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Shows musicais movimentam o turismo brasileiro e aquecem a economia nacional
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Eventos musicais como shows, festivais e turnês de renomados artistas têm intensificado o fluxo de turistas no Brasil para as cidades que sediam os espetáculos, reforçando o poder do segmento de mobilizar multidões.
O movimento constitui um importante motor do turismo nacional, por envolver visitantes do próprio país e, também, internacionais, gerando empregos em vários setores, promovendo a cultura e fortalecendo a imagem de um destino.
Todos os anos, encontros como Rock in Rio, The Town, Lollapalooza e o Festival de Verão de Salvador (BA), além de apresentações a exemplo das cantoras Madonna e Lady Gaga, são responsáveis por atrair milhares de viajantes.
Somente o Rock in Rio 2024 na capital fluminense injetou R$ 2,9 bilhões na economia local, segundo informações oficiais do evento, gerando uma ocupação hoteleira média de 88% na cidade nos dois finais de semana do festival.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, enaltece o potencial brasileiro na área. “Turismo também é cultura, e os shows e festivais que temos em todo o Brasil são a prova disso. A cultura brasileira é riquíssima em sua diversidade. Esses eventos mobilizam verdadeiras multidões de fãs, e isso se reflete em ganhos econômicos e geração de mais empregos em várias atividades ligadas ao turismo. Tudo isso só reafirma a potência do turismo brasileiro e da cultura do nosso país”, destaca Sabino.
A 6ª edição da Revista Tendências do Turismo, lançada no mês de fevereiro de 2025 pelo Ministério do Turismo em parceria com a Embratur, prevê que o turismo musical atingirá receitas totais de US$ 13 bilhões até 2032.
Com isso, empresas de transporte e operadoras de turismo estão cada vez mais adaptando serviços para atender à demanda, consolidando a atividade como uma força transformadora da indústria de viagens.
A publicação ressalta que amantes da música buscam experiências autênticas de imersão cultural em destinos icônicos, transformando viagens em verdadeiras peregrinações à procura de criar memórias inesquecíveis.
VEM AÍ – No próximo fim de semana, o Festival The Town irá agitar o Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), com shows nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro.
Conforme estimativas oficiais, o evento deve atrair mais de meio milhão de pessoas durante os cinco dias de programação, movimentando um total de R$ 2 bilhões.
Fonte: Ministério do Turismo
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É falso que o Ministério do Turismo vai monitorar dados pessoais de turistas; confira tudo sobre a Ficha Digital de Hóspedes
Meios de hospedagem de todo o Brasil, como hotéis, pousadas, hostels e resorts, vêm implementando a nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNHR). O que antes era feito no papel, tomando tempo de turistas e gerando custos ao setor, agora é feito em formato 100% digital, que agiliza a identificação de clientes cumprindo rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Inspirada nos check-ins de aeroportos, a plataforma passou a ser exigida desde segunda-feira (20). A ficha digital é preenchida pelo hóspede, que pode digitar as informações ou optar pelo preenchimento automático pelo Gov.br.
A FNRH Digital foi desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e pode ser preenchida antes da chegada no hotel, por link enviado pela hospedagem, ou direto no balcão da recepção, por meio de um QRCode. Pessoas sem celular podem fazer pelo serviço próprio da hospedagem.
A nova Ficha Digital de Hóspedes foi aprovada pelo Congresso Nacional (deputados[a] e senadores[a]) e sancionada em 2024 pela Presidência da República, e foi apoiada pelo setor. O processo de adesão da hotelaria à ferramenta – iniciado ainda em novembro do ano passado, com a permanente orientação do Ministério ao setor – marca o fim da era do papel e da burocracia desnecessária no balcão dos empreendimentos de norte a sul do país.
Aos viajantes, o benefício é imediato: rapidez. Com o sistema, o check-in agora pode ser concluído em segundos. Já para os meios de hospedagem, a plataforma representa redução de custos, eliminando a necessidade de se manter arquivos físicos por longos períodos.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça a segurança do novo sistema e incentiva a adequação da hotelaria.
“Todo o sistema foi construído sob o rigor da LGPD, com dados criptografados e total respeito à privacidade. O que estamos fazendo é usar a tecnologia para facilitar a vida do hóspede e profissionalizar o setor, garantindo que ele esteja preparado para oferecer as melhores experiências possíveis aos seus clientes. Especialmente no momento em que o turismo brasileiro vem alcançando recordes históricos de desempenho”, destaca o ministro.
A VERDADE SOBRE A FICHA – Para que hóspedes e hoteleiros possam aproveitar as vantagens da nova ficha digital de registro, o Ministério do Turismo esclarece alguns dos principais pontos da ferramenta e desmente falsas informações sobre a plataforma. Confira!
– A coleta de dados de hóspedes começou com a nova FNRH Digital?
Não. A Lei Geral do Turismo de 2008 definiu o envio de dados ao Ministério do Turismo, e a portaria nº 41 do Ministério do Turismo, de 14 de novembro de 2025, apenas estabeleceu a digitalização do processo, tornando-o mais rápido e seguro.
– O sistema permite a apropriação indevida de dados?
Não. O Gov.br funciona somente como um validador de identidade. O sistema apenas confirma o CPF do hóspede para evitar fraudes e erros de preenchimento, garantindo que o cliente é quem diz ser.
– As informações recolhidas pelo sistema ficam expostas?
Não. Os registros são criptografados e armazenados no banco de dados do Serpro. O Ministério do Turismo acessa apenas dados macro (quantitativos); dados individuais só são acessados por ordem judicial ou policial, como já ocorre hoje.
– A ferramenta colhe informações sobre gastos dos hóspedes?
Não. A FNRH Digital não coleta dados a respeito de despesas dos hóspedes. Ela serve exclusivamente para estatísticas oficiais de fluxo turístico e apoio à segurança pública.
– O check-in vai ficar mais difícil com a nova ficha digital?
Não. Quem utiliza a conta Gov.br finaliza o registro em segundos. O processo é antecipado via sistema Gov.br e concluído por meio da leitura de QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo próprio estabelecimento.
– É obrigatório fazer o check-in antes de chegar ao meio de hospedagem?
Não. O check-in pode ser feito previamente ou, caso o hóspede prefira, é possível optar pelo preenchimento digital já no hotel, com auxílio do atendente diretamente no balcão do estabelecimento.
– O novo sistema é pago pelo meio de hospedagem?
Não. O sistema oficial é gratuito, o Ministério do Turismo não cobra pelo acesso. Eventuais custos dependem apenas do contrato do hotel com seus fornecedores de softwares de gestão (PMS).
– Hoteleiros ainda podem aderir ao sistema da FNRH Digital?
Sim, empreendimentos não adequados ainda podem fazê-lo. O Ministério do Turismo reforça que está à disposição da hotelaria de todo o país para orientar o processo de transição.
– Como o Ministério do Turismo vem acompanhando a transição?
O foco inicial é sensibilizar o setor quanto à necessidade de adaptação, conscientizando quanto aos benefícios da utilização do sistema para seus hóspedes e a gestão dos próprios negócios.
ORIENTAÇÕES – O Ministério reitera que o processo de transição para a nova FNRH Digital exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.
A Pasta disponibiliza uma página eletrônica com todo o passo a passo da ferramenta para hóspedes e hoteleiros. (Acesse AQUI)
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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