da redação, parte delas incorporadas ao relatório final. As contribuições buscaram conferir maior precisão jurídica ao texto.

“A natureza do crime organizado pressupõe estabilidade e permanência. Nosso esforço foi evitar redações excessivamente abertas e assegurar maior consistência técnica ao texto”, disse.

O ministro também abordou a Proposta de Emenda à Constituição nº 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública, que propõe o fortalecimento da coordenação nacional do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). A iniciativa tem como objetivo consolidar o papel articulador da União na política de segurança pública e preservar a autonomia dos estados.

Para o ministro, as duas iniciativas se inserem na mesma diretriz estratégica: aprimorar instrumentos legais, fortalecer a governança federativa e garantir maior efetividade às políticas públicas de segurança.

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“O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, determinou que a segurança pública seja tratada como prioridade de Estado. É com esse compromisso que estamos dialogando com o Congresso Nacional e os demais atores institucionais”, concluiu.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Atendendo a comando legal e após realização de consulta pública, o MME aprova minuta para contratação da UTE Candiota III

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Em cumprimento à determinação legal prevista na Lei nº 15.269/2025, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta quinta-feira (15/4), a Portaria nº 913 que trata da aprovação da minuta de Contrato de Energia de Reserva da Usina Termelétrica Candiota III – CER-CAND3.

O tema se insere no contexto de contratação de reserva de capacidade nos termos do art. 3º-D da Lei nº 10.848/2004, redação dada pela Lei nº 15.269/2025. Todos os parâmetros contratuais, incluindo prazos, montantes e metodologia de cálculo das receitas, foram estruturados seguindo as regras definidas pelo Congresso Nacional.

A minuta do Contrato de Energia de Reserva (CER) foi aprimorada por meio das contribuições recebidas no âmbito da Consulta Pública nº 216/2026, que contou com 17 manifestações, e adotou, dentro das limitações do comando legal, os valores para o resultado de menor custo aos consumidores para a contratação da usina.

Por se tratar de um Contrato de Energia de Reserva, cujo objetivo é ampliar a segurança no fornecimento de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN), as partes signatárias compõem-se do titular da usina, como vendedor, e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), como representante de todos os usuários finais de energia elétrica.

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Caberá ainda, por ambas as partes, a assinatura de contrato conforme a minuta aprovada pela Portaria MME nº 913/2026, a fim de que a contratação da UTE Candiota III se concretize. O MME reforça seu compromisso com a transparência, a participação social e o cumprimento da legislação setorial.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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