CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Webinário debate educação midiática nas escolas

Publicados

BRASIL

O Ministério da Educação (MEC) realizou, na segunda-feira, 2 de junho, um webinário formativo sobre educação digital e midiática na perspectiva da intersetorialidade no contexto da educação integral. O debate integra a formação continuada do programa Escola em Tempo Integral e foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube e pelo portal da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). 

Participaram do webinário cursistas da formação continuada do programa Escola em Tempo Integral, entre eles, gestores e equipes técnicas de secretarias estaduais e municipais de educação, além dos conselheiros de educação.  

Na abertura, a coordenadora-geral de Educação Integral e Tempo Integral, Raquel Franzim, informou que o evento faz parte do ciclo de webinários de formações continuadas, que estão sendo promovidos pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC em todo o país. Ela agradeceu às universidades parceiras: Universidade Federal do Pará, que coordena os esforços da região Norte; Universidades Federais do Ceará e da Bahia, que coordenam os esforços na região Nordeste; Universidade Federal de Minas Gerais; Universidade Federal do Goiás; e UFFS. 

Leia Também:  MEC integra ação do PSE e combate à tuberculose no Pará

“O objetivo desse encontro é promover um momento informativo, dialógico, sobre a educação digital e midiática numa abordagem intersetorial, alinhada à perspectiva da educação integral. A proposta é a gente aprofundar alguns tópicos sobre os desafios e as oportunidades e o uso responsável e crítico da tecnologia de informação e comunicação no ambiente escolar”, afirmou.  

Franzim informou que o programa Escola em Tempo integral está integrado à Estratégia Nacional Escolas Conectadas (Enec). “Esta é uma das iniciativas prioritárias do governo federal para que os estudantes brasileiros tenham acesso à conectividade com fins pedagógicos”, ressaltou. 

O webinário também contou com a presença da coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação na Educação Básica da SEB, Ana Dal Fabbro, e da coordenadora-geral de Educação Midiática da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), Mariana Filizola 

Dal Fabro abordou no webinário a educação digital na política da Enec e as restrições do uso dos celulares nas escolas, conforme prevê a Lei nº 15.100/2025, publicada em janeiro deste ano.    

Leia Também:  Fernanda Câmara Norat assume a Secretaria Executiva do Ministério do Turismo

Filizola apresentou os materiais e orientações produzidos pela Estratégia Brasileira de Educação Midiática sobre educação digital e midiática e falou sobre temas relacionados, como a restrição ao uso de celulares nas escolas e estratégias para o desenvolvimento da cidadania digital.   

No encontro, também foi abordado o arcabouço legal vigente sobre os temas tratados. 

Tempo integral– O Programa Escola em Tempo Integral é uma estratégia que visa induzir a criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e as modalidades da educação básica. Ele é coordenado pela SEB/MEC e tem a finalidade de viabilizar o cumprimento da Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024 (Lei nº 13.005/2014), política de Estado construída pela sociedade e aprovada pelo parlamento brasileiro.       

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB  

Fonte: Ministério da Educação

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Wellington Lima destaca proteção a jornalistas e defensores de direitos humanos em homenagem a Dom Phillips e Bruno Pereira

Publicados

em

Brasília, 11/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou nesta quinta-feira (11), no Palácio do Itamaraty, da cerimônia de premiação do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação. A iniciativa reconheceu trabalhos jornalísticos e projetos de comunicação voltados à defesa dos direitos humanos, do meio ambiente, dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.

Mais do que uma premiação, o concurso buscou preservar a memória do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, assassinados em junho de 2022 durante uma expedição no Vale do Javari, no Amazonas (AM). Reconhecidos pela atuação em defesa dos povos indígenas, da proteção ambiental e da liberdade de informação, os dois se tornaram símbolos da luta pelos direitos humanos e da necessidade de garantir segurança a jornalistas, comunicadores e defensores socioambientais.

Promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), com apoio da Secretaria de Comunicação Social (Secom), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o concurso integra o Plano de Ação brasileiro para o cumprimento das medidas cautelares determinadas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) após o assassinato de Phillips e Pereira. O concurso contou ainda com apoio do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Leia Também:  MTE reforça cooperação internacional com a Suíça na área do trabalho

Durante a cerimônia, Wellington Lima ressaltou a importância de preservar a memória dos jornalistas e destacou os avanços promovidos pelo Estado brasileiro para fortalecer a proteção de jornalistas, comunicadores e defensores de direitos humanos.

“Estamos aqui também para exercer o dever de memória. Bruno e Dom não devem ser lembrados apenas pela tragédia que os vitimou, mas pelo legado que construíram e pelas transformações que ainda inspiram o Brasil”, afirmou o ministro.

Segundo Wellington Lima, a atuação conjunta entre Governo e sociedade civil tem sido fundamental para a construção de respostas concretas às demandas relacionadas à proteção de direitos humanos e à liberdade de imprensa. Ele destacou a criação do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, espaço permanente de articulação que contribuiu para a elaboração do Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores Sociais.

Ao encerrar sua participação, o ministro reforçou a importância da responsabilização dos autores de crimes cometidos contra defensores de direitos humanos e profissionais da comunicação.

“Temos confiança de que as investigações e os processos judiciais desses casos devem seguir seu curso com a seriedade, a atenção e o rigor que essas situações exigem”, declarou.

Premiação reconhece iniciativas em defesa dos direitos humanos e do meio ambiente

Lançado em março deste ano, o Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação recebeu 912 inscrições de todas as regiões do País. O concurso contemplou seis categorias: Reportagem em Texto, Fotojornalismo e Artes Visuais, Reportagem Audiovisual, Comunicação Indígena, Comunicação de Comunidades Tradicionais e Educação Midiática. Ao todo, foram distribuídos R$ 300 mil em premiações.

Leia Também:  MME abre consulta pública sobre diretrizes para implantação de medidores inteligentes no Brasil

Em cada uma das seis categorias, foram premiadas três iniciativas. Os vencedores do primeiro lugar receberam R$ 30 mil, enquanto os segundos e terceiros colocados foram contemplados com R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. A premiação buscou valorizar produções comprometidas com a promoção dos direitos humanos, a proteção ambiental, a defesa dos povos indígenas e o fortalecimento da comunicação de interesse público.

Também participaram da solenidade o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira; o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena; o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira; o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho; a ministra interina dos Direitos Humanos e da Cidadania, Caroline Dias dos Reis; o secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey; a diretora e representante da Unesco no Brasil, Marlova Noleto; o vice-presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, José Luis Caballero Ochoa; o encarregado de Negócios da Embaixada do Reino Unido, Tony Kay; o adjunto do advogado-geral da União, Júnior Divino Fideles; e o representante das organizações peticionárias, Eliésio Marubo.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA