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Seminário propõe série de ações para primeira infância

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O Ministério da Educação (MEC) iniciou, nesta segunda-feira, 22 de junho, o 1º Seminário Nacional Políticas Públicas para a Primeira Infância, que integra as ações do Governo do Brasil para implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI). O evento ocorre até terça-feira (23), no auditório do Instituto Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília (DF). O encontro tem o objetivo de fortalecer a execução da política, o debate qualificado e o lançamento de ações estratégicas voltadas à garantia dos direitos das crianças de zero a seis anos. 

Neste primeiro dia, houve o lançamento do Guia para Elaboração de Planos Intersetoriais pela Primeira Infância, documento desenvolvido em parceria com a Rede Nacional Primeira Infância (RNPI) e que visa orientar acerca da elaboração, da implementação e do monitoramento dos planos para a primeira infância. Além disso, houve a passagem do Pacto Nacional pela Primeira Infância, um momento de especial relevância para as políticas públicas voltadas às crianças no Brasil, pois formaliza a condução do PNPI no âmbito da Subsecretaria Nacional Integrada da Primeira Infância do Ministério da Educação. Esse movimento simboliza o fortalecimento da agenda da primeira infância e conta com o reconhecimento e a anuência das instituições parceiras que contribuíram para a consolidação desse importante instrumento.  

No encontro, o subsecretário da Política Nacional Integrada da Primeira Infância, Alexsandro Santos, informou que, durante os dois dias de seminário, serão apresentadas as ações já estruturadas na política, além dos novos compromissos a serem firmados daqui em diante 

É importante que a gente diga que a política vem na esteira de uma conquista histórica a partir da redemocratização, uma visão que a sociedade brasileira construiu e escreveu em sua Carta Magna, que diz que as nossas crianças e adolescentes são uma prioridade absoluta do Estado brasileiro. Elas devem, portanto, ter a proteção integral assegurada pelos esforços do Estado, da sociedade e das famílias. Essa conquista, que nós construímos no processo de redemocratização, é a semente inicial que permitiu que chegássemos, hoje, a uma política específica para a primeira infância”, destacou.  

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Participantes – Participam do seminário 480 pessoas entre representantes do governo federal, gestores estaduais e municipais, especialistas, organismos internacionais e organizações da sociedade civil 

O primeiro dia do encontro contou com a presença dos representantes do Comitê Executivo da PNIPI, a gerente de projetos da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República; Larissa Perez; do coordenador-geral de Serviços e Programas de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do Ministério do Desenvolvimento Social e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Malon Aragão; da coordenadorageral de Políticas de Convivência Familiar Comunitária Primeira Infância do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Natany Rodrigues de Carvalho; do diretor de Estruturação de Dados e Inteligência Artificial no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos , Renan Gaya Lopes dos Santos; e da coordenadorageral de Atenção à Saúde das Crianças, Adolescentes e Jovens do Ministério da Saúde, Sônia Venâncio. 

No período da tarde, os painéis aprofundaram dimensões estratégicas para a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI), com foco na participação social, na garantia de direitos, no uso de evidências, no planejamento e na governança pública ampliada. As discussões reuniram representantes de conselhos nacionais, instituições da sociedade civil, academia, órgãos de controle e sistema de justiça, evidenciando que a efetivação da política exige articulação permanente entre diferentes setores e níveis de governo. A presença de instituições como CNE, CONANDA, CNAS, INSPER, RNPI, Atricon, CNJ, IRB e UNICEF reforçou o caráter interinstitucional do Seminário e a importância da cooperação para transformar diretrizes nacionais em ações concretas nos territórios. 

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Encontro Nacional O seminário resulta de um ciclo de mobilização realizado em diferentes estados brasileiros, incluindo Ceará, Santa Catarina, Amazonas, São Paulo, Paraíba e Tocantins, que reuniu gestores públicos e instituições parceiras para troca de experiências e identificação de desafios comuns. A etapa nacional consolida essas discussões, promovendo a integração entre os entes federativos, órgãos de controle, especialistas e sociedade civil, com vistas ao aprimoramento das políticas públicas voltadas à primeira infância.  

Nesses dois dias, a programação conta, ainda, com painéis de discussão sobre governança; financiamento; planejamento; participação social; garantia de direitos; gestão do conhecimento; transformação digital na primeira infância; formação; cooperação institucional e parcerias. 

PNIPI – A Política Nacional Integrada da Primeira Infância foi instituída pelo Decreto nº 12.574/2025 como uma iniciativa do governo federal voltada ao desenvolvimento integral de crianças de zero a seis anos. A política reconhece a primeira infância como uma etapa decisiva para o desenvolvimento humano e articula ações das áreas de saúde, educação, assistência social, direitos humanos e gestão e inovação. O objetivo é fortalecer a atuação do Estado de forma integrada, com foco na equidade e na garantia de direitos, especialmente para crianças em situação de maior vulnerabilidade. 

Além disso, PNIPI é uma política intersetorial que inclui a participação dos Ministérios da Saúde; do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; dos Direitos Humanos e da Cidadania; da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, entre outros órgãos federais. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SecretariaExecutiva (SE) 

Fonte: Ministério da Educação

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Formação oferece mais de 4 mil vagas em mestrado profissional

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O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), oferece 4.143 vagas de mestrado presencial por meio do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Rede Pública de Educação Básica (ProEB). As oportunidades estão disponíveis no Portal de Formação Mais Professores e são destinadas a docentes em exercício. Para participar, os interessados devem consultar o edital para a vaga desejada, onde estão descritos os requisitos, as etapas de seleção e os procedimentos de inscrição definidos por cada instituição. 

Na plataforma, estão centralizadas as informações sobre todas as opções de mestrado disponíveis. Nela, os professores podem pesquisar as formações por área de conhecimento, instituição, modalidade e período de inscrição. Além disso, o portal reúne formações complementares em temas estratégicos para a atuação educacional, como estatística, equidade, relações étnico-raciais, saúde mental no contexto escolar, recursos educacionais digitais, inclusão e práticas pedagógicas inovadoras. 

As vagas estão distribuídas da seguinte forma:  

  • 919 para mestrado em letras;  
  • 324 para mestrado em filosofia;  
  • 1.848 para mestrado em matemática;  
  • 572 para mestrado em biologia;  
  • 340 para mestrado em computação; 
  • 130 para mestrado em educação tecnológica. 
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Ainda são ofertadas vagas para professores de artes e de educação digital, ainda sem número definido de vagas. Em breve, serão divulgadas oportunidades em sociologia, educação física, história, educação inclusiva, física, geografia e ciências ambientais. 

ProEB – O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Rede Pública de Educação Básica tem por objetivo garantir a formação continuada de professores em exercício na rede pública de educação básica, com cursos oferecidos na modalidade presencial. Além disso, valoriza as experiências advindas da prática do professor e colabora para o desenvolvimento de materiais e estratégias didáticas que ensejam a melhoria do desempenho de aprendizagem dos alunos; bem como cria uma rede de reflexão sobre a realidade da educação básica pública brasileira, apontando perspectivas de mudanças e respostas aos problemas do cotidiano da escola e da sociedade. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Capes 

Fonte: Ministério da Educação

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