CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Sisu: confira os dez cursos e instituições com mais vagas ofertadas

Publicados

BRASIL

O Ministério da Educação (MEC) ofertará 274,8 mil vagas no processo seletivo de 2026 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A edição é a maior da história do programa, com vagas para 7.388 cursos de 136 instituições participantes. A lista dos cursos com mais vagas é liderada por pedagogia, com 10.145 oportunidades. Em seguida, estão administração e matemática.

Confira a lista dos dez cursos com mais oportunidades no Sisu 2026:

Curso Número de vagas
Pedagogia 10.145
Administração 9.462
Matemática 9.332
Ciências Biológicas 8.932
Direito 7.834
Química 7.647
Física 6.773
Engenharia Civil 6.704
Medicina 5.524
Agronomia 5.458

Instituições – A instituição pública de educação superior com o maior número de vagas ofertadas no Sisu 2026 é a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com 9.120 vagas. Em seguida, está a Universidade Federal Fluminense (UFF), com 8.931; a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com 8.005; e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com 7.477 vagas.

Confira a lista com as dez instituições que mais ofertam vagas:

Instituição Número de vagas
UFRJ 9.120
UFF 8.931
UFPB 8.005
UFPE 7.477
UFRN 7.336
UFMG 6.552
IFSP 6.470
UFC 6.408
UFMA 6.098
UFBA 5.991
Leia Também:  Escuta sobre formação continuada tem quase 64 mil respostas

Unidade da Federação – Na análise dos estados que mais ofertam vagas, Minas Gerais lidera com 33.729 vagas, o que representa 12,27% do total de vagas. Em seguida, estão os estados do Rio de Janeiro (31.419) e Bahia (24.768). Confira abaixo a distribuição de vagas por unidade da Federação:

Unidade da Federação Número de vagas % vagas ofertadas
MG 33.729 12,27%
RJ 31.419 11,43%
BA 24.768 9,01%
PB 21.988 8,00%
PE 15.900 5,78%
SP 14.786 5,38%
RN 14.253 5,19%
CE 14.223 5,17%
RS 13.557 4,93%
PI 11.537 4,20%
PR 10.846 3,95%
MA 8.877 3,23%
MT 8.039 2,92%
AL 7.345 2,67%
ES 6.450 2,35%
MS 6.434 2,34%
SE 6.395 2,33%
SC 6.394 2,33%
GO 5.781 2,10%
AM 2.970 1,08%
PA 2.490 0,91%
DF 2.190 0,80%
AP 1.454 0,53%
TO 1.261 0,46%
AC 990 0,36%
RR 800 0,29%

Portal Sisu – Para apoiar os estudantes no processo de escolha do curso, o portal do Sisu disponibiliza uma ferramenta de consulta às vagas que permite pesquisar cursos por instituição, município, turno, grau acadêmico e modalidade de concorrência. A plataforma possibilita uma visualização detalhada da oferta antes da inscrição, auxiliando o candidato a comparar opções e acompanhar informações como número de vagas e notas de corte parciais durante o período de inscrições do Sisu.

Leia Também:  MTE e MDHC debatem estratégias interministeriais para ampliar inclusão da pessoa idosa no mercado de trabalho

Inscrição – A inscrição para o Sisu é gratuita, e o candidato pode realizá-la no período de 19 a 23 de janeiro de 2026, exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O candidato poderá se inscrever em até duas opções de curso, conforme prevê o Edital nº 29/2025, referente ao processo seletivo.

Sisu – O Sistema de Seleção Unificada foi instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010, e atualmente está regulamentado pela Portaria Normativa nº 21, de 5 de novembro de 2012. O Sisu reúne as vagas ofertadas por instituições públicas de educação superior do Brasil que aderiram ao processo seletivo vigente. A maioria das instituições participantes é da rede federal de educação superior, com destaque para universidades e institutos federais.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)

Fonte: Ministério da Educação

Propaganda

BRASIL

Mulher Indígena: educação, protagonismo e enfrentamento à violência

Publicados

em

A partir de 2026, o dia 5 de setembro reúne dois marcos dedicados às mulheres indígenas. A data, tradicionalmente reconhecida como o Dia Internacional da Mulher Indígena, passa a ser também o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, instaurado pela Lei nº 15.382/2026

A celebração internacional foi instituída em 1983, durante a Segunda Reunião de Organizações e Movimentos das Américas, realizada em Tiwanaku, na Bolívia. A data homenageia Bartolina Sisa, mulher indígena aimara que liderou movimentos de resistência ao domínio espanhol no Alto Peru, atual Bolívia, e foi assassinada em 1782. 

No Brasil, a criação da data nacional acrescenta ao 5 de setembro uma dimensão específica de proteção e enfrentamento à violência contra mulheres e meninas indígenas. 

A valorização e a proteção das mulheres indígenas também passam pela garantia de acesso a direitos e pela possibilidade de ocupar diferentes espaços da sociedade. Na educação, essas trajetórias podem ser vistas no ingresso e na permanência das mulheres indígenas em escolas e universidades, onde levam consigo saberes, conhecimentos e experiências construídas em seus territórios. 

Educação e Protagonismo – A trajetória de Luizete Nukini ajuda a mostrar como a educação pode transformar trajetórias individuais e ampliar possibilidades para as comunidades indígenas. Natural de Mâncio Lima, no Acre, e integrante do povo Nukini, chegou à Universidade de Brasília (UnB) para cursar farmácia depois de uma trajetória escolar marcada por limitações de acesso. 

Na infância, Luizete estudou em uma escola composta por apenas uma sala, onde estudantes de diferentes séries compartilhavam o espaço e tinham aulas com uma única professora. Anos depois, já adulta, retomou o projeto de ingressar no ensino superior. Foi aprovada no processo seletivo e passou a integrar a universidade. 

Leia Também:  MDIC e CGU debatem mensuração de patentes públicas brasileiras

Para a estudante, a chegada à universidade representa também uma possibilidade de inspirar outras meninas e crianças de sua comunidade a reconhecerem a educação como um caminho possível. “Assim como eu consegui, como eu estou conseguindo, elas também têm essa capacidade, principalmente nós, como mulheres”. 

Hoje, Luizete busca aproximar os conhecimentos adquiridos na formação acadêmica dos saberes tradicionais de sua comunidade. Entre seus futuros projetos está a produção de uma cartilha sobre plantas medicinais, construída a partir do diálogo entre os conhecimentos aprendidos na universidade e aqueles transmitidos pelas demais gerações. 

A experiência também evidencia como a presença de mulheres indígenas em espaços de formação pode contribuir para ampliar referências para outras gerações. Para Luizete, ocupar a universidade representa também a possibilidade de levar novos conhecimentos para sua comunidade e fortalecer os vínculos com os saberes tradicionais. 

A diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena no Ministério da Educação (MEC), Rosani Kamuri Kaingang, também destaca a importância da presença de mulheres indígenas em diferentes espaços da sociedade. 

“Apoiar a presença das indígenas mulheres em todos os espaços de poder é garantir o rompimento de um silenciamento histórico e é fortalecer a nossa luta pela valorização das nossas línguas, dos nossos territórios, das nossas culturas e das nossas tradições”. 

Leia Também:  Escuta sobre formação continuada tem quase 64 mil respostas

Proteção Contra Violência – A instituição do Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas estabelece um marco para ampliar a atenção à proteção desse público e ao enfrentamento das diferentes formas de violência. 

A escolha do 5 de setembro conecta essa agenda à memória de Bartolina Sisa e à trajetória histórica de resistência das mulheres indígenas. A data passa, assim, a reunir duas dimensões: o reconhecimento do protagonismo das mulheres indígenas e a necessidade de garantir seus direitos e sua proteção. 

No campo educacional, essa perspectiva também envolve assegurar condições para que meninas e mulheres indígenas possam acessar, permanecer e avançar em suas trajetórias escolares e acadêmicas, preservando os vínculos com seus territórios, culturas e comunidades. 

A data reforça ainda a importância de reconhecer as mulheres indígenas como sujeitos de direitos e protagonistas na construção de seus próprios caminhos, seja nas comunidades, nas escolas, nas universidades ou em espaços de participação e decisão. 

Multimídia

 Assista ao vídeo:

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA