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Videoconferência apresenta 3ª Semana de Educação Midiática
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Nesta quinta-feira, 2 de outubro, o Ministério da Educação (MEC) participou da videoconferência que anunciou a 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática. O evento acontecerá entre os dias 28 e 31 de outubro em todo o país. Com o tema “Mobilizar uma geração para a cidadania digital”, a terceira edição da semana busca estimular a reflexão crítica, o uso ético das tecnologias e a participação ativa de estudantes e educadores no ambiente digital.
A proposta desta edição é criar um espaço de reflexão e mobilização em torno da educação midiática como eixo fundamental para o desenvolvimento das competências essenciais, no século 21. A proposta reconhece a urgência de preparar estudantes para o mundo cada vez mais conectado, onde a leitura crítica das mídias, o uso ético das tecnologias e a capacidade de participar ativamente do ambiente digital são habilidades indispensáveis à formação cidadã.
Representando o MEC, a coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação da Secretaria de Educação Básica (SEB), Ana Dal Fabbro, lembrou que, atualmente, 93% das crianças e adolescentes brasileiros já participam ativamente do mundo digital e pontuou a importância da educação digital para a formação desse público. “Educação digital é um tema absolutamente fundamental para o exercício da cidadania pelos nossos estudantes. Se, por um lado, precisamos aumentar os esforços para proteger nossas crianças e adolescentes — de exposição precoce e cyberbullying, por exemplo —, por outro, precisamos também pensar novas estratégias para ensinar aos nossos estudantes uma leitura crítica do mundo digital”, explicou.
A iniciativa reúne diversas atividades e boas práticas em todo o país e é realizada pela Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom-PR), em parceria com o MEC, a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Participantes – O evento também contou com participação da dirigente municipal de Nova Iguaçu (RJ) e presidente da Undime-RJ, Virgínia Rocha; do secretário-executivo de Equidade, Direitos Humanos, Educação Complementar e Protagonismo Estudantil da Secretaria de Educação do Estado do Ceará e representante do Consed, Helder Nogueira; do coordenador de Comunicação e Informação da Unesco, Adauto Soares; e do diretor do Departamento de Direitos na Rede e Educação Midiática da Secom-PR, David Almansa.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
Fonte: Ministério da Educação
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



