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Silveira reúne maiores distribuidoras de gás de cozinha do país e avança na implementação do Gás do Povo
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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reuniu nesta terça-feira (16/09) os presidentes das maiores distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) do país para discutir os avanços na implementação do programa Gás do Povo. A iniciativa, criada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), busca ampliar o acesso ao gás de cozinha para 17 milhões de famílias.
No auxílio Gás do Povo, as distribuidoras têm papel fundamental, sendo responsáveis por garantir que o botijão chegue a municípios que possuam revendas operando no mercado, mas que não estejam credenciadas no Programa, garantindo a plena implementação da política pública.
“Estamos trabalhando para dar tranquilidade ao setor de GLP, assegurando estabilidade jurídica, ao mesmo tempo em que ampliamos o acesso da população a um bem essencial para a qualidade de vida e para a saúde, principalmente de mulheres e crianças. Serão mais de 50 milhões de brasileiras e brasileiros beneficiados com a gratuidade do gás de cozinha em todo o país”, afirmou Silveira.
Atualmente, o setor de GLP movimenta cerca de R$ 50 bilhões por ano. Com a implantação do Auxílio Gás do Povo, a expectativa é de incremento de até R$ 5 bilhões anualmente. Durante o encontro, os representantes do setor sinalizaram que já estão se mobilizando para atender às novas normativas previstas a partir da Medida Provisória nº 1.313/2025, incluindo a assinatura de Termo de Compromisso com a União.
Silveira reforçou que a construção do Gás do Povo será acompanhada de perto pelo governo e informou que pretende realizar uma nova reunião com os distribuidores dentro de dez dias, com foco em soluções operacionais para acelerar a implementação.
Participaram da reunião os presidentes Julio Cardoso (Supergasbras), Tabajara Costa (Ultragaz), Pedro Turqueto (Copa Energia), Celso Rocha (Nacional Gás) e Riad Kadri (Consigaz), além de Ricardo Tonietto, diretor jurídico e de Relações Institucionais da Supergasbras.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba: santuário de lagoas costeiras e biodiversidade preservada no litoral fluminense
Localizado no litoral norte do Estado do Rio de Janeiro, abrangendo os municípios de Macaé, Carapebus e Quissamã, o Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba reserva aos visitantes uma surpreendente riqueza hídrica e paisagística. Fundada em 1998, a unidade possui um ecossistema caracterizado pelo forte contraste entre o solo arenoso e a abundância dos espelhos d’água.
Ao longo dos seus 44 quilômetros de praias praticamente intocadas, o parque abriga um complexo de cerca de 18 lagoas costeiras de águas límpidas, como as de Carapebus, Paulista, Comprida, de Jurubatiba e Encantada. Caminhar por trilhas sombreadas pela vegetação de restinga nas primeiras horas da manhã ou contemplar o pôr do sol refletido em águas calmas é uma ótima dica.
Esse grande mosaico ecológico serve de refúgio para uma vasta biodiversidade, reunindo espécies raras de flora, peixes, anfíbios e dezenas de aves migratórias e residentes, que utilizam a área como ponto de alimentação e reprodução.
Para os mais aventureiros, a Restinga de Jurubatiba proporciona atividades que vão além dos banhos de lagoa. Passeios de caiaque pelo Canal de Campos-Macaé – obra histórica do século XIX que cruza a reserva – e trajetos percorridos de bicicleta ou a bordo de veículos autorizados revelam a harmonia entre história, cultura local e conservação.
Jurubatiba representa uma das maiores e mais bem preservadas extensões contínuas de restinga do litoral brasileiro, constituindo também um laboratório vivo para pesquisas científicas e um modelo de ecoturismo sustentável no Estado do Rio.
Como chegar
A principal porta de entrada para o Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba é o município de Macaé ou a capital do Estado. A partir da cidade do Rio de Janeiro (RJ), o acesso terrestre principal utilizas a rodovia BR-101 no sentido Norte, seguindo em direção a Macaé, Carapebus ou Quissamã, em uma viagem de cerca de 3 a 4 horas.
Por se tratar de uma unidade de conservação de proteção integral, há restrições e regulamentações para o acesso de veículos em determinadas áreas. A visitação às trilhas e lagoas é realizada preferencialmente a pé, de bicicleta ou por meio de passeios aquáticos e de veículos credenciados, com acompanhamento de condutores ambientais autorizados pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), garantindo o mínimo impacto ambiental e a total preservação desse verdadeiro tesouro fluminense.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo



