BRASIL
Turismo brasileiro em evidência: Complexo Itaipu recebe prêmio “Best of the Best” pelo 3º ano consecutivo
BRASIL
O Ministério do Turismo celebra mais uma conquista que projeta o Brasil no cenário global: o Complexo Turístico Itaipu, no Paraná, foi eleito, pelo 3º ano consecutivo, um dos destinos mais bem avaliados do planeta. A unidade recebeu o prêmio “Best of the Best 2025” do TripAdvisor, um dos maiores sites de viagens do mundo, concedido a locais que figuram na lista de apenas 1% dos atrativos líderes na percepção de visitantes.
No estado do Paraná, Itaipu integra a relação dos três atrativos mais recomendados pelos viajantes, ao lado das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, e do Jardim Botânico de Curitiba. O reconhecimento reforça a diversidade da oferta turística paranaense e evidencia a força do Brasil como destino competitivo e de excelência internacional.
Desde 2007, o Complexo Turístico Itaipu é administrado pelo Itaipu Parquetec e se consolidou como exemplo de turismo sustentável. O modelo de gestão garante que os recursos obtidos com as visitas sejam revertidos em ações voltadas para a educação, a preservação ambiental e a cultura, ampliando os benefícios à comunidade local.
Outro diferencial da unidade é a busca pela melhoria contínua e pelo padrão de qualidade. O Complexo Turístico Itaipu foi o primeiro atrativo do Brasil a conquistar a Certificação ISO 9001, que atesta o controle rigoroso de processos de gestão e coloca a satisfação do visitante no centro da operação.
PROTAGONISMO – A conquista do prêmio, considerado a mais alta distinção do TripAdvisor, simboliza o esforço coletivo das equipes do Complexo Itaipu e reafirma o protagonismo do Brasil como destino turístico global.
O reconhecimento demonstra que o país oferece experiências de qualidade, sustentáveis e inovadoras, capazes de encantar viajantes de diferentes partes do mundo, de fortalecer o desenvolvimento regional, as comunidades locais e valorizar a imagem do Brasil no exterior.
Por Cíntia Luna
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
Mulher Indígena: educação, protagonismo e enfrentamento à violência
A partir de 2026, o dia 5 de setembro reúne dois marcos dedicados às mulheres indígenas. A data, tradicionalmente reconhecida como o Dia Internacional da Mulher Indígena, passa a ser também o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, instaurado pela Lei nº 15.382/2026.
A celebração internacional foi instituída em 1983, durante a Segunda Reunião de Organizações e Movimentos das Américas, realizada em Tiwanaku, na Bolívia. A data homenageia Bartolina Sisa, mulher indígena aimara que liderou movimentos de resistência ao domínio espanhol no Alto Peru, atual Bolívia, e foi assassinada em 1782.
No Brasil, a criação da data nacional acrescenta ao 5 de setembro uma dimensão específica de proteção e enfrentamento à violência contra mulheres e meninas indígenas.
A valorização e a proteção das mulheres indígenas também passam pela garantia de acesso a direitos e pela possibilidade de ocupar diferentes espaços da sociedade. Na educação, essas trajetórias podem ser vistas no ingresso e na permanência das mulheres indígenas em escolas e universidades, onde levam consigo saberes, conhecimentos e experiências construídas em seus territórios.
Educação e Protagonismo – A trajetória de Luizete Nukini ajuda a mostrar como a educação pode transformar trajetórias individuais e ampliar possibilidades para as comunidades indígenas. Natural de Mâncio Lima, no Acre, e integrante do povo Nukini, chegou à Universidade de Brasília (UnB) para cursar farmácia depois de uma trajetória escolar marcada por limitações de acesso.
Na infância, Luizete estudou em uma escola composta por apenas uma sala, onde estudantes de diferentes séries compartilhavam o espaço e tinham aulas com uma única professora. Anos depois, já adulta, retomou o projeto de ingressar no ensino superior. Foi aprovada no processo seletivo e passou a integrar a universidade.
Para a estudante, a chegada à universidade representa também uma possibilidade de inspirar outras meninas e crianças de sua comunidade a reconhecerem a educação como um caminho possível. “Assim como eu consegui, como eu estou conseguindo, elas também têm essa capacidade, principalmente nós, como mulheres”.
Hoje, Luizete busca aproximar os conhecimentos adquiridos na formação acadêmica dos saberes tradicionais de sua comunidade. Entre seus futuros projetos está a produção de uma cartilha sobre plantas medicinais, construída a partir do diálogo entre os conhecimentos aprendidos na universidade e aqueles transmitidos pelas demais gerações.
A experiência também evidencia como a presença de mulheres indígenas em espaços de formação pode contribuir para ampliar referências para outras gerações. Para Luizete, ocupar a universidade representa também a possibilidade de levar novos conhecimentos para sua comunidade e fortalecer os vínculos com os saberes tradicionais.
A diretora de Políticas de Educação Escolar Indígena no Ministério da Educação (MEC), Rosani Kamuri Kaingang, também destaca a importância da presença de mulheres indígenas em diferentes espaços da sociedade.
“Apoiar a presença das indígenas mulheres em todos os espaços de poder é garantir o rompimento de um silenciamento histórico e é fortalecer a nossa luta pela valorização das nossas línguas, dos nossos territórios, das nossas culturas e das nossas tradições”.
Proteção Contra Violência – A instituição do Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas estabelece um marco para ampliar a atenção à proteção desse público e ao enfrentamento das diferentes formas de violência.
A escolha do 5 de setembro conecta essa agenda à memória de Bartolina Sisa e à trajetória histórica de resistência das mulheres indígenas. A data passa, assim, a reunir duas dimensões: o reconhecimento do protagonismo das mulheres indígenas e a necessidade de garantir seus direitos e sua proteção.
No campo educacional, essa perspectiva também envolve assegurar condições para que meninas e mulheres indígenas possam acessar, permanecer e avançar em suas trajetórias escolares e acadêmicas, preservando os vínculos com seus territórios, culturas e comunidades.
A data reforça ainda a importância de reconhecer as mulheres indígenas como sujeitos de direitos e protagonistas na construção de seus próprios caminhos, seja nas comunidades, nas escolas, nas universidades ou em espaços de participação e decisão.
Multimídia
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação



