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Senasp participa do lançamento da ferramenta Mira para ampliar a prevenção e a resposta das forças de segurança
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Timon, 1º/6/ 2026 – A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), participou nesta segunda-feira (1º), em Timon (MA), do lançamento do Monitoramento Integrado de Resposta e Ação (Mira), sistema que utiliza reconhecimento facial e leitura automática de placas para apoiar as ações de segurança pública. Na ocasião a Senasp realizou entregas para a cidade de Timon.
A ferramenta reúne recursos avançados de videomonitoramento inteligente, incluindo reconhecimento facial e leitura automática de placas de veículos. A tecnologia amplia a integração de informações e fortalece a capacidade de atuação preventiva e ostensiva das forças de segurança.
A iniciativa tem como objetivo modernizar o monitoramento urbano, apoiar a identificação de pessoas e veículos de interesse para investigações e contribuir para respostas mais rápidas e eficientes em situações de ocorrência, reforçando a proteção da população.
A solenidade contou com a presença do secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, que ressaltou a importância da ferramenta.
“O projeto Mira integra o Programa Município Mais Seguro, desenvolvido pelo MJSP por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), que disponibiliza recursos para ampliar a integração entre União, estados e municípios no enfrentamento à violência. Essa aproximação é fundamental”, afirmou.
Para a secretária municipal de Segurança Pública de Timon, Mariely Vilhena, a tecnologia facilitará o trabalho das forças de segurança no município.
“O agente responsável pelo monitoramento será alertado sempre que o sistema identificar uma situação atípica. A partir desse aviso, a equipe poderá acionar a viatura mais próxima para atendimento da ocorrência. Também contaremos com um banco de dados apoiado por inteligência artificial para o reconhecimento facial de suspeitos”, explicou.
Equipamentos entregues
Após o lançamento, foram entregues armamentos e uma viatura à Guarda Civil Municipal de Timon, reforçando a estrutura operacional da corporação e ampliando sua capacidade de atendimento à população.
O Mira integra a estratégia da Senasp de incentivar o uso de soluções tecnológicas inovadoras para apoiar estados e municípios na prevenção da criminalidade, na investigação de delitos e na promoção de ambientes urbanos mais seguros.
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



