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Ufopa realiza aula inaugural do Campus Rurópolis
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A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), deu início às atividades acadêmicas do seu mais novo campus em Rurópolis (PA), com uma aula magna realizada na Câmara Municipal do município, na segunda-feira, 18 de agosto, marcando um momento histórico para a região Transamazônica. A construção do campus será custeada com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).
O secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, participou remotamente da cerimônia. “A expansão da Ufopa em Rurópolis destaca o compromisso do Ministério da Educação com a interiorização do ensino superior federal. O novo campus amplia as oportunidades para os jovens da região e fortalece o desenvolvimento social e econômico da Amazônia”, frisou.
A cerimônia reuniu estudantes, autoridades universitárias e representantes locais. O campus, fruto de uma série de mobilizações sociais e políticas, iniciou o seu funcionamento com os cursos de graduação em agronomia e letras – língua portuguesa, ambos com turmas formadas por meio de processo seletivo próprio da instituição.
A reitora Aldenize Xavier ressaltou a parceria com o governo estadual por meio do programa Forma Pará, que viabilizou a primeira turma de Agronomia há quatro anos em Rurópolis (PA), o que reforçou a necessidade de o município receber um campus da Ufopa, e destacou o apoio financeiro do Novo PAC Expansão, do governo federal, com investimento de R$ 60 milhões para a construção da sede definitiva do campus e aquisição de equipamentos.
A estudante Adna Galvão, de letras, comemorou a oportunidade de estudar na própria cidade, sem precisar se deslocar para outro município. Já Eduardo Aquino, o primeiro da família a ingressar no ensino superior, celebrou por poder estudar agronomia e, futuramente, aplicar os conhecimentos na propriedade rural da família.
A aula magna foi proferida pelo ex-reitor Hugo Diniz, que destacou os impactos da universidade nas regiões de instalação e o caráter coletivo e estratégico do novo campus. Para ele, a universidade, especialmente a pública, é o maior instrumento de mobilidade social.
Até a conclusão das obras da sede definitiva, prevista para 2026, as atividades acadêmicas ocorrerão no prédio reformado que abrigava o núcleo universitário anterior. O espaço passou por melhorias, com obras que incluem a construção de novas salas de aula, ampliação do laboratório de informática e instalação de biblioteca.
Novo PAC inaugura mais campi – Além da instalação do campus da Ufopa em Rurópolis (PA), outras universidades federais também estão em processo de expansão, viabilizada pelo Novo PAC. No dia 11 de agosto, a Universidade Federal de Goiás (UFG) iniciou as atividades do Campus Cidade Ocidental, no entorno do Distrito Federal, com seis cursos de graduação, em prédio provisório cedido pela prefeitura. A sede definitiva será construída com recursos do programa.
Já em Pernambuco, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) prevê, para o dia 8 de setembro, a aula inaugural do campus de Sertânia. O novo campus ofertará quatro cursos de graduação, totalizando aproximadamente 2,8 mil vagas, e contará com investimento de R$ 60 milhões, destinados a obras de infraestrutura e equipamentos. O espaço provisório é uma escola cedida pela prefeitura, com licitação da sede definitiva em fase final de licitação. As obras devem iniciar também em 8 de setembro.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu e da Ufopa
Fonte: Ministério da Educação
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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